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PAIXÃO DE CRISTO

Dom, 06 de Novembro de 2011 13:29

A sexta feira da paixão também é antiga, e introduzida bem antes do Salvador vir ao mundo. O dicionário mitológico menciona que Thamuz, morreu numa sexta feira crucificado, por isso que as mulheres pagãs choravam nesse dia, motivo pelo qual se originou a palavra Paixão de Cristo (Deus solar).

 

Observe A Crista Solar na estatua da liberdade...

Cristo é igual a raios ou cristas solares...


Essa prática também estava sendo inserida no meio do povo do Eterno, e o Senhor chamou o seu profeta para repreender tais práticas. “Então ele me levou à entrada da porta da casa do  Senhor, que está do lado do norte, e vi ali mulheres assentadas chorando por thamuz.”Yerrezekel(Ezequiel) 8:14. Entre os Hebreus, esse nome é bem conhecido, e nas línguas das nações o seu nome se diversificava como: Baco, Hercules, Horus, Osíris e Júpiter entre os celtas (Esus, Ysus, Iesus ou na forma moderna Jesus) etc.. Todos os deuses do mundo moderno e seus respectivos nomes tiveram origem nessa família: Ninrode, Thamuz e Sâmiramis. Baco por exemplo, eram conhecidas as sacerdotisas no templo que mantinham relações sexuais como forma de adoração a esse deus, a expressão bacanal, surgiu desse período ou a mais usada em nossos dias: “Oi bacana!” O seu símbolo era o obelisco com uma pequena pirâmide na ponta, representando o órgão fálico sexual de thamuz e Baco.

Símbolo ostentado na Praça de São Pedro, no Vaticano e em Washinton d.C Estados Unidos, próximo a  White House(casa branca) e em alguns capitais e cidades do mundo.

 

Se o Salvador não nasceu no dia 25 de dezembro, por que então esta data? Retrocededo um pouco, até a época do dilúvio, neste tempo o homem estava tão pobre, mental e fisicamente, que o Eterno o destruiu. No comando de satanás o mundo havia se convertido em asilo de loucos. “Assim foi destruída toda a substância viva sobre a face da terra, desde o homem ate as bestas, os répteis; as aves do céu foram tiradas da face da terra e ficou somente Noarh (Noé) e o que com ele estava na arca. (Gen. 7/2). 

Somente Noarh (Noé); sua esposa; seus três filhos, Shem, Ham (Cão), Yahfer (Jafé) e suas esposas. Mais foi destruída a força perversa?Não!Com os últimos suspiros da multidão os demônios desvencilharam-se de seus corpos e seguiram a arca. Por que apenas seguiram a arca e não entraram nela? Por que a Bíblia diz que foi o Eterno quem fechou a porta da arca e eles tiveram que respeitar. Porem, quando Noarh (Noé) e sua família saíram da arca,satanás e sua pandilha já estava esperando. Os anjos caídos de satanás são conhecidos como espíritos imundos ou demônios Há’Satam.

O Eterno preparou o Sheol (lago de fogo) para o diabo e seus anjos (mat. 25:41). Satanás sabe que irá para lá quando o Salvador regressar. Então pensa em levar com ele a maior quantidade possível de pessoas, e o faz desta maneira:

Desenvolveu um sistema religioso oculto que controlaria o mundo, um sistema em que o povo pudesse crer matar, até morrer por ele. Para introduzir este sistema no mundo, usou três pessoas: Sâmirames, Ninrode e Thamuz, que historicamente se conhece como “Filho e esposo de sua mãe. Quando Noarh (Noé) saiu da arca, satanás e seus anjos já estavam esperando o primeiro a ser atacado, e este foi o Ham (Cão), um dos três filhos de Noarh (Noé) que era débil Ham (Cão) gerou a Cush e Cush gerou Ninrode (gen.9:8).Ham(Cão) viu a nudez de seu pai Noarh (Noé)(gen.9:22).Cush participou da primeira rebeldia contra O Eterno que foi a construção da torre de Babel .Ninrode introduziu o ocultismo(Bruxaria) e criou o sistema religioso pagão em vigor até nossos dias e se tornou o deus do Sol(Baal), seu símbolo e o sol.

Vejamos com mais detalhe como tudo aconteceu: nessa época o homem emigrou do oriente e chegou a uma planície na terra de Sinear e habitou ali (Gen.11:2).

Aí Cush participou na construção de uma torre que chegasse ao céu. Um plano para governar o mundo, uma conspiração contra o Eterno. Era fácil, todos falavam o mesmo idioma (gen.11:1-6). Porém Elohim agiu rápido para impedir essa rebeldia confundindo seu idioma. De repente não mais se entenderam e a construção da torre parou de imediato (gen.11:7-9).

A BÍBLIA DIZ: O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calne na terra de Shinar (gen.10:10).

Assim o reino de Ninrode foi o primeiro mencionado na Bíblia. Porém Ninrode foi um rei não temeroso ao Eterno. A expressão poderoso vem do hebreu Gibor que significa “tirano ou guerreiro”, enquanto seu nome Ninrode significa rebelde. A enciclopédia judia diz que Ninrode foi aquele que fez o povo rebelar-se contra o Eterno.

Também a expressão ‘diante do Senhor’ tem um significado hostil, contrário à vontade de Adonai; “ante” também vem do hebreu e significa contra o Eterno. Ninrode se transformou num grande caçador (gen.10:9), de feras e de almas também. Para onde emigraram, as margens do rio Eufrates, ao mesmo tempo em que as terras eram férteis, também havia muitas feras, e, o homem teria que lutar contra essas feras. Ninrode se transformou no protetor de seu povo contra essas feras e ganhou liderança. Construiu a Babilônia e teve a idéia de construir muros em volta, para se protegerem contra as feras e não terem mais que lutar contra elas Desta forma Satanás transformou Ninrode em um grande bruxo, ou seja, em um sacerdote de idolatria diabólica e de atrocidades da pior classe. Sob sua direção a astrologia se desenvolveu e assentou as bases para a magia branca e a magia negra. O pecado era tanto que a prática de sacrificar crianças se tornou muito comum. Finalmente Ninrode rei-sacerdote de Babilônia morreu!

De acordo com as lendas, seu tio-avô Sem, que ainda vivia não agüentando mais ver tanto pecado, matou Ninrode, cortou seu corpo em pedaços, queimou e espalhou pela cidade de Babilônia. A Bíblia menciona essa prática em Jz 19:24 e ISm 11:7.

O povo de Babilônia lamentou muito sua morte. Entretanto, Satanás já tinha um substituto para Ninrode: sua mãe e mulher Sâmiramis.

 

Sâmiramis era uma mulher muito bonita. Era tão linda que, diz uma lenda, numa certa ocasião na Babilônia, ocorreu um distúrbio e alguém viu Sâmiramis passando. O distúrbio cessou para que todos pudessem apreciar sua beleza. Por outro lado era uma mulher muito perversa e astuta. Totalmente entregue à Satanás.

Imediatamente após seu filho e marido morrer, proclamou que Ninrode agora era oficialmente um deus. O deus do Sol (Baal Zibul).

Automaticamente ela se transformaria em uma deusa e chamou a si mesma de rainha do céu e ordenou que todos adorassem ao deus solar. Assim ela assumiu o controle daquela religião satânica e uma religião de secretos. Começava desta forma as sociedades secretas. Promoveu o celibato, contrariando as leis do Altíssimo sobre o casamento, para exaltar seus sacerdotes transformando-os em santos. Esta tradição pagã coloca ainda hoje o sacramento das ordens santas (celibato) acima do sacramento matrimonial, ou seja, a tradição satânica acima dos decretos do Eterno.

Formaram uma cobertura religiosa para o adultério, a homossexualidade, a sodomia e o lesbianismo. As freiras (Oriundas da palvra Freiy ou friga igual à Vênus) eram prostitutas do templo que serviam aos sacerdotes.

Naquele tempo chamavam-se virgens vestais, hoje noivas de Cristo. Criaram os confessionários para confessar aos seus sacerdotes. Desta maneira Sâmiramis sabia tudo que se passava e tinha controle sobre seus seguidores. Os sacerdotes de Baal Zibul confessavam os pecados do povo com uma balança, à medida que as pessoas falavam de si mesma aos sacerdotes um peso e uma medida era usada para cada pecado. Quando a mão surgiu nas paredes do Palácio Babilônico escrevendo: “Pesado fostes na Balança....” Eles bem sabiam o que anjo estava a dizer.

Na segunda guerra mundial, Hitler se beneficiou grandemente desta forma de informação: os confessionários.

A BÍBLIA DIZ: Babilônia era uma taça de ouro nas mãos do Senhor; ela embriagou toda a terra. Do seu vinho beberam as nações; por isso agora enlouqueceram (Jer. 51:7; Apoc. 17:5)

MISTÉRIO DE MARIA

Temos estudado anteriormente como o culto da deusa mãe foi mesclado ao cristianismo. Os pagãos haviam orado e venerado durante séculos a deusa mãe do paganismo! Para poder atrair estes pagãos, à igreja apóstata adaptou os velhos ritos e cultos que haviam sido usados e continuaram com eles. Só que lhes ordenaram usar o nome de Maria, uma deusa pagã, conhecida como Maiá, muito adorada pelos antigos, pois a mãe do Messsias verdadeiro se chamava MIRIAN (Nome Hebraico) que em lugar de Diana, Ísis, Astarte, Ártemis, etc. E assim como outras idéias que haviam sido associadas com o culto a deusa mãe foi mesclada com a igreja em seu desejo para unir o cristianismo ao paganismo. O dia 15 de agosto – dia do festival de Ísis ou Ártemis – foi simplesmente trocado para o dia da Assunção da Virgem Maria, o qual é celebrado até aos dias de hoje.

Como disse o escritor sobre a festa de assunção da virgem, é celebrada em 15 de agosto, porém essa era a data do grande festival de Diana com a qual Ísis é identificada e qualquer um pode dar-se conta como Maria gradualmente tomou o lugar de uma deusa. Evidentemente a igreja apóstata deu pouca importância às verdadeiras épocas em que os eventos sucederam. Eles declararam todas as festas e celebrações de acordo com a popularidade destas datas entre os pagãos.

Outro dia, supostamente estabelecido em honra de Maria, é o chamado dia da purificação da virgem Maria, que se celebra em 2 de fevereiro. Neste dia os sacerdotes católicos abençoam as velas as quais se distribuem ao povo durante a missa. Neste dia, todas as velas que vão ser usadas durante o ano para ritos católicos, são abençoadas.

Como veio a ser 2 de fevereiro designado como dia especial? Foi instituído pela igreja para readaptar um dia pagão. E não só adaptou à igreja este dia, como também adaptou seus costumes! Nos dias da Roma pagã, este festival se observava levando tochas e velas em honra de “Februa”, nome do qual se deriva o mês de fevereiro. Os gregos celebravam a festa em honra à “Ceres”, a mãe de Prosperpina, a qual, neste mesmo dia, buscava sua filha no centro da terra com tochas segundo conta a lenda! Entre os egípcios este dia era também celebrado em honra da deusa Neith, o mesmo dia conhecido como dia da Candelária na igreja romana! De tal maneira que a celebração deste dia dedicado à deusa mãe e o uso das cadelas são todas as crenças que sem lugar a dúvidas foram adaptadas pelos apóstatas do paganismo. De maneira que este tema é extenso e faz parte de outro estudo mais a respeito do uso do nome da mãe do Salvador.

Todos estes dias e datas que temos mencionado na mesma forma que outros mais, aos quais o espaço não nos permite explicar foram adaptados no calendário da igreja romana paganizada. Supomos que o apóstolo Shaul (Paulo) se levanta e predica se a esta geração, lhe diria a igreja professasse atualmente o mesmo que disse aos gálatas: Observais dias e meses, tempos e anos. Temo em vós, que não haja trabalhodo em vão. A que dia se refere Shaul? O texto parece indicar os sábados cerimoniais e festividades judaicas, porém sendo que eles haviam se convertido do paganismo dos deuses (versículo 8) é muito provável que alguns deles voltassem a seu antigo culto (versículo 9). Os dias, meses, tempos e anos que guardavam eram aqueles que haviam sido dedicados aos deuses pagãos.

Entretanto, foram estes mesmos dias, os que a igreja apóstata incorporou em seu culto disfarçando-os com nomes de ressonância cristã e assim continuan observando até o presente.

QUAL A DIFERENÇA

Dom, 06 de Novembro de 2011 13:56

... entre "Isa", "Tupã", "Olorum" e "Jesus"? Certamente você não tem nenhuma dificuldade em crer que "Tupã" é o nome de um ser maligno, cultuado pelos indígenas. "Olorum" é muito fácil de associar aos cultos pagãos afro-brasileiros, de total controle demoníaco. "Isa" é menos conhecido da maioria, mas ainda assim é o ídolo pagão do culto à lua, também aceito pelos missionários devido à cultura local árabe já utilizar tradicionalmente este nome para se referir erradamente ao Messias de Israel. Por que haveria de ser diferente com relação ao nome "Jesus"? Só pelo fato das pessoas estarem "acostumadas" com este nome falso desde os dias de suas infâncias? Uma mentira que atravessa os séculos passa a ser verdade? Uma mentira em que milhões crêem, passa a ser verdade?

O número de pessoas que crêem determina o que é verdade e o que é mentira? Se você é um evangélico e pensa assim, lembre-se que os católicos são em maior número que os evangélicos. Se você é católico e pensa assim, lembre-se que os islâmicos são em maior número que os católicos. Este "Jesus" é o mesmo "Zeus", da mitologia grega e é o mesmo nome que deu origem a palavra deus em nossa língua latina portuguesa da terceira declinação Grega, veja Direto da Gramática Grega, de Antonio Freire, S.J.segunda edição p.33Agora disfarçado de um ser "bonzinho" para usurpar o lugar do verdadeiro Messias, fazendo-se passar por Ele. O Eterno não leva em conta o tempo da Ignorância. Porém, uma vez que conheces a verdade e ainda continua no erro voluntariamente o Senhor não te atenderás. Temos muitos testemunhos de pessoas na frente da Kerrilá falando que no momento que conheceu o verdadeiro nome, contudo, continuava com o nome antigo Eterno não mais atendeu as orações destas pessoas. Uma jovem, senhora me disse: “Rosh: Eu tive um sonho esta noite e o Eterno me disse naquele dia não te atendi a oração, porque você sabia meu verdadeiro nome, mas continuava a chamar um nome pagão, quando eras inocente, Eu atendia agora que conheces não peques mais...” Se você que lê estas palavras, por um momento ficar irado por estar lendo tão duras palavras contra um nome que você há muito tempo cultua e adora, então, por favor, investigue a fundo o que aqui apresentamos antes de tirar conclusões erradas e precipitadas. É a sua salvação que está em risco, é a sua vida eterna que está em risco. Se você duvida, então investigue, leia as escrituras a este respeito, o ídolo com o qual o povo freqüentemente adulterava. Pergunte-se também por que o Nome do Messias não foi permitido ser escolhido por Seus pais terrenos e nem por nenhum ser humano, mas veio diretamente do céu, por meio de um anjo. Pergunte-se também, por que Filipensses afirma que há UM Nome acima de todo nome e não "alguns nomes" acima de todo nome. Pergunte-se e investigue a origem da palavra "deus" e do nome "jesus". Pergunte-se por que este nome "jesus" começa com uma letra que nem sequer existe em hebraico e não existia antes do século XIV. Pergunte-se também, por que o anjo disse: "e lhe porás o Nome de... Iesus porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles", se o nome "jesus" não possui este significado.

Para encerrar, gostaria apenas de dar ênfase a tudo que foi escrito anteriormente com o verso 4 do capítulo 30 de Provérbios, o qual é um desafio escritural a você, leitor:

Quem subiu aos céus e desceu?
Quem atou as águas nas Suas vestes?
Quem cerrou os ventos nos Seus punhos?
Quem estabeleceu todos os limites da terra?
Qual é o Seu Nome e qual é o Nome de Seu Filho?
Diga-me, se é que o sabes!!!!

A resposta à pergunta é uma única: EU SOU é o Nome do Criador, o Pai, e Yeshua (ye=eu sou/shua=salvação)é o Nome único do verdadeiro MessiaS: 

ישוע  

Foi nesse clima de paganismo intenso, que Israel estava vivendo nos dias de Eliahu, a Igreja que era a menina dos olhos do Eterno, estava se envolvendo em uma adoração mista, com todas essas práticas. O Eterno enviou seu profeta em meio a uma apostasia nacional, e o orvalho dos céus foi retido, até que fosse mostrado diante de seu povo quem é Elohim e quem é Baal Zibul. Ao ver Eliahu, o Tisbita, Acabe disse: “Ès tu Eliahu Perturbador de Israel?”I Reis 18:17,18 Respondeu Eliahu: Eu não Acabe, mas tu e a tua casa. Somente quando o povo de Israel reconheceu quem é o grande Eu Sou, nosso Eterno, e quem é baal ‘Zibul, havendo a separação das duas classes, então o Senhor enviou a chuva sobre o seu povo e a terra sedenta. Em nossos dias, o Senhor promete suscitar um povo com o Espírito de Eliahu, Malaquias 4:5, 6. E a chuva Serôdia não caíra sobre a terra e sobre o povo do Altíssimo, enquanto os pecados de babilônia não forem claramente patenteado diante do povo e haja uma separação entre o Joio e o Trigo, então o Senhor derramará a sua chuva abundantemente para o termino da obra, tal é a característica do povo que prega a Terceira Mensagem Angélica: Adoração ao único Elohim, a queda dos pecados de Babilônia e ai daquele que adorar a besta e a sua Imagem. Assim foi o Espírito de Elias, assim será esse povo nos últimos dias da Ira. Por esse motivo, os nomes de Blasfêmia guimatricamente falando, é colocado em evidência pelo Navy em Apocalipse 13:18 “Aquele que tem sabedoria calcule o numero da besta, pois é o numero de um homem e seu numero é 666”...

I  E  S  V  S EM LATIM                                D E I=500+0+1=6

SOLIS=0+0+50+1+0=6

OU SEJA, O SOL É DEUS, O MESMO JESUS

I=1

E=0

S=0 ------------5+1=6

V=5

S=0

Se mesclarmos os valores da letra latim mais grego:

I E S V S

I=1

E=O

S=6 EM GREGO          5+1=666

V=5

S=6                                                    I E S V S CRISTVS FILII DEI

 

Entre muitos altares de baal’Zibul que precisam ser derrubados estão os de Deus e Jesus, este processo é terrível e doloroso, pois é difícil de aceitar, o nome do Eterno... Perceba querido leitor, até o ano de 313 D.C, no início do quarto século, a congregação “judaica nazarena” era totalmente pura e imaculada, evidentemente, não havia ainda entrado o paganismo dentro da mesma. Todavia, pesquisas mais recentes, demonstram que, a preparação para mudança do nome do Altíssimo teve início logo no segundo século da era NAZARENA (era de Yeshua).O relato deste fato encontra-se exposto no livro de historia Antiga e Medieval(José Jobson de Arruda,edit. Ática) Em História Integrada, pág. 182.

“Alguns anos após a morte do salvador, judeus nazarenos começaram a ser perseguidos pelos Romanos, pois não aceitavam os deuses pagãos. Não aceitavam também a origem divina do Imperador romano e por isso, se negavam a prestar-lhe culto. Os Nazarenos se opunham igualmente ás instituições imperiais por estarem envolvidas com o paganismo: a justiça, a moral os usos e costumes do mesmo. Outro motivo para as perseguições contra os Nazarenos foi a prática do culto secreto, realizado nas catacumbas, pois só os iniciados podiam participar dos cultos Nazarenos, ou seja os que aceitavam Yeshua e eram batizados; Isso levantava suspeitas, pois a grande maioria dos Nazarenos eram formados de pessoas pobres e escravos, o culto nazareno, tomou, portanto, um caráter subversivo e as autoridades Romanas começaram a temer uma revolta. Além disso, as reuniões secretas eram proibidas, a fim de evitar conspiração contra o governo. Os pagãos, por sua vez, não sabendo o que os Nazarenos faziam durante o culto, passaram a acusa-los de adorar a cabeça de um asno(cavalo, jumento etc) e de assassinarem crianças durante as cerimônias Macabras.”

Foi nesse período que começou as zombarias e chacotas contra os Nazarenos, usando a expressão “Uh! Adorador do deus cavalo, Uh! Adorador do deus cavalo” a expressão usada na língua Celta: Esus ou Iesus, que em hebraico:

Ie = deus       Sus=cavalo QEQ

(Fato que melhor será esclarecido nos próximos capítulos)

Veja Leitor, a parte que nos toca em relação a transmutação do nome, envolve muito mais do que imaginamos, envolve o seu sentido espiritual. Você poderá dizer: “Ah! Isso é uma mera coincidência!” lembre-se! Não existe coincidência no mundo espiritual. Aí esta o perigo, seja em qualquer época, ou aconteceu antes do Messias ou depois do Messias; de qualquer forma, não hesitaremos em chamar isto de um crime milenar... E eis aí o que dá ao mudar os nomes sagrados para outra língua, sem obedecer à regra de conservação da fonética: Uma Babilônia!!!

No livro de Sophia, na parte de Mitologia no parágrafo sobre as Runas, o autor afirma claramente que a Runa de letra “S”, Sowulo se referia ao sol que mitologicamente era adorado por diversas nações. O autor afirma que a adoração ao sol estava diretamente ligada ao Cavalo. Os Padres observavam os cavalos como divinos, dignos de adoração. (O mundo de Sophia, Runas CD COMPUTER).

Por incrível que pareça, o nome Sagrado jamais deveria ser mexido, mudado por quem quer que seja, ainda que os Gregos chamassem os indivíduos com o nome de Iesus, o nome do Salvador IESHUA deveria ter sido preservado por ser um nome sagrado e foneticamente significar Salvação, isto é, dizer que em Grego Iesus preserva esse significado é uma grande conspiração dos teólogos que fazem concessão a Roma, pois ao mudar, trocar ou transmutar o nome, outro sentido espiritual lhe vem a tona, por exemplo, o significado deste nome I E S U S na língua Hebraica tem o sentido como foi mostrado acima...Deus cavalo. Por volta do carnaval, eu preparava-me para sair da cidade, encontrei um casal de Israel, que alugaram uma quitinete de minha mãe, ambos falavam Inglês e Hebraico, porém não falavam Português. A noite estive conversando em Inglês com eles e comecei a expor o meu pouco conhecimento de Hebraico que tinha aprendido na Faculdade de Teologia... Foi nesse bate papo descontraído que falamos sobre Ieshua e então perguntei: “Já que você fala Hebraico como sua língua mãe, vou falar um nome pra você, tente ouvir e passar para mim o que você entende...então falei o nome IESUS vagarosamente, como você entende na sua língua”?

Ele respondeu: “Bem, é como você falasse o Grande Eu Sou é um cavalo, no hebraico antigo era este o significado, apesar de que a palavra cavalo em hebraico passou a ser outra atualmente, porém a palavra SUS faz parte do hebraico bíblico que se usava no passado...”, e isto é um fato e contra fatos não há Argumentos...

 

O perigo continua e a Blasfêmia também, vejamos agora em Grego, a palavra SUS tem outro sentido, veja você mesmo a Gramática Grega de Antonio Freire, S.J. Livraria Martins Fontes Ltda, São Paulo 1987, segunda Edição Maio de 1997 páginas, 30 e 31:

 


 

S U S = Porco Interessante que em Latim a palavra SUS também é PORCO... Aqui não se fala somente da escrita, mas, também da fonética SUS=porco.

Atenção críticos: aqui se trata de Fonética.

 

Em fevereiro de 2004, em congresso no Hotel Fiesta (Itaigara) com o Rabino Joseph Shulam, do movimento judaico messiânico, Presidente do Netivyah Bible Instruction Ministry de Jerusalém Israel, uma das maiores autoridades Bíblicas de Jerusalém, afirmou em público que, 120 Rabinos em Israel aceitaram Ieshua Há Mashiach, ainda afirmou com letras gigantes, que o nome Jesus veio do paganismo Latino de adoração ao sol vindo do deus Grego Zeus, o principal do Olimpo. Ele afirmou isso na presença de 200 pessoas em salvador. Tenho viajado ao redor do mundo e conversado com diversas autoridades, do mesmo nível, e todos afirmam a mesma coisa.

O Rabino El Hanam tenente dos Exércitos de Israel durante 20 anos, recentemente esteve no Brasil em Belo Horizonte e ele Falou da Importância do nome do Messias, que em Hebraico a origem do nome IEXU (¢h[¤I) deu origem em latim a palavra IESU, que veio de uma zombaria ainda no primeiro século da era nazarena Judaica. Este nome veio como zombaria dos fariseus e saduceus, pois a palavra ou o nome I E S H U A que termina com a letra ¢R ain mais ou menos o A do nosso  alfabeto e em grego o “alef”, significa olho ou seja o Messias que Vê, o Messias que enxerga, se você tirar essa última letra o ain (a)  fica IESHU, a palavra toma outro significado como o messias cego, pois ao as pessoas aceitarem a Ieshua como o Messias eles aceitavam o messias que vê, entretanto os fariseus com ódio diziam: eles não são discípulos do Messias que vê Ieshua, mas sim de Ieshu o Messias cego. E esse nome começou a gerar conflito e contenda já nos primeiros séculos Ieshu, em latim IESU, hoje Jesus.

Veja amado leitor, repito a mesma tecla, jamais Roma e nem pessoa alguma ou nação deveria ousar tocar, mudar o nome, isso é crime e as conseqüências espiritualmente aparecem, e esta aí diante de nossos olhos... Fico indignado com Pastores e pessoas que tanto defendem o apelido e espraguejam quem ouse pensar diferente de suas idéias, pergunto: Por que eles não fazem esse esforço para exaltar o verdadeiro NOME? Ainda que Jesus fosse um apelido do nome Grego, por que não exaltar , mostrar, restaurar a brecha que se fez contra o nome Yeshua? Não há desculpas diante do Eterno para quem ama fazer concessões a Roma Papal. Aqueles que pensam que o Novo Testamento (segunda aliança) foi escrito em Grego estão redondamente enganados, embriagados pelo vinho de Babilônia, pois até os termos que Roma usa como: Velho Testamento e Novo Testamento, não existem, são termos Romanos empossados por Adriano (imperador Romano) pra dizer que o velho se fez velho, a Lei não precisa ser guardada por pertencer ao velho concerto. Este era o conceito de Roma, tudo vale pra desviar o homem da Santa Torah do Eterno. O conceito correto é: Primeira aliança e segunda Aliança. Aí está a verdade que nenhum homem ousará a dizer sem perseguição, pois este como disse o profeta Isaias (Yeshaiahu) 58 serão chamados de restauradores de Brechas.

 

Os Jesuítas; ordem fundada por Inácio de Loyla que acumulou os piores crimes de todos os tempos, a “Inquisição”, onde milhões foram mortos em nome de Jesus. Se você leitor acessar as paginas da história e tentar espremer a mesma, manará rios de sangue praticado por esta ordem. Eles fazem um juramento e prometem em tempo e fora de tempo quando for oportuno executará todos os herejes que se opõe às suas idéias.

“Prometo e declaro que farei e ensinarei a guerra lenta e secreta contra os hereges... tudo farei para extirpá-los da face da terra, não pouparei idade, nem sexo, nem cor... farei arruinar, extirpar, estrangular e queimar vivo esses hereges. – Farei arrancar seus estômagos e o ventre de suas mulheres e esmagarei a cabeça de suas crianças contra a parede a fim de extirpar a raça”.

“Quando não puder fazer isso publicamente usarei secretamente o veneno na chávena de chá, a corda de estrangular, o laço, o punhal e a bola de chumbo".

- Com este punhal molhado no meu sangue farei minha rubrica como testemunho.

“Se eu for falso ou perjuro, podem meus irmãos, os soldados do papa cortar mãos e pés, e minha garganta de orelha a orelha; minha barriga seja aberta e queimada com enxofre e que minha alma seja torturada pelos demônios para sempre no inferno”. (O texto foi transcrito em parte).

Eu estava em Fortaleza e visitei Guaramiranga. Ao retornar para cidade encontrei um colégio que pertenceram aos Jesuítas, nosso grupo resolveu visitar este colégio. Ao descer, porém a escada daquele enorme Mosteiro vi uma quadro na parede dando uma forte ênfase: “O Nome de Jesus”

A ênfase dava claramente a entender que este era o verdadeiro nome do Messias, nome estava envolto ao sol com as letras IHS, uma hóstia com letras especiais me lembrava o sol do mitraísmo... Não dá pra desconfiar quem verdadeiramente estava interessado neste nome nas Escrituras sagradas?

O filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo” é um exemplo de restauração... Em entrevista a uma revista da Califórnia ele conta como teve que jejuar e orar, para conseguir a sua maior conquista: No filme os nomes aparecerem da maneira correta como: Pedro= Kefas, Maria=Mirian e YESHUA...

Perceba querido leitor, Os Romanos dominavam o mundo naquela época, era uma potência mundial em seu tempo, eles jamais aceitariam o domínio de um Messias Judeu, por sua vaidade e orgulho (Anti Semitismo). Este fato do deus cavalo, servir de zombaria na boca dos pagãos foi mostrado na Discovery channel (Assunto sobre: Os primeiros Nazarenos, fita vídeo em meu poder). Relata a descoberta de um desenho em uma pedra, mostrando figura de um homem crucificado numa cruz, com a cabeça de cavalo e as seguintes palavras: ALEXAMENO ADORA SEU deus “Durante séculos, esse nome Esus (YSUS), foi pronunciado como forma de zombaria para ofender os Nazarenos”. Todavia, esse incidente estava acontecendo fora da Kerrilá Judaica.

MITOLOGIA

Dom, 06 de Novembro de 2011 14:17

Nosso objetivo nesse capitulo é familiarizar o leitor em termos práticos com o mundo mitológico; e mostrar como esse mundo nos envolveu e embriagou a todas as nações.

Apolo

Apolo lício, recente cópia imperial romana de um original grego do século IV d.C. (museu do Louvre)

Nas mitologias grega e romana, Apolo (em grego, πόλλωνApóllōn ou πέλλωνApellōn) era um deus filho de Zeus e Leto, e irmão gémeo da deusa Ártemis, da caça. Em época mais tardia foi identificado como Hélios, deus do sol, pois era antes o deus da luz, e por arrastamento, a sua irmã foi identificada com Selene, deusa da lua. Mais tarde ainda, foi conhecido primordialmente como uma divindade solar. Na mitologia etrusca, foi conhecido como Aplu. Ao seu nome acrescenta-se, por vezes, epítetos relacionados com os locais onde era venerado, como o título de "Abeu" (de "Abas"), como era conhecido em Chipre.

Mas o seu culto estendia-se muito para além do culto solar. Apolo é também o deus da cura e das doenças, pai de Asclépio, ou Esculápio, venerado junto com este em grandes templos-hospitais, onde se curavam várias doenças, sobretudo através do sono. É ainda o deus da profecia. Inúmeros oráculos eram-lhe atribuídos, sendo o mais famoso o oráculo de Delfos, o mais importante da antigüidade que era visitado por inúmeras pessoas, alguns dos quais nem eram gregos. Como deus da música Apolo era representado tocando a sua lira, e é o corifeu das musas.

Zeus, seu pai, presenteou-o com arco e flechas de ouro, além de uma lira do mesmo material (sua irmã Ártemis ganhou os mesmos presentes, porém de prata). Todos eram obra de Hefesto, o Deus do fogo e das forjas. - Algumas versões dizem que Apolo ganhou a lira como um presente de Hermes.

Outra faceta deste deus é a sua parte mais violenta, quando ele usa o arco, para disparar dardos letais que matam os homens com doenças ou mortes súbitas. Ainda assumindo este lado mais negro. Apolo é o deus das pragas de ratos e dos lobos, que atormentavam muitas vezes os gregos.

Finalmente, Apolo é o deus dos jovens rapazes, ajudando na transição para a idade adulta. Assim, ele é sempre representado como um jovem, frequentemente nu, para simbolizar a pureza e a perfeição, já que ele é também o deus destes dois atributos.

Apolo Citaredo, Museus Capitolinos, Roma

A árvore mais sagrada para Apolo é o loureiro. Crê-se que alguns sacerdotes mastigavam loureiro(Santo Daime) para dizerem as profecias, outros usavam ramos de loureiro para salpicar o templo na purificação, ou para purificar a água com o fogo. As coroas de louro eram muitas vezes oferecidas a alguém que tinha conseguido algo extraordinário, superando-se a si mesmo, na procura da arete, o ideal grego simbolizado por este jovem deus.

Apolo participa em diversos mitos, incluindo a famosa guerra de Tróia, onde esteve ao lado troiano, dizimando os aqueus com praga quando estes ofenderam o seu sacerdote troiano, e acabando por matar Aquiles. A maioria dos mitos que dizem respeito a Apolo falam dos seus inúmeros amores, sendo os mais famosos Dafne, uma ninfa que foi transformada em loureiro (daí a sacralidade da árvore para Apolo), Jacinto, que se transformou na flor com o mesmo nome, e Ciparisso, o qual se transformou em Cipreste; nestes mitos amorosos, Apolo nunca tem sorte, e existe um mito que conta que isto se deve ao facto de ele se gabar de ser o melhor arqueiro entre os deuses, o que faz com que Eros, deus do amor, sinta inveja.

A Apolo é tradicionalmente consagrado o dia 22 de Janeiro

Afrodite

O nascimento de Vênus, de William-Adolphe Bouguereau

Afrodite era a deusa grega da beleza e da paixão sexual. Originário de Chipre, o seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto e Atenas. Foi identificada como Vênus pelos romanos.

Afrodite era a deusa grega do amor, do sexo, da regeneração, da fecundidade, do casamento e da beleza corporal. De acordo com o mito mais aceito, nasceu quando Urano (pai dos titãs) foi castrado por seu filho Cronos, que atirou os genitais cortados de Urano no mar, que começou a ferver e espumar, esse efeito foi a fecundação que ocorreu em Tálassa, deusa primordial do mar. De aphros ("espuma do mar"), ergueu-se Afrodite e o mar a carregou para Chipre. Por isso um de seus epítetos é Kypris. Assim, Afrodite é de uma geração mais antiga que a maioria dos outros deuses olímpicos. Em outra versão (como diz Homero), Dione é mãe de Afrodite com Zeus, sendo Dione, filha de Urano e Tálassa.

Casamento

Após destronar Cronos, Zeus ficou ressentido pois tão grande era o poder sedutor de Afrodite que ele e os demais deuses estavam brigando o tempo todo pelos encantos dela, enquanto esta os desprezava a todos. Como vingança e punição, Zeus fê-la casar-se com Hefesto, (segundo Homero, Afrodite e Hefesto se amavam, mas pela falta de atenção, Afrodite começou a trair o marido para melhor valorizá-la) que usou toda sua perícia para cobri-la com as melhores jóias do mundo, inclusive um cinto mágico do mais fino ouro, entrelaçado com filigranas mágicas. Isso não foi muito sábio de sua parte, uma vez que quando Afrodite usava esse cinto mágico, ninguém conseguia resistir a seus encantos. 44

Relacionamentos e filhos

Alguns de seus filhos são Hermafrodito (com Hermes), Eros (deus do amor e da paixão) dependendo da versão, é filho de Hefesto, Ares ou até Zeus (com Zeus, apenas quando Afrodite é filha de Tálassa), Anteros (com Ares, a versão mais aceita, ou com Adônis, versão menos conhecida), Fobos, Deimos e Harmonia (com Ares), Himeneu, (com Apolo), Príapo (com Dionísio) e Enéias (com Anquises). Os diversos filhos de Afrodite mostram seu domínio sobre as mais diversas faces do amor e da paixão humana. Afrodite sempre amou a alegria e o glamour, e nunca se satisfez em ser a esposa caseira do trabalhador Hefesto. Afrodite amou e foi amada por muitos deuses e mortais. Dentre seus amantes mortais, os mais famosos foram Anquises e Adônis, que também era apaixonado por Perséfone, que aliás, era sua rival, tanto pela disputa pelo amor de Adônis, tanto no que se diz respeito de beleza. Vale destacar que a deusa do amor não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparável com a sua, punindo (somente) mortais que se atrevessem comparar a beleza com a sua, ou, em certos casos, quem possuisse tal beleza. Exemplos disso é Psiquê e Andrômeda.

Cárites

Na mitologia grega, Afrodite era acompanhada pelas Cárites, ou Graças como eram também conhecidas. Seus nomes eram Aglae ("A Brilhante", "O Esplendor"), Tália ("A Verdejante") e Eufrosina ("Alegria da Alma")

Museu Arqueológico Nacional de Atenas.

Culto

Suas festas eram chamadas de afrodisíacas e eram celebradas por toda a Grécia, especialmente em Atenas e Corinto. Suas sacerdotisas eram prostitutas sagradas, que representavam a Deusa, e o sexo com elas era considerado um meio de adoração e contato com a Deusa. Seus símbolos incluem a murta, o golfinho, o pombo, o cisne, a romã e a limeira. Entre seus protegidos contam-se os marinheiros e artesãos.

Com o passar do tempo, e com a substituição da religiosidade matrifocal pela patriarcal, Afrodite passou a ser vista como uma Deusa frívola e promíscua, como resultado de sua sexualidade liberal. Parte dessa condenação a seu comportamento veio do medo humano frente à natureza incontrolável dos aspectos regidos pela Deusa do Amor.

Deusas relacionadas

Afrodite tem atributos comuns com as deusas Vénus (romana), Freya(deste termo surgiu freira) (nórdica), Turan (etrusca), Ishtar (mesopotâmica), Inanna (suméria) e com Astarte (mitologia babilônica).

Hades

Hades, deus grego do mundo inferior, no trono, com seu cajado com cabeça de pássaro, num vaso feito no séc. IV a.C.(Como os apóstolos escreveriam a  palavra Hades em grego, sabendo eles  que era um deidade pagã?) Inferno nasceu em babilônia, não existe este lugar, os padres intruduziram dentro da bíblia e a modificaram para causar Medo, para que as pessoas aceitassem a religião católica, de uma forma ou de outra. A plavra é Sheol, não é lugar de tormento, mais segunda morte.

Na mitologia grega, Hades é o deus do mundo inferior e das riquezas, soberano dos mortos, o nome Hades era usado para designar tanto o deus como os seus domínios. Ele é também é conhecido por ter raptado a deusa Perséfone ou Proserpina (no mundo subterrâneo) filha de Deméter.

Hades, o deus do mundo inferior

Hades, (Ἄιδη em grego), filho de Crono e de Réia, irmão de Zeus e Poseidon (Posídon), era um deus de poucas palavras e seu nome inspirava tanto medo que as pessoas procuravam não pronunciá-lo. Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante. Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos). Seu nome significa, em grego, o Invisível, e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade, que ele ganhou dos ciclopes quando participou da luta contra o pai e os titãs.

No fim da luta contra os titãs, vencidos os adversários, Zeus, Posídon e Hades partilharam entre si o império do universo. Zeus ficou com o céu; a terra ficou sob o domínio e cuidado das deusas. Posídon herdou o reino dos mares e Hades tornou-se o deus das profundezas, dos subterrâneos e das riquezas.

Como reinava sobre os mortos era ajudado por outras divindades, Hécate, as Fúrias, as Parcas, as Harpias, a Morte, o Sono e as Górgonas. Além disso, era presidente do Tribunal, julgando as almas que lá chegavam, auxiliado por Minos, Éaco e Radamanto. Hades também era ajudado por dois deuses que ficavam nos Campos Elísios: Tanatos (Deus da Morte) e Hypnos (Deus do Sono). Se as almas fossem condenadas eram atiradas ao Tártaro, se absolvidas eram encaminhadas aos Campos Elísios ou Ilha dos Bem Aventurados.

O nome Plutão "o rico" (pois era dono das riquezas do subsolo) ou "o distribuidor de riqueza", que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos, e apresentava um lado bom, pois era ele quem propiciava o desenvolvimento das sementes e favorecia a produtividade dos campos.

Como divindade agrícola, seu nome estava ligado a Ceres e junto com ela era celebrado nos Mistérios de Êleusis que eram os ritos comemorativos da fertilidade, das colheitas e das estações.

Era também conhecido como o Hospitaleiro, pois sempre havia lugar para mais uma alma no seu reino.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, Hades não é o deus da morte, mas sim do pós-morte. Apenas Marte e Saturno estão relacionados com a prática da morte. Assim, Hades não é inimigo da humanidade, como o são, Marte e Saturno.

O deus raramente deixava seus domínios e não se envolvia em assuntos terrestres ou olímpicos. Deixou o seu reino apenas duas vezes; uma para raptar Proserpina, (Perséfone, filha de Demeter), a quem tomou como esposa e outra para curar-se, no Olimpo, de uma ferida provocada por Héracles.

 

Hades era conhecido como o reino dos mortos ou simplesmente o submundo. Este era um lugar onde imperava a tristeza. Hades era senhor do submundo e usa-se seu nome para designar também a região das profundezas, Erebus.

Hades(Inferno), o reino dos mortos

 

 

Virgílio localiza a entrada da morada dos mortos; é perto do Vesúvio. Uma região vulcânica que sofre tremores e desprende um cheiro terrível vindo das profundezas. Assim ele descreve a ida da Sibila com Enéias ao Hades.

Lá dentro, há que passar pelos Pesares, as Ansiedades, as Enfermidades, a Velhice, o Medo, a Fome, o Cansaço, a Miséria e a Morte. Depois se enfrenta as Fúrias, a Discórdia, Briareu de cem braços, as hidras e quimeras. Assim se chega ao negro rio Aqueronte onde está o barqueiro Caronte, velho e esquálido. Em seu barco ele transporta as almas de todos, sejam heróis, jovens, velhos, virgens, homens ou mulheres.

A outra margem do rio era guardada pelo feroz cão tricéfalo Cérbero, que deixava entrar as almas, mas nunca sair. Seguindo a estrada onde vagueiam as almas dos que não foram devidamente sepultados, mais a frente, existe um caminho que se divide. Um lado leva ao Elísio e outro às regiões dos condenados onde corre o rio Flegeton. O abismo do Tártaro é onde habitam as almas desgraçadas que ali enfrentam todos os suplícios.

Os Campos Elísios eram um belo lugar onde moravam as almas dos heróis, santos sacerdotes, poetas. Também havia um vale por onde corria o rio Lete e onde as almas dos que iam voltar à Terra esperavam por um corpo, no momento devido.

Plutão habitava um palácio circundado por um bosque de choupos e salgueiros estéreis. O solo era recoberto de asfódelo, planta das ruínas e dos cemitérios.

Algumas observações

Para Hades, eram consagrados o narciso e o cipreste. O deus é representado de diversas maneiras:

  • ou de cenho franzido, cabelos e barbas em desalinho, vestindo túnica e mantos vermelhos, sentado no trono e tendo ao seu lado o cão Cérbero,
  • ou como deus da vegetação, com traços mais suaves,
  • ou levando nas mãos uma cornucópia ou com uma coroa de ébano na cabeça, chaves na mão e sobre um coche puxado por cavalos negros.

Tânatos

Na mitologia grega, Tânatos era a própria personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no submundo.

Diz-se que Tânatos nasceu em 21 de agosto sendo a sua data de anos o dia favorito para tirar vidas.

Thanatos era irmão gêmeo de Hipnos, do Sono e filho de Nix, a Noite e Érebo, as trevas. Era representado como uma nuvem prateada ou um homem de olhos e cabelos prateados.

Tânatos tem um pequeno papel na mitologia, sendo eclipsado por Hades. Porém, ele é um dos protagonistas no mito de Sísifo, onde este por duas vezes enganou a morte, sendo que na última vez ele aprisionou Tânatos, evitando que este o levasse ao Hades ao mesmo tempo evitando que qualquer outra pessoa ou ser vivo morresse.

Ciências

Em Parapsicologia, Tânatos (psicologia) é um impulso urgente e inconsciente de morrer.

Para a Psicanálise, Tânatos é a personificação mítica da Pulsão de Morte, um impulso instintivo e inconsciente que busca a morte e/ou a destruição. Esse conceito aparece desenvolvido nos livros "Mais além do princípio do prazer" e "Mal-estar na civilização", de Sigmund Freud.

Réia

Na mitologia grega, Reia ou Réia uma titã, filha de Urano e de Gaia. Na mitologia romana é identificada com Cibele, a Magna Mater deorum Idaea.

Irmã e esposa de Cronos, gerou Deméter, Hades, Hera, Hestia, Poseidon e Zeus, segundo a Teogonia de Hesíodo.

Devido a um oráculo de Urano, que profetizara que Cronos seria destronado por um dos filhos, este engulia todos os seus filhos. Quando Zeus nasceu, Reia deu-lhe uma pedra enrolada em panos no lugar de Zeus, entregando este para ser criado por ninfas, principalmente pela Ninfa Amaltéia (cabra que alimentou Zeus). Deu assim lugar ao destronamento de Cronos e a ascendência de Zeus ao Olimpo.

Seguindo a ascensão de seu filho Zeus ao status de rei dos deuses, ela contestou sua parte do mundo e acabou refugiando-se nas montanhas, onde cercou-se de criaturas selvagens, geralmente, é associada a leões ou a uma biga puxada por leões.

 

Graças

As Três Graças, de Carle Van Loo (1763)

As Graças (Cárites na Mitologia Grega) são as deusas da dança, dos modos e da graça do amor, são seguidoras de Vênus e dançarinas do Olimpo. Apesar de pouco relevantes na mitologia greco-romana, a partir do Renascimento as Graças se tornaram símbolo da idílica harmonia do mundo clássico. Graças, nome latino das Cárites gregas, eram as deusas da fertilidade, do encantamento, da beleza e da amizade. Ao que parece, seu culto se iniciou na Beócia, onde eram consideradas deusas da vegetação. O nome de cada uma delas varia nas diferentes lendas. Na Ilíada de Homero aparece uma só Cárite, esposa do deus Hefesto, por freqüente é que se enumerem três:

  • Aglaia - a claridade;
  • Tália - a que faz brotar flores;
  • Eufrosina - o sentido da alegria;

Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras. Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas com Afrodite, deusa do amor. Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música. Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens desnudas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que se transferiu ao Renascimento e originou quadros célebres como "A primavera", de Botticelli, e "As três Graças", de Rubens.

Zeus era senhor do céu e deus grego supremo. Filho mais novo de Cronos e Réia, nasceu no Monte Ida, em Creta. Conhecido pelo nome romano de Júpiter, tinha como irmãos Poseídon, Hades, Deméter, Héstia e Hera, de quem era também marido, e pai de diversos deuses, como Atena, Artemis e Apolo. Zeus sempre foi considerado um deus do tempo, com raios, trovões, chuvas e tempestades atribuídas a ele. Mais tarde, ele foi associado à justiça e à lei, haviam muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, sendo que a mais magnífica era a sua estátua em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os jogos olímpicos eram realizados em sua honra, segundo mito, durante muito tempo quem governou a Terra foi o tirano Urano (o Céu). Até que foi deposto por Cronos, seu filho. Então Urano profetizou que Cronos também seria destronado por seu próprio filho.

Cronos, temendo a maldição, passou a devorar vivos os próprios filhos, logo que estes nasciam. Vários bebês tiveram esse destino. Réia, porém, não podia deixar de amar seus filhos. Assim, após dar a luz um menino, Réia enganou o marido, dando um potro a Cronos. Este, ansioso por se proteger da profecia, devorou o potro sem perceber o embuste. Alguns poetas, de forma diferente, dizem que Cronos engoliu um saco de pedras. Réia levou o filho salvo para um local seguro, dando-lhe o nome de Zeus (tesouro que reluz).

Juno

Júpiter e Juno ou João, por Carraci, séc XVI

Juno ou Juno Lucina, também conhecida como Hera na mitologia grega, é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses. É representada pelo pavão, sua ave favorita. Íris era sua servente e mensageira.

Juno e Júpiter tinham 2 filhos, Marte (Ares), deus da guerra e Vulcano (Hefesto), o artista celestial, que era coxo. Juno sentia-se tão aborrecido ao vê-lo que atirou-o para fora do céu. Outra versão diz que Júpiter o jogou para fora, por este ter participado de uma briga do rei do Olimpo com Juno, deixando-o coxo com a queda.

Juno possuia muitas rivais, entre elas, a bela Calisto, que Juno, por inveja da imensa beleza que conquistara seu marido, transformou numa ursa. Calisto passou a viver sozinha com medo dos caçadores e das outras feras da floresta, esquecendo-se de que agora ela própria era uma. Um dia, Calisto reconheceu num caçador seu filho Arcas, já homem. Quis correr e abraçá-lo mas Arcas já erguera sua lança para matá-la quando Júpiter, vendo a desgraça que estava por acontecer afastou-os e lançou-os ao céu transformando-os nas constelações de Ursa Maior e Ursa Menor. Juno, enfurecida por Júpiter ter dado tal privilégio a sua rival, sai à procura de Tétis e Oceanus, as antigas divindades do mar. Conta-lhes toda a injúria que Júpiter fizera a ela, e pede para que eles não deixem as constelações se esconderem em suas águas. Assim a Ursa Maior e a Ursa Menor movem-se em círculo no céu mas nunca descem por trás do oceâno, como as outras estrelas.

Outra de suas rivais foi Io, que Júpiter, ao sentir a presença de Juno, transforma em uma novilha. Juno, desconfiada, pede a novilha de presente, Júpiter não podia negar um presente tão insignificante a sua mulher, então, pesaroso, entrega a novilha a Juno que coloca-a sob os cuidados de Argos, um monstro de muitos olhos, e tendo tantos, nunca fechava mais que dois para dormir, vigiando Io dia e noite. Júpiter, perturbado pelo sofrimento da amante, pede a Mercúrio que mate Argos. Com músicas e histórias, Mercúrio consegue fazer com que Argos feche seus 100 olhos e nisso corta sua cabeça. Juno entristecida recolhe seus olhos que haviam perdido toda a luz e coloca-os na cauda de seu pavão, onde permanecem até hoje.

Enfurecida, Juno persegue Io por muitas partes da terra até que Júpiter intercede por ela prometendo não dar mais atenção a Io. Juno concorda devolvendo-lhe a aparência humana.

Outro forte inimigo de Juno foi Hércules, filho de Júpiter com a mortal Alcmena. A este declarou guerra desde seu nascimento. Com uma tentativa frustrada de matá-lo quando era apenas um bebê, Juno o submete a Euristeus, que o envolve em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como "doze trabalhos".

Baco

Baco era o filho do deus olímpico Júpiter e da mortal Sêmele. Deus do vinho, representava seu poder embriagador, suas influências benéficas e sociais. Promotor

da civilização, legislador e amante da paz. Líber é seu nome latino e Dioniso é seu equivalente grego.

História:

Sémele quando estava grávida exigiu a Júpiter que se apresentasse na sua presença em toda a glória, para que ela pudesse ver o verdadeiro aspecto do pai do seu filho. O deus ainda tentou dissuadi-la, mas em vão. Quando finalmente apareceu em todo o seu esplendor, Sémele, como mortal que era, não pôde suportar tal visão e caiu fulminada. Júpiter tomou então das cinzas o feto ainda no sexto mês e meteu-o dentro da barriga da sua própria perna, onde terminou a gestação.

Ao tornar-se adulto, Baco apaixona-se pela cultura da vinha e descobre a arte de extrair o suco da fruta. Porém, a inveja de Hera levou-a a torná-lo louco a vagar por várias partes da Terra. Quando passa pela Frígia, a deusa Cíbele cura-o e o instrui nos seus ritos religiosos. Curado, ele atravessa a Ásia ensinando a cultura da vinha. Quis introduzir o seu culto na Grécia depois de voltar triunfalmente da sua expedição à Índia, mas encontrou oposição por alguns príncipes receosos do alvoroço por ele causado.

O rei Penteu proíbe os ritos do novo culto ao aproximar-se de Tebas, sua terra natal. Porém, quando Baco se aproxima, mulheres, crianças, velhos e jovens correm a dar-lhe boas vindas e participar de sua marcha triunfal. Penteu manda seus servos procurarem Baco e levá-lo até ele, Porém, estes só conseguem fazer prisioneiro um dos companheiros de Baco, que Penteu interroga querendo saber desses novos ritos. Este se apresenta como Acetes, um piloto, e conta que, certa vez velejando para Delos, ele e seus marinheiros tocaram na ilha de Dia, e lá desembarcaram. Na manhã seguinte os marinheiros encontraram um jovem de aparencia delicada adormecido, que julgaram ser filho de um rei, e que conseguiriam uma boa quantia em seu resgate. Observando-o, Acetes percebe algo superior aos mortais no jovem e pensa se tratar de alguma divindade e pede perdão a ele pelos maus tratos. Porém seus companheiros, cegados pela cobiça, levam-no a bordo mesmo com a oposição de Acetes. Os marinheiros mentem dizendo que levariam Baco (pois era realmente ele) onde ele quisesse estar, e Baco responde dizendo que Naxos era sua terra natal e que se eles o levassem até lá seriam bem recompensados. Eles prometem fazer isso e dizem a Acetes para levar o menino a Naxos. Porém, quando ele começa a manobrar em direção a Naxos ouve sussurros e vê sinais de que deveria levá-lo ao Egito para ser vendido como escravo, e se recusa a participar do ato de baixeza.

Baco, de da Vinci

Baco percebe a trama, olha para o mar entristecido, e de repente a nau pára no meio do mar como se fincada em terra, assustados, os homens impelem seus remos e soltam mais as velas, tudo em vão. O cheiro agradável de vinho se alastra por toda a nau e percebe-se que vinhas crescem, carregadas de frutos sob o mastro e por toda a extensão do casco do navio e ouve-se sons melodiosos de flauta. Baco aparece com uma coroa de folhas de parra empunhando uma lança enfeitada de hera. Formas ágeis de animais selvagens brincam em torno de sua figura. Os marinheiros levados à loucura começam a se atirar para fora do barco e ao atingir a água seus corpos se achatavam e terminavam numa cauda retorcida. Os outros começam a ganhar membros de peixes, suas bocas alargam-se e narinas dilatam, escamas revestem-lhes todo o corpo e ganham nadadeiras em lugar dos braços. Toda a tripulação fôra transformada e dos 20 homens só restava Acetes, trêmulo de medo. Baco, porém, pede para que nada receie e navegue em direção a Naxos, onde encontra Ariadne e a toma como esposa. Cansado de ouvir aquela historia, Penteu manda aprisionar Acetes. E enquanto eram preparados os instrumentos de execução, as portas da prisão se abrem sozinhas e caem as cadeias que prendiam os membros de Acetes. Não se dando por vencido, Penteu se dirige ao local do culto encontrando sua própria mãe cega pelo deus, que ao ver Penteu manda as suas irmãs atacarem-no, dizendo ser um javali, o maior monstro que anda pelos bosques. Elas avançam, e ignorando as súplicas e pedidos de desculpa, matam-no. Assim é estabelecido na Grécia o culto de Baco. Certa vez, seu mestre e pai de criação, Sileno, perdeu-se e dias depois quando Midas o levou de volta e disse tê-lo encontrado perdido, Baco concedeu à ele um pedido. Embora entristecido por ele não ter escolhido algo melhor, deu a ele o poder de transformar tudo o que tocasse em ouro. Depois, sendo ele uma divindade benévola, ouve as súplicas do mesmo para que tirasse dele esse poder.

 

Literatura
Preste atenção no rostinho de baco, com quem parece?
Cabelos compridos e loiros, olhos claros e branco? Acertou “Jesus”
Na epopeia Os Lusíadas de Luís de Camões, Baco é o principal opositor dos heróis portugueses, argumentando no episódio do Consílio dos deuses que seria esquecido se os lusos chegassem à Índia.
Deus Sol Invicto (ou Deus Sol Invictus) era um título relígioso aplicado a três divindades distintas durante o Império Romano tardio.
Ao contrário de outros, o culto agrário de Sol Indiges ("Sol na-Terra"), o título Deus Sol Invictus foi formado por analogia ao título imperial pius felix invictus (pio, feliz, invicto).
O título foi introduzido pelo Imperador Heliogabalo, durante a sua tentativa abortada de impor um deus Elagabalo Sol Invicto, o deus sol da sua cidade natal Emesa na Síria. Com a morte do imperador em 222 d.C., contudo, o seu culto esvaneceu-se.
Em segundo instante, o título invicto (invictus) foi aplicado a Mitra em inscrições de devotos. Também, aparece aplicado a Marte.
Literatura
Preste atenção no rostinho de baco, com quem parece?
Cabelos compridos e loiros, olhos claros e branco? Acertou “Jesus”
Na epopeia Os Lusíadas de Luís de Camões, Baco é o principal opositor dos heróis portugueses, argumentando no episódio do Consílio dos deuses que seria esquecido se os lusos chegassem à Índia.

Deus Sol Invicto (ou Deus Sol Invictus) era um título relígioso aplicado a três divindades distintas durante o Império Romano tardio.
Ao contrário de outros, o culto agrário de Sol Indiges ("Sol na-Terra"), o título Deus Sol Invictus foi formado por analogia ao título imperial pius felix invictus (pio, feliz, invicto).
O título foi introduzido pelo Imperador Heliogabalo, durante a sua tentativa abortada de impor um deus Elagabalo Sol Invicto, o deus sol da sua cidade natal Emesa na Síria. Com a morte do imperador em 222 d.C., contudo, o seu culto esvaneceu-se.
Em segundo instante, o título invicto (invictus) foi aplicado a Mitra em inscrições de devotos. Também, aparece aplicado a Marte.

Finalmente, o imperador Aureliano introduziu um culto oficial do Sol Invicto em 270 d.C., fazendo do Deus Sol, a primeira divindade do império,contudo não oficialmente identificado com Mitras, o Sol de Aurélio tem muitas características próprias do Mitraísmo, incluíndo a representação iconográfica do deus com juventude sem barba. O culto de Sol Invicto continuou a ser uma base do paganismo oficial até o triunfo da cristandade - antes da sua conversão, e até o jovem imperador Constantino tinha o Sol Invicto como a sua cunhagem oficial.

Do culto ao Deus Sol, atualmente só permanece a data, 25 de dezembro, que era o dia de adoração dos romanos a este deus saído das cavernas e cujo dia de celebração os cristãos aproveitaram para consagrar como sendo "o dia do nascimento de Cristo" por ele ter sido declarado "a luz do mundo".

 

Preste atenção no nome do Sol Invictus: O seu Nome era “DEUS” . Veja leitor, todo esse tempo você adorou o Sol, com o nome de Deus, que é ZEUS a mesma a palavra.

É terrível pensar que os homens introduziram esta palavra na Bíblia.

 

“No Pricipio criou Deus(Sol)Satanás os ceus e a terra...”

É terrível...

 

SEPTUAGINTA

Dom, 06 de Novembro de 2011 14:47

O que é a SEPTUAGINTA ou LXX?

Enns (Arqueólogo e pesquisador) afirma que a "SEPTUAGINTA é uma tradução grega do Velho Testamento hebraico. Ela foi traduzida peça por peça em Alexandria, Egito, entre os anos de 50 e 150 AC. . .Escritores do Novo Testamento citaram às vezes a SEPTUAGINTA"? Mas que prova temos de tal tradução grega antiga do Velho Testamento que estava disponível ao Salvador e aos apóstolos? Não muita, como a seguinte citação indica:

"A tradução foi realizada indubitavelmente durante o 3° e 2° séculos a.C e é pretendido que fosse acabada já no tempo de Ptolemy II

Philadelphus, de acordo com a denominada Carta de Aristeas para Philocrates (130 - 100 A.C.). De acordo com a Carta de Aristeas, bibliotecário da Alexandria persuadiu Ptolemy II Philadelphus para traduzir a Torá para o grego para uso pelos judeus da Alexandria. A carta menciona que foram selecionados seis tradutores de cada uma das 12 tribos e que eles completaram a tradução em apenas 72 dias.

Enquanto os detalhes desta história são indubitavelmente fictícios, o núcleo de fato contido nisto é que: Parece ser que o Pentateuco foi traduzido para o grego em algum dia durante a primeira metade do 3° século a.C. Durante os próximos dois séculos o remanescente dos textos foi traduzido, como também algum livro' apócrifo e não-canônico. Isto é uma admissão espantosa. A única prova de origem da Septuaginta na era Pré-cristã é a Carta de Aristeas que, de acordo com a citação acima, dá detalhes que são "incontestavelmente fictícios", Isto é duro de tragar. No seminário nós ouvimos muitos pronunciamentos autorizados relativos à grande Antigüidade da Septuaginta, Nos sos professores, e os livros de ensino que eles nos fizeram ler, não poderiam estar errados, Seguramente, nós raciocinamos: deve haver alguma evidência definitiva de manuscritos! Bem, há alguma evidência de manuscritos, mas esta não apóia as origens pré-Judaicas nazarenas da Septuaginta Pois Judeus respeitam a Halarra: Autoridade doutrinal e espiritual, e, jamais um Iehudim (judeu) aceitaria a torah ser passada para uma língua pagã, pois isso desvirtuaria a autoridade da mesma, pois todos nós sabemos que 80% da língua Grega é pagã. Exemplo Hades (nome de ídolo) Anastasis (ressureição nome de uma deusa grega). Graça (nome de uma outra deusa) Jamais um Judeu aceitaria transgredir o Halarrá.

Unger escreve: "Os mais velhos e mais importantes manuscritos da Septuaginta são: (a) Códice Vaticanus (b) Códice Alexandrinus. . ."(c)Códice Sinaiticus.  Duas coisas golpearão o leitor perspicaz imediatamente, manuscritos que temos em mãos mais antigos vieram do quarto século d.C. Além disso, eles são: manuscritos corruptos nos quais o Texto notório de Westcott-Hort é baseado. Se estes são "os mais velhos e mais importantes dos manuscritos” da SEPTUAGINTA, nós temos que concluir que os mesmos não são tão antigos, e, portanto não são muito bons. Como professor de seminário, eu tenho ensinado a "linha tradicional" sobre a Septuaginta. Eu já não farei mais assim. A afirmação de que o Vaticanus e o Sinaiticus são "os mais velhos e, portanto, os manuscritos mais confiáveis" da Septuaginta não devem ser ignorados. Jones traz o quadro em aguçado enfoque ao escrever:

Constantemente nos é falado que Vaticanus e Sinaiticus são os mais velhos manuscritos gregos existentes, conseqüentemente, os mais fidedignos e melhores que eles são, de fato, os da Bíblia. Ainda o Texto Grego Novo que substituiu o Textus Receptus representa nas mentes da vasta maioria dos estudiosos o empreendimento privado de apenas dois homens, dois muito religiosos embora homens não convertidos, Westcott e Hort. Estes homens fundaram a "Bíblia" deles baseada quase que exclusivamente na quinta coluna do Velho Testamento de Origen e no Novo Testamento editado pelo mesmo. As leituras do Novo Testamento deles são derivadas quase que exclusivamente de cinco manuscritos, principalmente sobre-Vaticanus B. Além disso, deve ser visto que o testemunho destes dois manuscritos corrompidos é quase que o único responsável por todos os erros introduzidos nas Sagradas Escrituras em ambos os testamentos, isto, através dos críticos modernos!

Moorman dá dois exemplos de escritores que discutem sobre o tema de que não há nenhuma era pre-cristã da Septuaginta. Uma pessoa era Paul Kahle, Ele desenvolveu a teoria que a LXX teve sua origem nas muitas traduções orais gregas do Velho Testamento que posteriormente foi escrito para uso nos cultos depois da leitura do original hebraico. Peter Ruclanan manteve uma posição semelhante; Enquanto Kawe chama a "Carta de Aristeas" de propaganda, Ruclanan a taxa de uma "mera fabricação" e lembra que ninguém produziu uma cópia grega da Septuaginta que data de 300 antes d.C. Nunca o Salvador e os apóstolos citaram a Septuaginta.

Sobre a Reivindicação de Que o Salvador teria usado a Septuaginta, D. A. Waite desafia a contenção que o Senhor citou da Septuaginta. Em Mateus 5: 18 o Salvador falou sobre a Lei e disse: "Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum, passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido." Nosso Senhor falou do "i" e do "til", as menores partes das letras hebraicas. Quão pequeno? Bem, o "i" se refere à letra hebraica "yodh" que é do tamanho de uma apóstrofe; esta é um terço da altura das outras letras hebraicas. O "til" se refere aos chifres, ou extensões minúsculas, de algumas letras hebraicas, como o "daleth", algo parecido com o golpe vertical do lábio em nosso "m" ou "n"; Isto excluiria uma Bíblia grega, Além disso, o Novo Testamento se refere a uma divisão tripartite do Velho Testamento lei, profetas e salmos (Lucas 24:27, 44).

Os manuscritos do Velho Testamento grego são, Porém entremeados com escritos apócrifos, nunca reconhecidos como "escritura". Pelos Rabinos, ou pelo Salvador ou pelos apóstolos. -

Como vemos a Septuaginta é pobre, frequentemente se afasta do hebraico, e torce doutrinas importantes. O testemunho destes dois manuscritos corrompidos é quase que o único responsável por todos os erros introduzidos nas Sagradas Escrituras, em ambos os testamentos, isto na visão dos críticos modernos!

 . Esta é um terço da altura das outras letras hebraicas. O "til" se refere aos chifres, ou extensões minúsculas, de algumas letras hebraicas, como o "daleth", algo parecido com o golpe vertical do lábio em nosso "m" ou "n". Isto excluiria uma Bíblia grega. Além disso, o Novo Testamento se refere a uma divisão tripartite do Velho Testamento - lei, profetas e salmos (Lucas 24:27, 44).

 

Os manuscritos do Velho Testamento grego são, Porém entremeados com escritos apócrifos, nunca reconhecidos como "escritura" Pelos Rabinos, pelo Salvador ou pelos apóstolos.

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