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Bnei Baruch - A Mensagem

Seg, 08 de Agosto de 2011 18:29
Bnei Baruch
O Instituto Bnei Baruch possui o maior grupo de Cabalistas em Israel, compartilhando a sabedoria da Cabala com o mundo inteiro. Materiais de estudo, em mais de 25 idiomas, são baseados em textos autênticos da Cabala, os quais nos foram passados de geração em geração.

A Mensagem
Bnei Baruch é um movimento diversificado de milhares de estudantes em todo o mundo. Cada um escolhe o seu caminho e a intensidade do seu esforço, dependendo de suas condições pessoais e habilidades.

Em anos recentes, o grupo evoluiu para um movimento dedicado a projetos educacionais voluntários, apresentando fontes autênticas de Cabala em linguagem contemporânea. A essência da mensagem disseminada pelo Bnei Baruch é a unidade entre as pessoas, nações e o amor ao próximo.

Durante milênios, os Cabalistas ensinaram que o amor ao próximo é a base do povo de Israel. Este amor prevaleceu nos tempos de Abraham, Moses e o grupo de Cabalistas que eles estabeleceram. O amor ao próximo foi o combustível que impulsionou o povo de Israel à extraordinárias realizações. Com o tempo, o amor ao próximo foi se transformando em odio infundado, a nação caiu no exílio e em aflição. Se dermos espaço para estes velhos-novos valores, descobriremos que possuímos o poder para colocar de lado nossas diferenças e nos unirmos.

A sabedoria da Cabala, escondida por milhares de anos, está agora despontando. Esperou até que estivesse suficientemente desenvolvida e preparada para implementar sua mensagem. Hoje, surge como mensagem e solução que tem o poder de unir as facções e nações, e nos levar, todos, como indivíduos e como sociedade a um estado muito melhor.

História e Origem


Rav Michael Laitman, Professor de Ontologia e Teoria do Conhecimento, PhD em Filosofia e Cabala, e MSc em Bio-Cibernética Médica, fundou o Bnei Baruch em 1991, após a morte do seu professor, Rav Baruch Shalom HaLevi Ashlag (O Rabash).

Rav Laitman chamou o seu grupo de Bnei Baruch (filhos de Baruch) como homenagem à memória do seu mentor, de cujo lado nunca saiu nos últimos 12 anos de sua vida, de 1979 a 1991. Rav Laitman foi o principal discípulo e assistente pessoal de Ashlag, e é reconhecido como seu sucessor no método de ensino.

O Rabash é o primeiro filho e sucessor do maior Cabalista do século XX, Rabbi Yehuda Leib HaLevi Ashlag. Rabbi Yehuda Ashlag é o autor dos famosos comentários sobre o Livro do Zohar, O Sulam (A Escada), o primeiro a revelar o método completo para a ascenção espiritual. Esta é a razão de seu epíteto - Baal HaSulam (Dono da Escada).

Bnei Baruch baseia seu inteiro método de estudo no caminho seguido por estes grandes líderes espirituais.

Aulas de cabala


Como os Cabalistas vêm fazendo há séculos, e como a peça central das atividades do Bnei Baruch, o Rav Laitman conduz uma aula diária no centro Bnei Baruch de Israel, entre as 03:15 e 06:00 da manhã, hora local. As aulas são traduzidas simultaneamente em sete idiomas: Inglês, Russo, Espanhol, Alemão, Italiano, Francês e Turco. Em um futuro próximo estão previstos ainda os idiomas: Grego, Polonês e Português.

Como em todas as atividades do Bnei Baruch, a transmissão ao vivo é gratuita para milhares de alunos, em todo o mundo.

Funding


Bnei Baruch é uma organização sem fins lucrativos para o ensino e compartilhamento da sabedoria da Cabala. Para manter sua independência e pureza de intenções, Bnei Baruch não é suportada, financiada ou tem qualquer outro tipo de vínculo com entidades políticas ou governamentais.

Como a maior parte de suas atividades são fornecidas gratuitamente, a principal fonte de recursos é o dízimo, contribuido voluntàriamente pelos alunos. Fontes adicionais de recursos são a venda de livros, vendidos a preço de custo e doações.

Rav Michael Laitman, PhD Rav Michael Laitman, PhD


Dr. Laitman recebeu seu PhD em Filosofia e Cabala do Instituto de Filosofia de Moscou, da Academia de Ciências da Russia e seu Mestrado em Cibernética na Medicina da Universidade Politécnica Estadual de São Petersburgo, Faculdade de Cibernética na Medicina e Biologia. Além de ser um cientista e pesquisador, Dr. Laitman tem se dedicado à Cabala nos últimos trinta anos. Publicou 30 livros sobre a Cabala e inúmeras publicações sobre Cabala e Ciência.

As extensas atividades científicas e educacionais do Dr. Laitman, fizeram-no merecedor do título de Professor em Ontologia e Teoria do Conhecimento, concedido pela "The Highest Interdisciplinary Academic Attestation Commission of the Russian Federation".

Adicionalmente, Dr. Laitman colaborou com proeminentes cientistas, conduzindo pesquisa única em ciência moderna e a Cabala e em 2005 escreveu um livro sobre este mesmo tópico, em co-autoria com o Prof Vadim Rozin da Universidade Estadual Lomonosov de Moscou, da Universidade Estadual de Moscou, da Universidade Estadual de Ciências Humanas na Academia de Ciências da Russia.

Introdução à Cabala

Seg, 08 de Agosto de 2011 18:35
Descrição

Rav Michael Laitman, PhD apresenta a evolução dos desejos, como ela está associada à vida de uma pessoa e à evolução da humanidade. Como pela criação de um sentido adicional, começamos a sentir os outros da mesma maneira como nos sentimos.
Transcrição
O Desenvolvimento dos Desejos em uma Pessoa

Nossos níveis de desenvolvimento dependem do nosso desejo de receber. Essa é a nossa substância - nosso desejo de receber, o qual evolui continuamente. Entretanto, o desenvolvimento do desejo de receber é gradual.

Primeiro ele evolui em desejos físicos, focando nas necessidades do corpo. Mesmo que as pessoas vivam sozinhas, elas ainda assim necessitam de comida, sexo, família e moradia. É isso o que o corpo necessita. Assim, esses desejos físicos foram os primeiros a se desenvolver, nos primórdios da humanidade. Depois veio o desejo por riqueza e dinheiro. O desejo de receber continuou crescendo.

Seguindo o desejo por dinheiro veio o desejo por honra e poder. Agora vemos que mais pessoas começaram a evoluir. Aqueles focados em desejos físicos foram para os desejos por riqueza. Os que visavam desejos por riqueza, buscaram honra e poder. E após os desejos de honra e poder vieram os desejos por conhecimento científico, a partir da Idade Média, especialmente no tempo da Renascença.

Em nossos dias, começou a surgir o desejo por espiritualidade. Cada vez que as pessoas vêm para esse mundo, trazem um desejo de receber maior, com um grande ego por trás. Foi por essa razão que os ensinamentos foram mantidos em segredo, para que não fossem mal utilizados.

Quando aparece o desejo por espiritualidade? Depois que a pessoa tenha se desesperado com o seu desenvolvimento nos níveis anteriores e tenha atingido o estágio em que parece não existir mais nada nesse mundo que possa satisfaze-la. Só então ela pergunta: qual é o propósito da minha vida? Por que eu existo? Qual a razão dessa vida com todo esse sofrimento?

Essas questões levam uma pessoa a questionar sua origem, "De onde vem minha vida? Essas dúvidas são de um Plano Superior, podemos assim dizer. Esse é o desejo terreno de receber, tudo o que acontece nesse mundo. Daqui para a frente começa o desejo espiritual de receber.

Agora, aquele que busca começa a perguntar sobre coisas que estão além desse mundo, sobre as razões que estão além das desse mundo. Nesse ponto está o momento de revelar a sabedoria da Cabala. Por que? Porque a Cabala responderá a essas questões e quando a sabedoria é revelada, esta revelação vai nos aperfeiçoar, nos suportar e nos corrigir.

Uma vez corrigidos, estaremos protegidos dos nossos egos e não poderemos nos fazer mal. Entenderemos como a realidade é construida e entenderemos o Mundo Superior. Conheceremos a Providencia e o governo do Mundo Superior sobre nós.

Só então, depois que a sabedoria da Cabala for revelada, nós teremos permissão para abrir todos os demais ensinamentos e aprender como fizemos tudo errado no passado. Nesse ponto, com certeza, não poderemos mais nos fazer mal.

É por esta razão que o mundo hoje está atravessando um período muito difícil de crises. No passado, toda vez que ocorria uma crise, ela era substituida por uma nova crise. Se era uma crise econômica, essa era substituida por uma crise espiritual. Se não era espiritual, se transformava em crise cultural, e se não fosse cultural, então seria tecnológica. Elas de algum modo estavam sempre substituindo uma por outra e assim a humanidade ia evoluindo.

Hoje, chegamos a um ponto em que não importa com que tipo de especialistas falemos - filósofos, físicos, humanistas, cientistas ou sociólogos - todos chegaram a um brusco final em seu desenvolvimento. Estão completamente incapacitados em sua habilidade de antever o caminho certo a ser seguido. São incapazes de ver ou entender e sentem-se incapacitados de se desenvolver.

Neste ponto, dizem os Cabalistas, e sómente neste ponto, a sabedoria da Cabala deve ser revelada, porque ela fornece as respostas que os especialistas estão buscando. Em outras palavras, agora existe uma carência e a sabedoria da Cabala é revelada em função desta carência. Então agora é a hora de ser revelada.

Qual a necessidade de sua revelação e o que faz? A esse respeito Baal HaSulam escreveu o seguinte em seu artigo: "A Essência da Cabala"

"Em que consiste A Sabedoria?... Que esta sabedoria é uma sequência de raizes, que resultam, por meio de causa e consequência, em regras fixas e predeterminadas, entrelaçadas em um simples e destacado objetivo, descrito como "A revelação de Sua Divindade para Suas criaturas neste mundo".

Aulas ao vivo gratuitas

Seg, 08 de Agosto de 2011 18:37

titulo aulas online gratuitas

 

icone Shabat icone Palestra introdutória

 

Para mais informações entre em contato Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. | 0800 772 3272

Guerra dos calendários

Ter, 08 de Janeiro de 2013 16:22

Verdadeiramente estamos no fim do tempo do fim, os acontecimentos tomam um curso alto e os últimos momentos da historia deste mundo é rápido. Há.Satan, Sh.muel bem sabe disso e esta investindo alto para desviar o quanto poder o povo da profecia que esta fazendo Teshuvah, para transgredir a Torah do Eterno, Kadosh Hu.

Guerra dos calendários é realmente antiga, afinal o controle do calendário significava exercer um domínio sobre toda a vida religiosa do povo, por isso que encontramos no mundo oriental 6 calendários.

1) O calendário Samaritano

2) Calendário Fariseu

3) Calendário Essênio

4) O calendário Proto Hillel

5) O calendário de Hillel

6) O calendário Caraíta

Porem a questão esquenta ainda mais ao perguntar? Que calendário Yeshua usava?
Não temos duvida, que o Mashiach Yeshua seguiu o calendário dado pela Torah.
Sabemos que muitas foram as tentativas dos Gentios de paganizar o povo Judeu e fazer desviar o povo de guardar as festas e os Shabatot. Um desses, realmente foi Antíoco  Epifânio, que além de blasfemar a Beit Hamikidash introduzindo a estatua de “DEUS”(ZEUS é mesma coisa), tentou desviar o povo da guarda da Torah, inclusive impondo um calendário babilônio no intuito de grecizar o povo com o seu paganismo.

Como esta escrito em Macabim 6:6-7

“Não se permita mais a guarda do Shabat, a celebração das antigas festas, nem mesmo confessar-se Judeu. Em cada mês em dia Natalício do Rei, realizava-se um sacrifício; os judeus eram odiosamente forçados a tomar parte do banquete ritual e, por ocasião das festas em Honra a Dionísio , deviam acompanhar forçosamente o cortejo de Baco, coroados com hera.”

É verdadeiro afirmarmos que profecia tem duplicidade aplicativa, tanto literalmente, e ao longo da historia, qual chamamos profeticamente. No drashar lançado por Daniel 7:25 “Magoarás os Santos do Altíssimo e perseguirás os Santos do Altíssimo e cuidarás em mudar as festas(Hag calendário) e a Torah.”

A profecia ali teve seu cumprimento literal na pessoa desse ímpio: Antíoco  Epifânio.

De maneira profética teve sua aplicação ao longo dos anos. Também teve aplicação direta para a ponta pequena de Daniel, apontava diretamente para o papado, que implantou seu sistema babilônico mesclando o Judaísmo Natzri com o Cristianismo que nasceu na terra de Shinar em Bavel. Constantino foi o homem da profecia citado por Daniel. No concilio de Nicéia, a ponta pequena, Constantino, escreveu uma carta aos Judeus Natzri, onde ele cita o problema da Páscoa católica Romana em relação a Peseach Judaica. Na sua carta ele deixa bem claro, que a data da peseach Judaica, nunca deveria coincidir com a páscoa romana, que tinha seu ápice na sexta feira da paixão(dia em que as mulheres choravam a Thamuz

Ezequiel 8:14) No trecho da sua carta que esta no museu do vaticano e publicada em muitos livros judaicos, ele diz:

“Se por acaso vós Judeus Natzirii, quiser se unir conosco, é necessário que essa peseach espúria de vocês seja mudada para o dia de nossa Páscoa verdadeira, se não aceitares a nossa proposta, não poderemos continuar convosco, que Deus vos ajude.”

Os padres católicos, e o vaticano cuidam capiciosamente que isto seja cumprido a risca, pois ao longo da história nunca a peseach caiu na páscoa católica, eles vigiavam muito essa questão, legado dado pelo próprio Constantino. Uma cópia dessa carta, esta nas minha mãos, são duas paginas do próprio punho do imperador e o problema ali exposto é a data da páscoa ou seja a imposição do seu calendário solar. A profecia teve ali seu cumprimento,

pois todos sabem a história que eles impuseram esse calendário e mudaram O Shabatot e as festas santas, para as seis festas de Há.Satan: Natal, carnaval, páscoa, são João, primeiro do ano e o domingo solar, dia de descanso pagão ate o dia de hoje.

Para entendermos melhor a situação e como o Eterno de Israel vigia sobre seu povo para cumprir seus andamentos, estatutos e juízos, vamos mergulhar na historia e façamos um drashar profundo para saber e conhecer como era o processo real da contagem do tempo para sabermos exatamente em que dia cai a peseach. É importante dicionarmos aqui que se você erra a data da peseach, você erra todas as datas das outras 6 festas, com a primeira 7. Um exemplo de como se contava a peseach é o modelo até hoje dado por Elohim a Israel, vejamos a seguir no exemplo moderno, copiado desde a época de Moshé:

Início do 1º Mês Bíblico

A Lua Nova foi avistada em Israel a 4 de Abril de 2011 às 19h28 do Monte Ezequias por Nehemia Gordon e ás 19h29 por Yoel Halevi. A lua foi ainda avistada de Ashdod por Magdi Shamuel às 19h40.

Hoje é portanto o 1º dia do 1º mês bíblico.

Datas das Solenidades de YHWH para esta Primavera: Pesach (Páscoa) - na noite de 18 para 19 de Abril Chag HaMatzot (Pães Asmos) - do pôr-do-sol de 18 de Abril até ao pôr-do-sol de 25 de Abril Shavuot (Pentecostes) - do pôr-do-sol de 11 de Junho até ao pôr-do-sol de 12 de Junho

Chodesh Sameach!

(Feliz Lua Nova)

É assim se conta a festa de Peseach a partir da data que ela é vista pela primeira vez, assim sendo as outras festas são datadas a partir deste marco inicial.

O que acontece é que tem um grupo por aí de pessoas mal informada criando doutrinas satânicas e errada para desviar as pessoas da caminho do Eterno...

Essas pessoas inventam:

1) O primeiro dia da criação era a quarta feira, e sendo assim contando sete dias, o sábado vai cair Na terça feira e eles guardam esse dia e ensinam um monte gente a guardar o dia errado, que coisa terrível.

2) Eles chamam isso de calendário lunar

3) Enganam a milhares de pessoas pegam o texto fora do contexto nos outros versos das Escrituras, e as trevas riem deles.

O grande problema é: eles considerarem quarta feira o primeiro dia da criação. Vejam querido leitor eles sempre se opõe ao Eterno, O próprio criador estabeleceu. O Yom H.shom o primeiro dia da criação e a luz que foi estabelecida, era exatamente as 22 letras, que são fótons neutrinos (que foi e é a matéria prima da criação de todo nosso universomposto de muon, electrom, esterom e espectrom ) Eles se opõe ao próprio Elorrim no estabelecimento do seu primeiro dia da Criação, esquecendo que a palavra hebraica Barah, ( Beit=2 Resh=200 alef =1) some o numero final igual 5, isto é, Criar=5 é feito de uma guimatria que é igual a 5, pois a criação da natureza foi assim feita em 5 dias no sexto criou o homem e no sétimo descansou.

Existem na Torah quatro níveis de interpretação das Escrituras que são a base e o fundamento central de sua compreensão, que se harmoniza como todo, o primeiro fundamento é chamado de P.shat, significa simples, é o nível de compreensão direta da leitura das Sagradas Escrituras. Ex: “E disse: Tu és Keifá e sobre esta pedra...” (Mt. 16:18).

Remez: É o segundo nível que significa: se aprofunde mais. Ex: de remez é as parábolas, comparações metáforas etc... Ex: Bereshit (Gn. 3:15).

Drash: Pesquise (Profecias)

Sod: Significa oculto, se refere aos códigos bíblicos secretos, colocados pelo Eterno na Sua palavra; entre os códigos estão a guimátria, que era e é muito empregada pelos profetas.

Por conseguinte, vamos considerar a aplicação destes quatro níveis de interpretação, para entender melhor sobre o assunto.

Os primeiro Rabinos a pesquisar esse assunto e a se interessar pelo mesmo foi Bachya e Weissmandl, esse último, escreveu seu primeiro livro 23 anos antes sobre o assunto. A codificação que esta dentro da Torah no nível sod (Oculto) comentada por Bachya parecia bastante simples à superfície, mas tinha extraordinárias implicações quanto ao tipo de detalhes que poderiam ser encontrada na Torah através do códigos ali colocados pelo Eterno, através do “Salto de Letras”.O código descrito por Bachya era composto de quatro letras, separadas por um intervalo de 42 duas letras, começando com a primeira letra da passagem da abertura do Gênesis: “1Bereshit bará „Elo(rr)hím(i) et há shamaym v.et há aretz.[ No princípio criou „Elo(rr)hím(i) os céus e a terra ]”

A antiga tradição Judaica sustentava que essas passagens não só descrevia a criação em geral, mas, guando adequadamente “deCodificadas”, revelam detalhes explícitos da criação, em particular a exata duração dos acontecimentos e ciclos astronômicos críticos. Dizia-se que nessa passagem continha o nome de Elohim com 42 letras codificadas, e a tradição afirmava que nome se referia as atividades de Elohim Adonai durante a criação e mesmo antes dela, estabelecendo as épocas e as estações.

O código especifico citado por Bachya tinha quatro letras (B)Beith,(H) Hei, (R)resh (D)dalet f... cada uma delas em intervalos de 42 letras.

Essas quatro letras representavam um numero e a partir desse numero podia-se calcular a duração do mês lunar. A duração do mês lunar, que é compatível com essa decifração, e tem sido usada a milênios pelos judeus, difere dos cálculos de culturas vizinhas, baseados na astronomia, que remontam à época do exílio na babilônia. Assim sendo onde os Judeus obtiveram seu numero e por que se mantiveram fieis a ele?

A Torah oral sustenta que guando Elohim criou a escrita, Ele também deu a Moshé informações adicionais, que não deveriam ser escritas e que seriam necessárias para adequar o cumprimento dos mandamentos. Essas informações adicionais formam o núcleo da tradição oral. Elohim também teriam explicados que dentro da Torah escrita sempre poderiam ser encontradas pistas para todas as coisas reveladas oralmente. A duração do ciclo lunar era parte dessas informações.

Veja o Midrash Sod H.Ibbur: O Mistério da lua nova

“O senhor disse a Moshé e a Aarão: “...este Mês será para vós o começo dos meses...” e no momento em que Moshé, nosso mestre, recebeu esta ordem, o Eterno, Abençoado seja Ele, transmitiu-lhe as regras exatas para intercalação da Lua Nova. Assim Ele deu a conhecer a Moshé o método para estabelecer as épocas e as estações.”

No século IV Hillel deu um passo extraordinário para preservar a unidade de Israel. Para impedir que os judeus espalhados por toda superfície da terra celebrassem suas luas novas, festas, shabatot diferentes das datas que o Eterno Deu a Moshé etc..Hillel tornou público o sistema de calculo do calendário, que até então foi mantido no mais alto sigilo. (Arthur Spier, The comprehensive hebrew calendar, twentieth second century 5860) Nechunnya ben-HaKanah , que viveu na Judéia no século I, logo após a destruição de Israel pelos Romanos. Além de ser um especialista em diversos assuntos, afirmava especificamente se uma pessoa soubesse usar corretamente o nome com 42 letras encontraria a chave para a “ épocas e estações”. Contudo, a visão judaica tradicional atribui um profundo respeito à capacidade de calcular as estações e os meses, detectando e qualificando com precisão as relações entre o fluxo e o refluxo da lua (Tempos e as estações). Esse calculo racional, não mágico, é chave que liberta a mente para a contemplação do Eterno em sua beleza.

Verdadeiramente a duração do ciclo lunar “sinódico” de uma conjunção sol-lua até a seguinte é extremamente difícil de medir e calcular. Isso ocorre porque toda a revolução mensal da lua sobre a terra difere ligeiramente da anterior. Como diz o Talmude: o sol sabe o momento de descer, mas a lua não. A variabilidade lunar há muito tem desnorteado os astrônomos, temos que levar isso em conta.

Com o desenvolvimento das técnicas modernas de aproximação numérica que exigem computadores de alta velocidade, podemos agora gerar uma equação orbital boa e suficiente. Em 1923 antes do advento da computação mecânica, as equações calculadas a mão usavam 1500 termos para chegar uma aproximação. As aproximações atuais usam 6000 termos. Por causa dessas complicações, as estimativas cientificas para o mês lunar médio sofrem variações inevitáveis. Apesar disso, através de uma serie de cálculos complexos, a tradição oral judaica já sustentava que a duração média de um ciclo lunar era de: 29,53059 dias que corresponde ao que o Rambam descobriu, o grande Rabino. Em seu texto sobre o assunto, Maimônides (Rambam), deu-se o trabalho de enfatizar que o método produz uma média para o ciclo lunar.

Se esse numero 29,53059 dias para o mês lunar, não resulta na teoria e observação planetária, então de onde ele veio? Sabe-se sem sombras de duvidas que esse valor exato remonta muito antes do primeiro século, as evidências indicam que ele é muito mais antigo.

Tanto os babilônicos como os gregos daquela época tinham sistema de calendários, que compartilham muitas características com o calendário judaico. O problema com as sugestões dos estudiosos é que, embora próximos, nem o valor grego e nem o valor babilônico são exatamente o mesmo usado pelos os judeus. Isso prova que os judeus de fato não tomaram seus números dos gregos e dos babilônicos. Durante milênios o judeus se mantiveram fies aos primeiros números. Agora Quanto valor exato do mês Lunar em que bases se apegava o Rambam ao valor transmitido pela Torah oral?

A antiga resposta todas as essas perguntas é simplesmente não obtiveram de ninguém a duração do mês lunar. Pelo contrario, dizia-se que guando Elohim deu a Moshé a sequência de letras da Torah, Ele lhe deu também todas as explicações necessárias quanto ao que havia nela e como deveriam ser usadas. Maimônides em sua maior obra

A Mishne Torah, que estabeleceu os 613 mandamentos, poder-se-ia esperar que o valor ordenado do mês lunar no estabelecimento do calendário, tivesse alguma confirmação na Torah ocultamente codificada, e foi isso que aconteceu. O Rabino Weissmandl descobriu essa codificação e tomou como base o livro da Bachya.

Conclusão I (Baseado no livro a verdade por detrás do código da bíblia, Dr. Jeffrey Santinover)

A data critica, e como usá-la, estava contida no midrash Sod HaIbbur(mistério da lua nova)

durante muito tempo foi mantida em segredo dos babilônicos e dos gregos e dos romanos, todos estes suspeitavam que ele pudessem ser misteriosamente exata.

Por volta de 1582 tornou-se necessária uma segunda serie de reforma no calendário, a fim de eliminar dez dias acumulado desde a reforma do anterior calendário Juliano. O papa Gregório XIII ordenou que aqueles dez dias fossem eliminados e assim se fez. Contudo, o ciclo semanal não foi rompido. Porem Constantino, ao calcular o calendário Juliano cuidou que nunca a Peseach Judaica caísse no mesmo dia que a páscoa cristã paganizada. Até hoje

esse ditado é dito entre eles:

 

“É melhor errar com a lua do que acertar com os Judeus”

Assim sendo, o SOD HaIbbur identifica certos momentos críticos do relato da criação, que vai se desenrolando até o instante especial, segundo a tradição oral, em que Elohim criou o tempo. A maior parte dos ensinamentos de Gamaliel, refere-se aos detalhes usados para calcular os tempos e as estações, e para lidar com aqueles que erram no calculo, com brandura, pois é muito fácil errar. Shaul foi aluno de Gamaliel e conhecia perfeitamente esse calculo que era passado aos alunos.

A Bri.t Hadshá contem muitas alusões aos tempos e as estações, especialmente nas passagens proféticas, mas nada diz sobre métodos para calculá-los. Se existe algo como data de partida original, ela seria muito útil. Mas onde poderíamos encontrar essa data de partida, o ano, mês, o dia da semana(sábado do sétimo dia) minuto e segundo da primeira lua nova? Do ponto de vista cientifico a pergunta em se é absurda.

Porem, a tradição oral sabe que essa data existe e esta no relato bíblico da criação. E afirma:
Que a primeira lua nova ocorreu, num momento especifico da sexta manhã da criação, quando o homem foi criado, e não quando o sol e a lua foram colocados no firmamento, no quarto dia. E afirma quando isso aconteceu, exatamente no fim da sétima hora da manhã do sexto dia da criação(quatorze horas depois do pôr do sol do quinto dia). Em hebraico é escrito como vid : CI¦E¡

Que significa 6/14.

Esse é o instante exato que o relógio lunar começou a tiquetaquear tem sido transmitido de sábio para sábio através de milênios e foi registrados em inúmeros lugares. Desse ponto em diante, o tempo de qualquer lua nova pode ser calculado tomando-se o numero total de meses decorridos e multiplicando por 29,53059.

Temos portanto a seguir o seguinte calculo. Se 29,53059 é o numero correto dias na média de longo prazo para o mês lunar e se 6/14(sexto dia décima quarta hora) é o tempo correto da primeira lua nova depois da criação, então a primeira lua nova ocorreu 354,04308. que data e tempos são estes? O Rambam explica:

“A primeira conjunção com que começas, contudo, é a conjunção do primeiro ano primordial da criação, que ocorreu na quinta hora e ducentésima quarta parte de uma hora da noite de segunda feira em numerais 2d 5h 204pem hebraico C..XD A

É o ponto de partida partida para o calculo.”

Uma vez que o calendário judaico trata o sexto da criação, quando Elohim fez o homem como o primeiro dia do começo do mundo, esse calculo tem a vantagem pratica de fazer os cálculos lunares subseqüentes se alinharem uniformemente com os anos.

Nessa primeira conclusão, queremos deixar claro, que com o advento das modernas técnicas cientificas e por fim dos satélites a duração do mês lunar é calculada com precisão cada vez maior, como indica a NASA no livro supra citado, pag280.

Muitos estudiosos do assunto estão se pegando Matytyahu 26 e cita o momento em que Yeshua disse aos talmidins: “Daqui a dois dias é Peseah....”Essas pessoas desconhecem que as fontes Almeidas oriunda de Jerônimo e da Septuginta é extremamente adulterada e contraditora, prova disso temos:

Mateus 26:17 E, no primeiro [dia da festa] dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Aonde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa? 18 E ele disse: Ide à cidade a [um] certo homem e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está perto; em tua casa celebrarei <farei> a Páscoa (pessach) com os meus discípulos.

19 E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara <mandara> e prepararam a Páscoa.

20 E, chegada a tarde, assentou-se à [mesa] com os doze.

João 13:1 Ora, antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que [já] era chegada a sua hora de passar deste mundo para o pai, como havia amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.

29 porque, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa ou que desse alguma coisa aos pobres.

João 19:14 E era a preparação da Páscoa e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei. 15 Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei?

Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César.

Comentário: A festa de pesseach é comemorada no 15º dia do primeiro mês. O primeiro dia é chamado de Pães Ázimos, onde todo o fermento era removido dos lares durante sete dias, a contar do 15º dia do primeiro mês. O cordeiro era morto um dia antes, que era o dia 14º do primeiro mês e representava o Mashiach. Uma pergunta!! como o Mashiach morreria no dia 14, e comeria com os discípulos o Kidush de peseach no dia 15, se Ele mesmo disse que ressuscitaria ao terceiro dia. João 19:14 E era a preparação da Pesseach e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei. Perceba, que neste texto o tradutor está em plena harmonia com o mandamento da Torah. Agora observe Mateus 26:17 E, no primeiro [dia da festa] dos pães Ázimos, chegaram os discípulos junto de Yeshua, dizendo: Aonde queres que façamos os preparativos para comer a Pesseach?

Que contradição! Se o dia dos pães ázimos é exatamente o dia 15 do primeiro mês, conforme Êxodo 12, e o cordeiro(Yeshua) morria um dia antes que é o dia 14, exatamente o dia que Ele foi morto, e próprio texto de João 19:14 confirma este fato, veja “ E era a preparação da Pesseach e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei.”

Conclusão Final:

Os calendários realmente foram mudados, nisso não discordamos e vivemos sob ditadura de um calendário extremamente paganizado, isto é, o calendário solar.

É verdade que nesse nosso calendário, as datas das festas mudam de acordo com os cálculos da lua nova, agora dizer que as datas, estão erradas na atualidades, e que os judeus por ter um calendário luni-solar esta com as datas erradas com toda a precisão tecnológica atual e os argumento da transmissão dos cálculos dado pelo Eterno a Moshé é muita presunção, estas pessoas então terão que responder algo intrigante, como aconteceu exatamente a peseach esse ano num mesmo dia de um Bircat Hamain, coisa que história só aconteceu três vezes vejas a reportagem em espanhol e me responda:

Grandes rabanim en todo el mundo, en especial aquí en Israel, dicen que la guerra de Gog y Magog es inminente, que Mashiaj ya está entre nosotros, y que los judíos de la diáspora tienen que empezar a prepararse porque la diáspora estaría por terminar en un plazo de uno a dos años.

"Por cuanto tú has dicho: estas dos naciones, y estos dos países serán míos, y los poseeremos, aunque el Eterno haya estado allí" (Yejezkel 35:10).

1. Según el Raavad, comentarista medieval del Rambam, en su libro Imrei Bina, la llegada del Mashiaj se producirá en el año del Yovel Rabati, que cae exactamente este año (5769).

2. La bendición del sol (Birkat Hajama) se realiza cada 28 años. A lo largo de toda la historia de la humanidad, en dos oportunidades cayó el 14 de Nisan, Erev Pesaj. La primera vez, cuando los judíos tuvimos la geulá de Egipto. La segunda vez, el año del milagro de Purim y la salvación del decreto de exterminio de Haman. La tercera vez será este año en Erev Pesaj, el miércoles 8 de abril. Nuestros sabios remarcan que observando los calendarios, esta será la última vez en la historia que esta bendición se realizará en Erev Pesaj. Cuando el Rav Ovadia Yosef shlita se enteró de que Birkat Hajamá, este año cae en Erev Pesaj, se puso a llorar como un niño.

3. Acorde al Zohar hakadosh, en los días previos a la redención, 5 tzadikim van a ser asesinados en una sinagoga y 32 días luego de ello comenzaría una guerra que desencadenaría la guerra de Gog y Magog.

Este año, 32 días después del asesinato en el Beit Jabad de Bombay, durante Januca, comenzó la guerra de Gaza, con un resurgimiento voraz e inusual del antisemitismo internacional. Cientos de miles de personas manifestando por las calles de todo el mundo no solo contra Outra coisa importante, esses indivíduos que inventam doutrinas sconhecem que o sábado de lua nova, nada tem haver com o sétimo dia que cai na terça feira como eles querem. O sábado de lua, significa:

1) Sábado descanso solene ou seja, existem dois tipos de sábado o sábado fixo sétimo dia e o sábado de festas que são as seis outras festas estabelecidas pelo Eterno, a partir da contagem da primeira Lua nova como supra citado acima.

2) Assim fica estabelecido o sábado do sétimo dia é sábado fixo, tem sua fixação desde a criação...
3) Sábado das festa são mutáveis, variando de acordo com a lua nova.

Eles especulam, contudo, especular é bom provar é difícil...

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Shalom

O Livro Mais Poderoso de Todos os Tempos

Sex, 17 de Maio de 2013 18:30

O Livro Mais Poderoso de Todos os Tempos

Esclarecedor, Quebrando todo o sistema global Pré-estabelecido

Na antiga Babilônia... uma visão de  360 graus do  que realmente aconteceu na

História...

CRISTIANISMO O SOFISMA SECULAR

ABORDANDO

O que é o cristianismo? Qual sua origem? O que é ser cristão? O cristianismo nasceu no seio do judaísmo como é historicamente ensinado ou veio pejorativamente de fora para dentro do helenismo e do romanismo? O que representa toda a extensão do cristianismo hoje?

O LIVRO MOSTRA SEM RODEIOS DENTRO de um CONTEXTO HISTÓRICO E ARQUEOLOGICO:

QUEM É JESUS? QUEM É YESHUA?

PROVAS QUE YESHUA É O MASHIACH ESPERADO

POR QUE OS JUDEUS NÃO ACREDITAM EM YESHUA?

Uma resposta judaica messiânica Notziri

GUEMATRIA

A Importância de Sabermos o Nome de יהוה / YHWH

Na Redenção Final

O LIVRO DE MELQUISEDEQUE

Com o propósito de desmistificar esses enigmas, um tanto quanto desarmônico propôs uma ampla pesquisa bíblica com apoio nos texto e contexto históricos e arqueológicos, objetivando trazer à luz a face oculta do cristianismo que é na verdade o maior sofisma secular...

Quase 700 paginas de profunda pesquisa...

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