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Robespierre Cardoso da Cunha

Robespierre Cardoso da Cunha

Shalom.

Grande paz, bondade, bênção, graça, gentileza e compaixão sobre nós. Abençoa-nos, nosso Pai, todos nós como um só, com a luz do Teu rosto, pois com a luz do teu rosto nos deste, Adonai, nosso Elohim, a Torá da vida e amor de bondade, justiça, bênção, compaixão, vida e paz. E isto pode ser bom diante de Teus olhos para abençoar Teu povo a cada momento e a cada hora com a Tua paz. Bendito és Tu, Elohim, que abençoa todo o teu povo com paz.

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AGRANDE MUDANÇA

Dom, 06 de Novembro de 2011 13:38 Publicado em Estudos

Ainda no quarto século, em 383 AD. as mudanças CONTINUARAM, O bispo Jerônimo, a pedido do Papa Dâmaso, traduziu a Suposta Septuaginta (dos 72 sábios Judeus) a bíblia grega para o latim, conhecida até hoje como vulgata, língua COMUM, vulgar do povo. Ao traduzir o nome Grego:

Naturalmente ele transliterou para o nome latino IESUS CRISTO, que em português:

I   .............J

E  ............. E

S   .............S

v..........      U

S................S

Até aqui tudo bem, se essa palavra originalmente fosse dessa maneira:

 

Não haveria erro nenhum de traduzir como: Jesus Cristo. Todavia, descobertas recentes mostram que o original grego do nome do Senhor, não se encontra dessa maneira como se pensava e argumentava. Sabemos que o nosso Salvador não era Grego, nem Romano, americano, Francês, brasileiro, baiano, paulista ou cearense, mas sim Judeu e sua língua mãe era o hebraico. O seu nome é: Yeshua forma como se escreve e: Ieshua, como se falou. Primeiramente nome não se traduz, mas como a escrita hebraica, difere muito da grega, o seu nome foi transliterado, porém o som permaneceu o mesmo ficando:

Se alguém argumentar, que o nome Ieshua foi transliterado para o grego por Iesus ao traduzir a seputuaginta, vai ter que responder um questionário intrigante, por favor, me responda:

1)ao transmutar o nome em toda escritura, como de fato o fizeram, por que o texto em grego de I Crônicas 24:11 foi transliterado de maneira correta para o texto em Português, Latim e grego? Iesoua...

2)Por que transliteraram de maneira correta Neemias 11:26 o mesmo  texto(NOME) para estas respectivas línguas?

3) Se a transliteração esta correta nos textos acima citado, por que os inimigos do verdadeiro nome afirmam que não existem do Hebraico Ieshua para o grego Iesua ou Jesua (forma atual com o “J”) como a verdadeira transliteração, mas sim Iesus que é a forma correta do grego?Ainda descaradamente dizem que no grego não existe uma letra correspondente para o “ain” a ultima letra do nome Yeshua, que mentira existe sim o “alef”.

AQUI ESTÁ A EFICÁCIA DO ERRO E O MINISTÉRIO DA INIQUIDADE QUE OPERA PARA CAUSAR CONFUSÃO, CONTENDA, E, AFASTAR O HOMEM DA VERDADEIRA ADORAÇÃO...

ATRAVÉS DO TEXTO DE I CRÔNICAS E NEEMIAS, PUDE EXERGAR COM CLAREZA QUE A AFIRMAÇÃO DE QUE O NOME IESHUA EM HEBRAICO É TRANSLITERADO COMO IESUS PARA GREGO, É MENTIROSA, POIS NA PRÓPRIA BÍBLIA EM PORTUGUÊS E EM GREGO ESSES DOIS TEXTOS FORAM TRANSLITERADO CORRETAMENTE NESTES TEXTOS COMO JESUA OU IESUA, QUE ESTA CORRETISSIMO, VEJA LEITOR QUE A FORMA ORIGINAL DO TRADUTOR ERA IESHUA... PERCEBO COM CLAREZA QUE HOUVE AÍ UMA CONSPIRAÇÃO, POIS EM TODA A BIBLIA ELE COLOCOU IESUS, POR QUE SO ESTES DOIS TEXTOS ESCAPARAM? DESMENTIDO OS INIMIGOS DO VERDADEIRO NOME? ELES DIZEM QUE NÃO EXISTE IESHUA TRANSLITERADO PARA O GREGO, COMO JESUA OU IESUA, MAS SIM IESUS, ASSIM QUE SE ESCREVE O NOME DO MESSIAS.... E AGORA ISSO É VEDADEIRO OU FALSO?

Caiu, Caiu a grande Babilônia...

...Estão em minhas mãos as provas mais esperadas de todos os tempos, vindo da Grécia, a Bíblia Grega que prova de uma vez por todas, não deixando dúvidas a transliteração correta e não a transmutação do nome, veja a bíblia escaneada do original: O texto é de Neemias 11:26, Por incrível que possa parecer Satanás escondeu como podia nome em grego Iesua, onde tinha Ieshua em hebraico eles colocaram Iesus, porém no texto acima citado uma cidade com o Nome de Ieshua eles se esqueceram de burlar ou de mudar o nome p/ Iesus, Satana´s escondeu mais deixou o rabo de fora, a mentira tem pernas curtas e aí está querido leitor,

Diante de sua presença, a transliteração correta de acordo com os originais Gregos:

Veja verso 26, onde está marcado “xai ev Iesoua....” Aqui está a Transliteração correta, porém eu não tinha como provar todos diziam que a transliteração do nome Hebraico Ieshua para o Grego era Iesus=Jesus... Homens eruditos e entendidos no assunto diziam que era dessa forma, contudo, algo me incomodava, pois ao transliterar há mudança de letras, mas não da fonética, pois perderia o significado espiritual da palavra (Eu sou Salvação) para IE =Eu Sou Sus=?Estranho

Pessoalmente estive na sociedade Bíblica do Brasil em Brasília e o diretor da mesma: Wilson Lazzarini me disse que não existe a transliteração do Hebraico Ieshua para o Grego Iesua, e agora Dr. Wilson quem esta mentindo? A prova esta aí, no original.

 

Por volta de fevereiro de 2004, estava na minha residência, a minha esposa sugeriu que alugássemos a casa para o período de férias a fim de ajudar no orçamento da Família. Alguns dias mais tarde, colocamos uma placa na porta: “ Aluga-se para temporada”  faltando poucos dias para o período da temporada uma família de 5 pessoas nos procuram e fecharam o contrato conosco por 6 dias até aí tudo normal,  a benção vem agora, quando descobri que aquela família veio da Grécia, não falavam o Português, somente seu Idioma natural a língua mãe de seu País o Grego, e um pouco de Inglês, é claro que o leitor já entendeu a providência do Eterno

PAIXÃO DE CRISTO

Dom, 06 de Novembro de 2011 13:29 Publicado em Estudos

A sexta feira da paixão também é antiga, e introduzida bem antes do Salvador vir ao mundo. O dicionário mitológico menciona que Thamuz, morreu numa sexta feira crucificado, por isso que as mulheres pagãs choravam nesse dia, motivo pelo qual se originou a palavra Paixão de Cristo (Deus solar).

 

Observe A Crista Solar na estatua da liberdade...

Cristo é igual a raios ou cristas solares...


Essa prática também estava sendo inserida no meio do povo do Eterno, e o Senhor chamou o seu profeta para repreender tais práticas. “Então ele me levou à entrada da porta da casa do  Senhor, que está do lado do norte, e vi ali mulheres assentadas chorando por thamuz.”Yerrezekel(Ezequiel) 8:14. Entre os Hebreus, esse nome é bem conhecido, e nas línguas das nações o seu nome se diversificava como: Baco, Hercules, Horus, Osíris e Júpiter entre os celtas (Esus, Ysus, Iesus ou na forma moderna Jesus) etc.. Todos os deuses do mundo moderno e seus respectivos nomes tiveram origem nessa família: Ninrode, Thamuz e Sâmiramis. Baco por exemplo, eram conhecidas as sacerdotisas no templo que mantinham relações sexuais como forma de adoração a esse deus, a expressão bacanal, surgiu desse período ou a mais usada em nossos dias: “Oi bacana!” O seu símbolo era o obelisco com uma pequena pirâmide na ponta, representando o órgão fálico sexual de thamuz e Baco.

Símbolo ostentado na Praça de São Pedro, no Vaticano e em Washinton d.C Estados Unidos, próximo a  White House(casa branca) e em alguns capitais e cidades do mundo.

 

Se o Salvador não nasceu no dia 25 de dezembro, por que então esta data? Retrocededo um pouco, até a época do dilúvio, neste tempo o homem estava tão pobre, mental e fisicamente, que o Eterno o destruiu. No comando de satanás o mundo havia se convertido em asilo de loucos. “Assim foi destruída toda a substância viva sobre a face da terra, desde o homem ate as bestas, os répteis; as aves do céu foram tiradas da face da terra e ficou somente Noarh (Noé) e o que com ele estava na arca. (Gen. 7/2). 

Somente Noarh (Noé); sua esposa; seus três filhos, Shem, Ham (Cão), Yahfer (Jafé) e suas esposas. Mais foi destruída a força perversa?Não!Com os últimos suspiros da multidão os demônios desvencilharam-se de seus corpos e seguiram a arca. Por que apenas seguiram a arca e não entraram nela? Por que a Bíblia diz que foi o Eterno quem fechou a porta da arca e eles tiveram que respeitar. Porem, quando Noarh (Noé) e sua família saíram da arca,satanás e sua pandilha já estava esperando. Os anjos caídos de satanás são conhecidos como espíritos imundos ou demônios Há’Satam.

O Eterno preparou o Sheol (lago de fogo) para o diabo e seus anjos (mat. 25:41). Satanás sabe que irá para lá quando o Salvador regressar. Então pensa em levar com ele a maior quantidade possível de pessoas, e o faz desta maneira:

Desenvolveu um sistema religioso oculto que controlaria o mundo, um sistema em que o povo pudesse crer matar, até morrer por ele. Para introduzir este sistema no mundo, usou três pessoas: Sâmirames, Ninrode e Thamuz, que historicamente se conhece como “Filho e esposo de sua mãe. Quando Noarh (Noé) saiu da arca, satanás e seus anjos já estavam esperando o primeiro a ser atacado, e este foi o Ham (Cão), um dos três filhos de Noarh (Noé) que era débil Ham (Cão) gerou a Cush e Cush gerou Ninrode (gen.9:8).Ham(Cão) viu a nudez de seu pai Noarh (Noé)(gen.9:22).Cush participou da primeira rebeldia contra O Eterno que foi a construção da torre de Babel .Ninrode introduziu o ocultismo(Bruxaria) e criou o sistema religioso pagão em vigor até nossos dias e se tornou o deus do Sol(Baal), seu símbolo e o sol.

Vejamos com mais detalhe como tudo aconteceu: nessa época o homem emigrou do oriente e chegou a uma planície na terra de Sinear e habitou ali (Gen.11:2).

Aí Cush participou na construção de uma torre que chegasse ao céu. Um plano para governar o mundo, uma conspiração contra o Eterno. Era fácil, todos falavam o mesmo idioma (gen.11:1-6). Porém Elohim agiu rápido para impedir essa rebeldia confundindo seu idioma. De repente não mais se entenderam e a construção da torre parou de imediato (gen.11:7-9).

A BÍBLIA DIZ: O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calne na terra de Shinar (gen.10:10).

Assim o reino de Ninrode foi o primeiro mencionado na Bíblia. Porém Ninrode foi um rei não temeroso ao Eterno. A expressão poderoso vem do hebreu Gibor que significa “tirano ou guerreiro”, enquanto seu nome Ninrode significa rebelde. A enciclopédia judia diz que Ninrode foi aquele que fez o povo rebelar-se contra o Eterno.

Também a expressão ‘diante do Senhor’ tem um significado hostil, contrário à vontade de Adonai; “ante” também vem do hebreu e significa contra o Eterno. Ninrode se transformou num grande caçador (gen.10:9), de feras e de almas também. Para onde emigraram, as margens do rio Eufrates, ao mesmo tempo em que as terras eram férteis, também havia muitas feras, e, o homem teria que lutar contra essas feras. Ninrode se transformou no protetor de seu povo contra essas feras e ganhou liderança. Construiu a Babilônia e teve a idéia de construir muros em volta, para se protegerem contra as feras e não terem mais que lutar contra elas Desta forma Satanás transformou Ninrode em um grande bruxo, ou seja, em um sacerdote de idolatria diabólica e de atrocidades da pior classe. Sob sua direção a astrologia se desenvolveu e assentou as bases para a magia branca e a magia negra. O pecado era tanto que a prática de sacrificar crianças se tornou muito comum. Finalmente Ninrode rei-sacerdote de Babilônia morreu!

De acordo com as lendas, seu tio-avô Sem, que ainda vivia não agüentando mais ver tanto pecado, matou Ninrode, cortou seu corpo em pedaços, queimou e espalhou pela cidade de Babilônia. A Bíblia menciona essa prática em Jz 19:24 e ISm 11:7.

O povo de Babilônia lamentou muito sua morte. Entretanto, Satanás já tinha um substituto para Ninrode: sua mãe e mulher Sâmiramis.

 

Sâmiramis era uma mulher muito bonita. Era tão linda que, diz uma lenda, numa certa ocasião na Babilônia, ocorreu um distúrbio e alguém viu Sâmiramis passando. O distúrbio cessou para que todos pudessem apreciar sua beleza. Por outro lado era uma mulher muito perversa e astuta. Totalmente entregue à Satanás.

Imediatamente após seu filho e marido morrer, proclamou que Ninrode agora era oficialmente um deus. O deus do Sol (Baal Zibul).

Automaticamente ela se transformaria em uma deusa e chamou a si mesma de rainha do céu e ordenou que todos adorassem ao deus solar. Assim ela assumiu o controle daquela religião satânica e uma religião de secretos. Começava desta forma as sociedades secretas. Promoveu o celibato, contrariando as leis do Altíssimo sobre o casamento, para exaltar seus sacerdotes transformando-os em santos. Esta tradição pagã coloca ainda hoje o sacramento das ordens santas (celibato) acima do sacramento matrimonial, ou seja, a tradição satânica acima dos decretos do Eterno.

Formaram uma cobertura religiosa para o adultério, a homossexualidade, a sodomia e o lesbianismo. As freiras (Oriundas da palvra Freiy ou friga igual à Vênus) eram prostitutas do templo que serviam aos sacerdotes.

Naquele tempo chamavam-se virgens vestais, hoje noivas de Cristo. Criaram os confessionários para confessar aos seus sacerdotes. Desta maneira Sâmiramis sabia tudo que se passava e tinha controle sobre seus seguidores. Os sacerdotes de Baal Zibul confessavam os pecados do povo com uma balança, à medida que as pessoas falavam de si mesma aos sacerdotes um peso e uma medida era usada para cada pecado. Quando a mão surgiu nas paredes do Palácio Babilônico escrevendo: “Pesado fostes na Balança....” Eles bem sabiam o que anjo estava a dizer.

Na segunda guerra mundial, Hitler se beneficiou grandemente desta forma de informação: os confessionários.

A BÍBLIA DIZ: Babilônia era uma taça de ouro nas mãos do Senhor; ela embriagou toda a terra. Do seu vinho beberam as nações; por isso agora enlouqueceram (Jer. 51:7; Apoc. 17:5)

MISTÉRIO DE MARIA

Temos estudado anteriormente como o culto da deusa mãe foi mesclado ao cristianismo. Os pagãos haviam orado e venerado durante séculos a deusa mãe do paganismo! Para poder atrair estes pagãos, à igreja apóstata adaptou os velhos ritos e cultos que haviam sido usados e continuaram com eles. Só que lhes ordenaram usar o nome de Maria, uma deusa pagã, conhecida como Maiá, muito adorada pelos antigos, pois a mãe do Messsias verdadeiro se chamava MIRIAN (Nome Hebraico) que em lugar de Diana, Ísis, Astarte, Ártemis, etc. E assim como outras idéias que haviam sido associadas com o culto a deusa mãe foi mesclada com a igreja em seu desejo para unir o cristianismo ao paganismo. O dia 15 de agosto – dia do festival de Ísis ou Ártemis – foi simplesmente trocado para o dia da Assunção da Virgem Maria, o qual é celebrado até aos dias de hoje.

Como disse o escritor sobre a festa de assunção da virgem, é celebrada em 15 de agosto, porém essa era a data do grande festival de Diana com a qual Ísis é identificada e qualquer um pode dar-se conta como Maria gradualmente tomou o lugar de uma deusa. Evidentemente a igreja apóstata deu pouca importância às verdadeiras épocas em que os eventos sucederam. Eles declararam todas as festas e celebrações de acordo com a popularidade destas datas entre os pagãos.

Outro dia, supostamente estabelecido em honra de Maria, é o chamado dia da purificação da virgem Maria, que se celebra em 2 de fevereiro. Neste dia os sacerdotes católicos abençoam as velas as quais se distribuem ao povo durante a missa. Neste dia, todas as velas que vão ser usadas durante o ano para ritos católicos, são abençoadas.

Como veio a ser 2 de fevereiro designado como dia especial? Foi instituído pela igreja para readaptar um dia pagão. E não só adaptou à igreja este dia, como também adaptou seus costumes! Nos dias da Roma pagã, este festival se observava levando tochas e velas em honra de “Februa”, nome do qual se deriva o mês de fevereiro. Os gregos celebravam a festa em honra à “Ceres”, a mãe de Prosperpina, a qual, neste mesmo dia, buscava sua filha no centro da terra com tochas segundo conta a lenda! Entre os egípcios este dia era também celebrado em honra da deusa Neith, o mesmo dia conhecido como dia da Candelária na igreja romana! De tal maneira que a celebração deste dia dedicado à deusa mãe e o uso das cadelas são todas as crenças que sem lugar a dúvidas foram adaptadas pelos apóstatas do paganismo. De maneira que este tema é extenso e faz parte de outro estudo mais a respeito do uso do nome da mãe do Salvador.

Todos estes dias e datas que temos mencionado na mesma forma que outros mais, aos quais o espaço não nos permite explicar foram adaptados no calendário da igreja romana paganizada. Supomos que o apóstolo Shaul (Paulo) se levanta e predica se a esta geração, lhe diria a igreja professasse atualmente o mesmo que disse aos gálatas: Observais dias e meses, tempos e anos. Temo em vós, que não haja trabalhodo em vão. A que dia se refere Shaul? O texto parece indicar os sábados cerimoniais e festividades judaicas, porém sendo que eles haviam se convertido do paganismo dos deuses (versículo 8) é muito provável que alguns deles voltassem a seu antigo culto (versículo 9). Os dias, meses, tempos e anos que guardavam eram aqueles que haviam sido dedicados aos deuses pagãos.

Entretanto, foram estes mesmos dias, os que a igreja apóstata incorporou em seu culto disfarçando-os com nomes de ressonância cristã e assim continuan observando até o presente.

Costumes, Jóias e Cultura...

Dom, 06 de Novembro de 2011 13:25 Publicado em Estudos

Estamos no limiar do tempo do fim, realmente estamos vivendo uma contagem regressiva para o fim do fim do tempo do fim.

Há uma promessa para o povo de Elorrim, isto é, o povo de Israel nos últimos dias, um povo que nasceu dentro das profecias do Eterno, pois o senhor o Há’Shem  espalhou o Seu povo na diáspora, espalhando pelas nações pagãs, os gentios. Contudo, o Eterno promete trazer de volta Israel e plantar de novo o Seu povo em sua própria terra.

Zac 10:6 “ fortalecerei a casa de Yerrudá,  e a salvarei, a casa de Yosef, e far-los-ei voltar, porque me compadeci deles; e serão como se Eu não tivesse rejeitado, porque, Eu Sou o Há’Shem Seu Elorrim, Eu os ouvirei.”

Este milagre aconteceu e a plenitude dos gentios entrou Luc 21:24.

“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Yerushalayim será pisada pelos goiym, até que os tempos dos goiym se completem.”

Israel voltou a Ser o povo do Eterno novamente e este povo nasceu em só dia pelo poder de Adonai em 1948.Um povo de uma cultura milenar, costumes e tradições voltado para bíblia Sagrada. O fardo e as mentiras que babilônia criou e escravizou o povo através do cristianismo, esta caindo. Muitos dos que foram enganados, estão voltando para casa, para verdadeira Igreja(karral), num processo de teshuváh. Contudo, tenho observado entre muitos que estão voltando para casa trazem ainda o ranço, costumes e idéias de Roma e  seu peso, costumes peculiar do cristianismo, cujo fardo é uma loucura.

Entre estes fardos e doutrinas e regras criada por Roma, quando quebrada, eles chamam de pecado. O conjunto de suas regras, eles dão o nome de doutrinas. Algumas vezes observei alguns pastores destas Igrejas pagãs dizerem: “Sua Igreja tem doutrina?” doutrina? Que doutrina? Da torah(bíblia) ou doutrinas de homens?

Para entender melhor esta questão, analisemos juntos a palavra “pecado” na verdade biblicamente falando pecado é a transgressão da torah, em outras palavras se não for transgressão da torah, não é pecado. Yeshua disse claramente: Mat 5:17-18.:

“ Não cuideis que vim destruir a toráh ou os navys: não vim ab-rogar, mas cumprir.

Porque em êmeth vos digo que, até que o céu e a terra passem, nenhum Yud ou qualquer traço se omitirá da toráh, sem que tudo seja cumprido.

Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.”

Por exemplo, o uso de jóias pelo povo Israel, a palavra jóias em hebraico é exatamente “Tzivi” pergunto: quem criou a prata, ouro e as pedras preciosas? Certamente o Eterno! Assim o fez para deleite, alegria e beleza em todos os aspectos. O primeiro relato de ouro de boa qualidade, está no livro de Gen 2:12 “ E, o ouro dessa terra é bom, ali há o obdélio, e a pedra sardônica.” O primeiro relato bíblico que não é transgressão o uso de jóias, está em Gen 21:21-22.:

“E o homem estava admirado de vê-la, calando-se, para saber se o HA’SHEMהרהי havia prosperado a sua jornada ou não. E aconteceu que, acabando os camelos de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as suas mãos, do peso de dez siclos de ouro.”

No verso 35 deste mesmo capitulo, é percepitível que entre ouro e jóias que o Eterno abençoou Abraão, estava as jóias dada por ele mesmo ao servo para presentear a Rebeca a futura esposa do seu filho Isaque. Isso era um costume hebreu. Gen 24:53.: “E tirou o servo jóias de prata e jóias de ouro, e vestidos, e deu-os a Rivkah; também deu coisas preciosas a seu irmão e à sua mãe.”

Yosef, josé no Egito no momento que subiu ao trono  Pharaó lhe presenteou, com um colar de ouro no pescoço “Gen 41:42.: “ E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pôs na mão de Yosef, e o fez vestir de roupas de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço.”

O próprio Eterno o Criador disse com sua boca aos filhos de Israel: Exo3:22 “Porque cada mulher pedirá à sua vizinha e à sua hóspeda jóias de prata, e jóias de ouro, e vestes, as quais poreis sobre vossos filhos e sobre vossas filhas; e despojareis os egípcios.”

Como vemos jóias nada tem haver com transgressão do mandamento(mtisvot), fazia parte de sua cultura. Exo 11:2  “ Fala agora aos ouvidos do povo, que cada homem peça ao seu vizinho, e cada mulher à sua vizinha, jóias de prata e jóias de ouro.”

“Assim vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, todos os objetos de ouro; e todo o homem fazia oferta de ouro ao HA’SHEMהרהי.” Exo 35:22

Nos casamentos realizados no tempo de Yeshua o uso de jóias era comum. Entre muitos, a bíblia relata o casamento de Caná da Galileia, no qual, Yeshua estava presente. A mulher adornada com ouro e jóias subia ao altar. Por isso, João(Yohanam) na ilha de Patmos ele viu a santa cidade a nova Jerusalém adornada e enfeitada como uma noiva para o Seu marido.

O problema consiste, que alguns não usam jóias e condenam outros como se fosse pecado ou transgressão da torah. Se você não usa faz bem, se porem usar, não há problema, pois o seu uso não é pecado. Contudo, se você  insiste em condenar com expressões como é vaidade, não é correto! E assim sucessivamente, então a primeira pessoa que terás de condenar é o próprio Yeshua, pois Ele usava Tefilim pendurada na base das orelhas e uma pulseira, contendo o “Shemá”, pois era mandamento do Senhor.

Alguns para justificar suas atitudes farisaicas usam o texto  I Timotéo 2:9.:

“Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos,

Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a ‘Elo(rr)hím(i)) com boas obras.”

Uma exegese rebuscada deste texto, mostra claramente que o apostolo aconselha as mulheres, não chamar atenção para se mesmo, não usar cabelos frisados com ouro ou vestidos com fios de ouro, querendo chamar atenção para se mesmo,  em outras palavras o apostolo queria dizer, se você quiser usar alguma coisa, não chame atenção para se mesmo, mas se vista com pudor, decência e ordem e isto é agradável ao o Senhor.Outros usam o texto de Apocalipse 17  a mulher prostituta, cheia de ouro e pedras preciosas, para dizer que ouro e jóias é pecado. Aqui temos, uma mulher vestida desta maneira, que pratica o mal e embriaga as nações com suas prostituições. Porem, temos uma mulher vestida de branco, que pratica o bem, adornada de jóias e ouro. A descrição feita por Yohanam em Apocalipse 21:1-2.

“E eu, Yohanam, vi a santa cidade, a nova Yerushalayim, que de ‘Elo(rr)hím(i) descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.”

Na mente do profeta, a lembrança dos casamentos que ele mesmo esteve presente, onde  a noiva Judia, se ataviava com Jóias e braceletes no seu casamento, isto mostra claramente que não há nada errado com o uso de jóias.

Na idade média, a perseguição e morte aos Judeus era constante, e muitas vezes não dava tempo de voltar a sua casa para pegar alguma coisa, pois se a Inquisição católica pegasse algum Judeu, eram mortos na fogueira imediatamente. Por conseguinte, os Judeus levavam sempre jóias em seu corpo e era a única coisa de valor que o salvavam financeiramente, permitindo um novo começo em outro lugar. Agora leia Ezequiel 16:10 todo Capitulo e sua duvida cairá por terra!!!

Outra situação trazida daqueles que saíram das Igrejas caídas, é questão da calça comprida. Pergunto? É a calça pecado? A calça comprida é veste de homem ou de mulher? Bem! Se você responder é de homem, certamente você desconhece como a calça comprida surgiu, vejamos a seguir. No começo do século 19 na França, um estilista Francês, queria criar uma roupa que distinguisse as vestes do homossexual do  homem  e da mulher, foi então que ele criou a calça, que era especificamente para destacar o homossexual dos demais sexos. A moda pegou, agora todos usam calça, tanto homens como mulheres. Nenhum homem ou igreja, poderá criar regras em relação a esse assunto, pois se o fizer o primeiro que tem de tirar as calças é o acusador, o homem. Porem, existe a calça do homem e da mulher e ambos devem se trajar com decência e ordem, pois esta é a vontade do Eterno.

O mesmo acontece com as danças. Muitos alegam, que isso é de babilônia, porem o pouco conhecimento que estas pessoas tem em relação a isso, se transformam em inquisidores dos dias atuais. As danças foram criadas para louvar ao Senhor, era uma forma de expressar, gratidão e amor ao Eterno. Na liturgia de adoração ao Eterno, no momento do culto em pleno Shabbat(Sábado), as danças ao Eterno tinha seu lugar especial, e isto a 3700 anos atrás. As danças modernas nem existia, nem mesmo havia vestígio de rock, lambada etc... Bem vamos para a bíblia. A dança de Mirian, após ter saído do Mar de Juncos era uma forma de expressar gratidão ao Eterno pelo o livramento operado por Ele. Êxodo 15:20

“Então Miriã, a profetiza, a irmã de Aaron, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e com danças.

21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao HA’SHEMהרהי, porque gloriosamente triunfou; e lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.”

Juizes 11:34 “Vindo, pois, Yefté a Mizpá, à sua casa, eis que a sua filha lhe saiu ao encontro com adufes e com danças; e era ela a única filha; não tinha ele outro filho nem filha.”

I Samuel 21:11  “Porém os criados de Aquis lhe disseram: Não é este Davidi, o rei da terra? Não se cantava deste nas danças, dizendo: Shaul feriu os seus milhares, porém Davidi os seus dez milhares?”

Salmos 149:3 “ Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e harpa.”

Jeremias 31:4 “Ainda te edificarei, e serás edificada, ó virgem de Ysrael! Ainda serás adornada com os teus tamboris, e sairás nas danças dos que se alegram.”

Veja querido leitor, aqui é próprio Eterno falando!!!

Mateus 11:17. “E dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não chorastes.”

LucaS 15:25 “ E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.”

Aqui o próprio Yeshua cita as danças, com Sua própria boca, nunca houve pecado ou transgressão nestas coisas. A autoridade da Torah e das Escrituras é Suprema e nenhuma idéia pessoal de qualquer que seja mudará isso. O que realmente aconteceu é que Há’Satan transformou o objeto de adoração a Elorrim em profanação, porem isso não invalida a minha atitude de louva-lo com danças pela abominação criada pelo o inimigo. Ele sabe que as danças, promove alegria, satisfação, paz, amor, e isso desencadeia no corpo humano, uma alta descarga de endorfina e dopamina, que são hormônios que promove a cura e paz na alma. Ao contrario da musica rock’roll  que libera adrenalina. Nas festas de Sucot e nos casamentos os Judeus dançavam e se alegravam e o próprio Yeshua, o Messias, participou destas festividades que promove alegria e a paz. Muitos dizem: “ Ah! A palavra dança no Salmo 149:3, era o nome de um instrumento musical, que ridículo, isso é loucura e mentira.

Por isso somos conhecidos como restauradores de brechas como expressa o profeta em Isaias 58. Os remidos na eternidade alegre cantarão e dançarão ao Senhor com Alegria, pois a boca do Senhor o disse. Por favor meu irmão, minha irmã, deixe o ranço de babilônia. Disse Yeshua o meu jugo é suave o meu fardo é leve, o jugo de jesus em babilônia é pesado recheado de doutrinas de homens.

Shalom Alechem!

A PRIMEIRA BABILÔNIA

Dom, 06 de Novembro de 2011 12:47 Publicado em Estudos

A TERRA DE SHINAR!!!

A rainha de Babilônia, Sâmiramis, engravidou e disse ao mundo ser virgem. Deu a luz a um filho ilegítimo e o chamou de Tamuz. Afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode.

Consultou seus astrólogos e lhe disseram que 25 de dezembro era o solstício de inverno, dia em que o sol está em seu ponto mais distante da terra. Sâmiramis ordenou ao mundo que comemorassem o aniversário de seu filho Tamuz é claro era o deus do Sol (Baal Thamuz) representante de Satanás no dia 25 de dezembro.

Declaram que o dia 21 de dezembro o sol, ou Baal Thamuz, morre. Então no dia 24 de dezembro, começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário.

SÂMIRAMIS ordenou aos seus sacerdotes que atuassem... Eram professores da mentira, da magia e da ilusão. Por toda a parte começaram a aparecer estátuas ou ídolos de Sâmiramis carregando o pequeno deus solar.

Dizia ser o espírito de Deus, encarnado em uma mãe humana. Era a mãe virgem e dizia que ele era seu salvador. Seu símbolo era a lua.

As histórias de Ninrode, Sâmiramis e Tamuz circularam por todo o mundo. Suas fábulas se fizeram popular na mitologia. Conceberam-se deuses e deusas, todos baseados nesta trindade babilônica. Chegaram a ser conhecidos como a família santa ou sagrada família. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Sâmiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, etc.

Este sistema de idolatria se espalhou de Babilônia para todas as nações, pois foi deste lugar de onde se dispersaram os homens sobre toda a face da terra. Com suas línguas divididas, formaram as nações e levaram consigo seus deuses (Ninrode, Sâmiramis e Thamuz), porém com diferentes nomes e seus respectivos e misteriosos símbolos idolatras.

 

Natal (Nascimento do Sol)

Provas Bíblicas

Natal, 25 de dezembro, dia designado em nosso calendário como o dia do nascimento do Salvador. Mais é verdadeiramente o dia em que o Messias nasceu? São os costumes desta temporada de origem Judaica? Ou é o resultado de outra mesclagem entre o paganismo e o cristianismo?

Fixemo-nos na palavra em inglês Cristhmas, notemos que é uma mesclagem de duas palavras. Ao mesmo tempo em que inclui o nome Cristo, também menciona a missa. Temos conosco estudos que mostram que a missa com seus ritos e cerimônias elaboradas, orações pagãs pelos mortos, transubstanciação etc nada mais são que a sua continuação dos ritos pagãos vindos da Babilônia, ver mais detalhes a seguir.

Em Espanhol natal é conhecido como Navidad e se encontra na bíblia, (nati-vita ou nascimento que dá vida) como veremos, 25 de dezembro não é data em que o Salvador nasceu! É evidente que nosso salvador não nasceu durante o inverno, pois quando Ele nasceu os pastores cuidavam de seus rebanhos no campo. Havia também pastores que na mesma terra guardavam ou cuidavam do seu gado nas vigílias da noite (Lucas 2:8). Como é conhecido de todos, os pastores na palestina não fazem este trabalho durante o inverno; Sempre trazem seus rebanhos das montanhas aos redis (cercados) antes de 15 de outubro.

Com isto esta claro que o Salvador não nasceu na metade do inverno. Não dizem as escrituras em que época do ano nasceu O Salvador? Sim! As escrituras indicam que nasceu no outono. O ministério de nosso senhor na terra durou 3,5 anos (três anos e meio) Daniel-9:27. Sua morte ocorreu no final da peseach (Passagem) Yohanam (João 18:39),a qual era na primavera. De forma que três anos e meio antes desta época foi o começo de seu ministério terrenal, ou seja, no outono.

Portanto, quando o Salvador começou seu ministério teria trinta anos (Lucas 3:23) esta era a idade aceitável para que um sacerdote pudesse começar seu ministério segundo o Tanak(Primeira aliança)  (Números 4:3) De maneira que como o Messias começou seu ministério na idade de trinta anos e no outono, trinta anos atrás marcaria também seu nascimento no outono e não no inverno.

Apesar de as escrituras não indicarem a data exata do nascimento do Messias, há meios, e um deles, é se averiguar a data aproximada do nascimento de (Yohanam) João Batista e como João (Yohanam) nasceu seis meses antes do Messias, ao compararmos ambas as datas podemos concluir a data aproximada em que nasceu o Messias. Zacarias, pai de João, era sacerdote no templo de Jerusalém. Naquela época, cada sacerdote tinha um templo. Havia 24 divisões ou períodos dos serviços durante o ano. Os nomes são dados em crônicas 24:7-19.De acordo com Joséfo, cada um desses períodos duravam um semana, a primeira semana começava no primeiro mês (nissan)no principio da primavera(1a.Crônica 27:1-2).depois de seis meses esta ordem de períodos era repetida para que cada sacerdote pudesse servir duas vezes ao ano durante uma semana.Ver em (antiguidades dos judeus .v.7.p.7.14.)Então,três semanas do ano todos os sacerdotes serviam juntamente durante  o período da peseach, pentecostes e a festa dos tabernáculos.

Com estes dados como fundamentos, vemos então qual o período que serviu Zekarraryahu (Zacarias): ‘Houve nos dias de Herodes, Rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e aconteceu que exercendo Zacarias o sacerdócio diante do Eterno pela ordem de sua vez lhe apareceu um anjo do Senhor’’O anjo lhe revelou que sua esposa Isabel, apesar de ser avançada em idade, daria a luz a um filho (Lucas 1:5-13). Em que época do ano exercia Zacarias a ordem do seu turno? De acordo com I crônicas 24:10, ordem de Abias era a oitava ordem.Quer dizer,a data era 27 de Sivam ,ou seja, 8 à 10 de junho.Depois do seu serviço semanal no templo, Zacarias foi obrigado a permanecer no templo outra semana porque a seguinte era Shavuót (pentecostes). Ao regressar para sua casa nos montes da Judéia, aproximadamente a trinta milhas ao sul de Jerusalém, a sua esposa concebeu (Lucas 23: 24). Isto foi aproximadamente em meados de junho, se acrescentamos mais 9 meses, chegamos a uma data aproximada do nascimento de Yohanam, (João) de acordo a este cálculo, Ieshua nasceu no principio da primavera.

Por ser o Messias mais jovem que Yohanam, simplesmente acrescentaremos este tempo à época em que João nasceu, e teremos o resultado: Que o Messias nasceu em meados de setembro. Como podemos ver nosso senhor nasceu no outono e não em 25 de dezembro.

 

Outra prova desta conclusão, é que, no dia que o Salvador nasceu Yossef (José) e Mirian estavam em Beith´lehem (Belém) para se alistarem (Lucas 2:1-50). Não há registro que indique que este período fosse inverno, nem motivo algum para crermos como temos lido muitas vezes em comentários de natal, que o alistamento houvesse causado uma aglomeração de forasteiros que não permitiu a Yossef (José) e Mirian (Maria) Encontrarem lugar nas hospedarias. Não há nenhuma razão para crer que fossem tantos os judeus vindos á Beith`lehem (Belém) oriundos desses povoados, pois todos os judeus se encontravam inseridos às terras de seus antepassados. José e Mirian tiveram que fazer isto por causa da perseguição de Herodes contra o menino Sagrado, o que causaria então, tanta aglomeração? O mais provável é que fosse a festa anual de outono, (Sucót), e que Yossef (José) e Mírian participassem como bons Judeus; porém desta vez, estavam no direito de abster-se devido ao estado de Mirian, entretanto, tiveram que fazer devido à coincidência do decreto real para o alistamento, cada qual na cidade onde nasceu (Lucas 2:2) Yerushalayim (Jerusalém) tinha, normalmente, uma população de 120.000 habitantes, porém segundo Joséfo, durante as festas, algumas vezes, se reuniam ali até dois milhões de Judeus. Com tão grande multidão que vinham a estas festas. Não somente enchia Jerusalém como também a aldeia de Belém situada a cinco milhas ao sul. Isto acontecia ao final da plantação, festa de (Sucót) evidências dadas anteriormente, indicam que o nascimento do Salvador aconteceu no outono e não no inverno 25 de dezembro.

Que dizem as enciclopédias

Enciclopédia Britânica edição 1946 diz: Natal não estava entre as festas primitivas da igreja... Isto não foi instituído pelo Messias ou os apóstolos, ou pela autoridade da Bíblia, mas foi copiada do paganismo.

Enciclopédia Americana edição 1944 diz: de acordo com varias autoridades o Natal não era celebrado nos primeiros séculos da igreja cristã, pois o costume cristão, em geral, era celebrar a ‘‘morte ”das pessoas celebres e não o seu “nascimento”. A comunhão da santa ceia que é instituída pela autoridade do novo testamento é um memorial da morte do Salvador. A festa do natal, foi estabelecida em memorial do nascimento do Messias no século IV. No século V a igreja ocidental ordenou ser celebrada pra sempre o dia da velha festa romana do nascimento do sol, pois não havia conhecimento certo do dia do nascimento do  Messias.

Assim resolveram juntar a comemoração do nascimento do salvador ao paganismo romano. E isto se comemora até os dias de hoje, mesmo nas igrejas de confissão evangélica.

Muitas enciclopédias e outras autoridades afirmam que O Salvador não nasceu em 25 de dezembro. Mesmo a enciclopédia católica confirma este fato.

Visita a Belém

Próximo ao final de dezembro de cada ano, milhares de turistas afluem à pequena cidade de Beith´lehem (Belém), nas colinas de Yehudá (Judá) ao sul de Yerushalayim (Jerusalém) para participarem das celebrações anuais de natal.

Alguns fazem a jornada de seis milhas de Yerushalayim (Jerusalém) a pé. Após chegarem aglomeram-se em silêncio na extensão pavimentada da praça da mangedoura em frente da respeitada igreja da Natividade (construída sobre o lugar tradicional do nascimento do Salvador) como fez a organização romana em muitos lugares sagrados.

 

Inevitavelmente, alguns desses turistas chegam a Israel. Não estudam completamente seus roteiros turísticos e lá chegando saem do avião e recebem uma noticia desagradável.

De novembro até março é inverno em Israel, O tempo fica frio, especialmente à noite. Freqüentemente chove ou neva!Muitos chegam a Israel carregando bagagens com roupas de verão, pensando que é sempre quente e árido no oriente médio. Assim compram urgentemente casacos ou blusas de frio em Telaviv ou Yerushalayim (Jerusalém) para sua peregrinação em Beith´lehem (Belém).

Apesar disso, a maioria que permanece na praça da mangedoura em 25 de dezembro de cada ano preparado ou não, não sentem a mensagem sobre o tempo ao redor deles.

Observe este claro testemunho da Bíblia: no dia do nascimento do Messias“havia na mesma região pastores morando no campo,cuidando de seus rebanhos.

Pergunte a qualquer estudante da Bíblia, ou Israelence moderno: isto nunca poderia ocorrer na Judéia no mês de dezembro, nem mesmo em novembro. Temos visto as provas de que o Senhor nasceu no principio do outono, não no inverno, mas, alguns perguntaram: que diferença faz isto? Não é a intenção o que vale? O que há de errado em escolher um dia qualquer para celebrar o nascimento do Messias? Outros dizem: escolhemos este tempo para comemorar o nascimento de nosso salvador, e dizem mais: Esta é uma comemoração do povo cristão. Outro querendo enganar ao Eterno diz: eu sei que o natal é pagão. Mas nós vamos comemorar diferente. Todos são costumes tradições do homem, proibidos pelo Altíssimo na Bíblia.

Amados irmãos no Senhor, crentes na Bíblia Todas estas desculpas e tantas quantas quiserem dar algumas pronunciadas até por supostos ministros do Senhor através dos meios de comunicação de massa!Carecem de fundamento Bíblico.

Por toda parte, começaram a aparecer estátuas e ídolos de Sâmiramis, carregando o pequeno deus solar. Ela disse: A cada dia 25 de dezembro um tronco verde nasce dentro de um tronco velho, simbolizando a ré-encarnação de Baal gerando Thamus, então a arvore de pinheiro era enfeitada com prata e ouro Yirmeyahu (Jeremias 10:3) e Yeshaiahu (Isaias 44:14), e este poste ídolo era enfeitado com as cabeças dos recém nascidos em sacrifício ao deus solar. O Eterno recomendou que nunca uma  árvore desta, fosse colocada diante do altar do Senhor, (Deuteronômio 16:21). “Não levantarás árvore ídolo ou árvore de asserá (expressão hebraica p/ pinheiro), junto ao altar que levantares para o Senhor”.

Tertuliano mencionava a prática de trocas de presentes nesta época como parte da saturnália romana. Quando este festival foi adotado pela igreja romana, também se adotou este costume. Deste modo trataram de encontrar alguma similaridade entre paganismo e cristianismo. Os líderes da igreja apóstata. (Disseram então que era em recordação aos reis magos), na verdade, não eram magos, mas sábios trazendo presentes ao menino, não fazendo troca de presentes! Não foi assim. Os sábios não trocaram presentes entre eles, mas,  deram seus presentes ao Salvador, o nascido rei dos judeus.

Era um costume oriental dar presentes ao vir à presença de um rei. Porém estes presentes não eram presentes de nascimento. Quando os sábios chegaram, foi muito depois do nascimento do Salvador. Nesta época o menino já estava em sua casa (Mat. 2:9-11), e não na mangedoura. Obviamente os presentes dos sábios não eram presentes de natal

Não teríamos espaço suficiente para tratar sobre todos os costumes natalinos como Santa Claus (Papai Noel que é o mesmo Ninrode, ou seja, Deus) e o comercialismo que se opera nesta temporada. Porém, vemos que todos estes festejos estão carentes de fundamento bíblico e claramente identificam nossos costumes de hoje com a saturnália da Roma pagã.

Finalmente, com os costumes natalinos, mencionaremos a árvore de natal. Uma fábula babilônica dizia que Samiramis, a mãe de Tamuz, afirmava que durante a noite, uma árvore verde se desenvolvia de um tronco morto. O tronco morto supostamente representava seu esposo morto, Ninrode, e a árvore de pinho chegou a ser o símbolo de que Ninrode havia revivido na pessoa de Tamuz!

A idéia se propagou e se desenvolveu tanto que muitas Nações tem suas próprias lendas de árvores sagradas. Entre os Druídas, os egípcios e os romanos (os quais adornavam suas árvores com cerejas vermelhas durante a Saturnália ou Carnavalia, os Escandinavos e muitos outros povos. E assim, como outros ritos pagãos também foram absorvidos pelo cristianismo. Assim também foi o uso da árvore de natal. A árvore de natal recapitula a idéia de culto com suas bolas brilhantes, simbolizando o sol... e todas as festividades de inverno pagão foram incorporadas no dia de natal. Nada menos que 10 referências bíblicas sobre a árvore verde que é associada como idolatria e culto falso. Confiram algumas delas em Isaías 44:14,15/Jeremias2:20;10/3. Principalmente Deuteronômio 16:21,22. Esta passagem é um tiro mortal contra aqueles que apesar de tantas provas ainda insiste no paganismo, confira: “Não estabelecerás arvore junto ao altar que levantares para o Senhor.”

Naturalmente o povo da época de Jeremias, como indica o conteúdo desta passagem, estava realmente fazendo um ídolo de lenha.. O que estamos dizendo é que uma árvore é claramente algo trazido do paganismo em uma forma modificada. Porém, qualquer que seja a diferença entre o velho uso da árvore, os costumes são coisas do homem, e o Eterno diz:

Por que os costumes dos homens são vaidades sem valor, vazias – e não acrescentam poder ao verdadeiro culto.

As festas natalinas foram adaptadas pela igreja romana durante o século V. No século VI foram enviados missionários ao norte da Europa para atrair pagãos sob o jugo romano. Estes acharam que 24 de junho era uma data muito popular entre aquele povo. Para poder atraí-lo à igreja, como era o costume depois da apostasia, os líderes da igreja apostata lhes permitiam que continuassem celebrando suas festas pagãs, só que tinham que encontrar algum acontecimento cristão ao qual poderiam associá-lo, Porém, que evento poderiam associar ao dia 24 de junho? Já haviam adaptado um dia para comemorarem o nascimento do Messias, (25 de dezembro). De modo que este erro foi propagado até os dias de hoje. Como dissemos anteriormente, 25 de dezembro, apartir de Babilônia, espalhou-se pelo mundo como dia do nascimento de vários deuses como: Tamuz, Horus, Osíris, Sol, etc. Era tempo de orgias, sacrifícios de crianças a Baal, bebedeiras e regozijo. Sâmiramis ordenou que as árvores fossem decoradas com bolinhas que representassem o sol.

Quando fizeram o culto chamado “MISSA” pela primeira vez na meia noite do dia 24 de dezembro, por volta do ano 394 d.C, era a missa de Cristo. Os pagãos se maravilharam. Converteram-se no dia maior para a igreja universal. É um tempo alegre de luzes, canções, árvores de natal, presentes, mas também de suicídios e angústias para os que não tem casa nem lar. Vemos o natal por todos os lados, festas e crianças que esperam que Santa Claus e os reis magos lhe tragam presentes. Vemos a virgem Maria e uma criança, ambos com o sol detrás de suas cabeças.

Manda-nos a Bíblia celebrar natal? Não! Nem o Senhor nem seus discípulos jamais nos ensinaram. Não há registro dos primeiros apóstolos celebrarem o nascimento do Messias. Esta prática não é bíblica e foi instituída pelo Vaticano para ligar Cristo com a missa. Hoje, os chamados crentes da Bíblia, se vêem forçados a observarem esta festividade católica.

HÓSTIA E SEUS MITOS

A missa é uma imitação da Santa Ceia. A chamam de Sacramento da Santa Eucaristia ou “Hóstia”. Foi, com certeza, roubado dos egípcios que convertiam uma galeta ao deus sol Osíris. Por isso que a hóstia tem a forma de sol. Como sabemos as três letras que aparecem dentro da hóstia católica, são as mesmas que da hóstia egípcia, IHS, que representavam a trindade egípcia: Ísis, Horus e Seb. A prostituta de apocalipse trocou as três primeiras letras do Santo nome do Senhor em grego. Mais tarde este símbolo passou a ser usado pelos jesuítas como sua insígnia.

Por tanto, a missa é usada para converter a hóstia em corpo de Cristo em toda a sua divindade. A essa conversão chamam de transubstanciação. No momento em que o sacerdote católico levanta a hóstia apresentando-a ao seu deus, recebe poderes sobrenaturais e a mesma deixa o pão com gosto de farinha e açúcar transformando-o em carne de verdade com toda a santidade de deus o sol invictus. A isso chamaram transubstanciação.

No passado muitos mártires foram queimados em praça pública por negarem esta transformação. Todavia esta lei continua até nossos dias, colocando seus fiéis em situação de hereje se lhes for perguntado: Que gosto tem? E a resposta tem de ser apenas: “carne”.

Esta doutrina não é bíblica, ao que o Senhor não pronunciou aos seus discípulos; e tendo dado graças tomou o pão e partiu e deu a seus discípulos dizendo: Tomai e comei. Este é meu corpo que por vós foi partido, fazei isto em memória de mim.

Como podemos ver este ato foi simbólico, por que o pão continuou sendo pão. De acordo com a lei católica, não participar no sacramento da santa eucaristia significa ser condenado por toda a eternidade. Aqueles que comerem este “outro Salvador” (2 Cor. 11/4) com a forma de sol, não estão comendo simbolicamente O salvador da Bíblia, mas sim a Baal’Zibul das moscas, deus do sol.

 

“Entretanto, eles consagraram o primeiro dia de cada ano ao sol (Baal’Zibul Deus das moscas).”

O primeiro dia de cada Mês e o primeiro dia de cada semana (Domingo). Semanalmente eles cultuavam e adoravam neste dia, por isso que em várias línguas de nosso mundo atual ainda prevalece domingo como dia do sol, ex: Sunday em Inglês= sun, sol day dia. Na arqueologia moderna encontramos evidências de adoração ao sol entre a civilização Inca e os Maias no México, onde no altar do sol, eram sacrificadas as suas vítimas, geralmente crianças. O fogo em que eram mortas, o fogo símbolo do sol, se a criança morresse, Deus(Baal’Zibul ) queria para si, a carne, que era cozida nas brasas, e os sacerdotes no interior da caverna comiam a carne em louvor a thamuz. Se a Criança não morresse, era um sinal de que Deus (Baal’zibul) a queria viva para seus diabólicos planos; os primogênitos eram os escolhidos, sempre o primeiro de tudo. Praticavam este ritual nos dias de Eliyahu (Elias) e Yerrezekél (Ezequiel). O Senhor, em visão mostra ao profeta a situação do seu povo “Ele então me levou ao átrio interior da casa do Senhor, e vi a entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte cinco homens de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente, eles se prostravam diante do sol... ”Ezequiel 8:16.

Ao se espalharem sobre a terra, após as línguas serem confundidas, Satanás temeu que esse culto desaparecesse, então ele aparecia em diversos lugares da mesopotâmia, hoje a região do Iraque, por onde haviam se espalhado, em forma de Rainha dos Céus. “Os filhos apanham lenha, os pais acendem fogo e as mulheres amassam a farinha, para fazerem bolos à Rainha dos Céus”. Yirmeyáhu (Jeremias) 7:18. Ela se vestia  de  purpura e sua cor predileta era o azul. “Trazem prata batida de Tarsis e ouro de  Ufaz, trabalho do artífice e das mãos do fundidor; fazem suas vestes de Azul e Púrpura, obra de homens hábeis são eles...” Yirmeyàhu( Jeremias) 10:9.

O aparecimento da Rainha dos céus e o oferecimento dos bolinhos (Hóstia moderna). Eram conhecidos no tempo de Eliahu. Antigos relatos demonstram, ao aparecer em forma de virgem mãe, nascia-se uma fonte, as pessoas ao se lavarem na mesma, suas doenças eram curadas. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Sâmiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, Heia, Shingmoo etc; dessa forma Satanás impressionava a pessoas de diversas línguas, para continuar a ser adorado. Os seus nomes variavam conforme a língua: Disa, Vênus, Ceres, Diana, Afrodite, Cibele, Iaroni, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima etc... Na china foi achado uma estátua da Sagrada família com seu filho solar, seu nome era Shingmoo. Entre os Germanos (Alemães) Hertha, No Egito: Isis com seu filho solar nos braços Isus ou Ysus. Aos domingos em Heliopólis, os sacerdotes Ofereciam os bolinhos dos céus aos adoradores (hóstia), interessante é dentro da hóstia haviam três letras IHS, referindo-se a Isis, Horus, Seb ou seja a Sagrada Família.

O medalhão que ostentava, havia a imagem do sol, atrás uma numeração mistério de 1 a 36 no seu verso, formando quadrados cuja soma tanto na vertical como na horizontal o total era de 111, que somado dá o número 666. Para eles, o número 6, estava intimamente ligado à astrologia, especialmente a adoração do deus sol. O número 6 representa o deus menor (Thamuz) 60 o deus maior (Rainha dos Céus), 600 simbolizava o Panteão dos deuses babilônicos (Baal’Zibul Deus) Todo esse sistema sagrado ocultista foi transferido para matemática e, até hoje utilizamos o sistema sexagesimal de base 60, que divide o grau e a hora em 60 minutos, o minuto em 60 segundos e a circunferência em 360 graus.

FESTA DO FOGO

Em Vaticínia, os Druídas comemoravam o dia 23 de Junho, nascimento de Ninrode (Baal), fazendo os seus filhos passarem pelo fogo, como descreve Yiremiahu Jeremias 32:35; 7:31. Essa data foi substituída posteriormente para São João e suas tradições continuadas, como expressões que existem até hoje “Vamos pular a fogueira” Os sacerdotes de moloque, ficavam no interior da caverna, logo acima, estava a estatua de moloque com as mãos estendidas com brasas dentro, para receber o sacrifício de crianças, que se chamava:

Moleque. O moleque queimava nas brasas, e os sacerdotes acionavam um mecanismo na época igual aos automáticos modernos; e o moleque caia no interior da caverna, os sacerdotes comiam a carne cozida, como parte do ritual da adoração a moloque. Eles adoravam num lugar, cuja origem vem de um deus chamado Vaticanus.

Ao dar-se conta que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro, e como João Batista havia nascido seis meses antes do Messias, então, por que não estabelecer o dia 24 de junho como o dia do nascimento de João Batista?

Isso foi o que fizeram. Até hoje em dia 24 de junho é conhecido no calendário papal como o nascimento de São João! Porém esta idéia foi baseada em um fundamento falso, por que João Batista não nasceu no dia 24 de junho, ao associar este nome com este dia não foi mais que um outro intento para cobrir uma festa pagã e permitir sua continuação, porém agora na igreja.

Tempos atrás, este dia era associado ao culto a Baal moloque. Na Grã-Bretanha antes da entrada do cristianismo, 24 de junho era celebrado pelos Druidas com chamas de fogo em honra a Baal (deus sol, Ninrode em forma divina). Os Druidas eram feiticeiros que faziam seus cultos também no lugar de adorações divinas (Vaticínia). Dizem que este nome provém de uma cidade chamada Vaticanus, que tinha seu lugar proeminente nesta colina.

Os trabalhos de notáveis historiadores como Heródoto, Wilkison, Layarde e outros falavam desses fogos cerimoniais em diferentes países. Quando 24 de junho foi adaptado pela igreja apóstata e trocaram seu nome para o dia de São João, também adoravam os fogos e chamaram “fogos de São João”. “Eu vi gente correr e saltar através dos fogos de São João na Irlanda” – disse um escritor do século passado – “orgulhosos passando através dos fogos, pensando que fossem abençoados de uma forma especial durante a cerimônia”. Ao ler estes ritos nos recordamos de práticas similares nas quais caíram os filhos de Israel quando estes “passaram pelo fogo de Moloch” (Jer. 32/31 e Ez. 20/31). Obviamente nenhuma dessas práticas tinha conexão com João Batista.

Até hoje as igrejas de um modo geral conservam o símbolo do fogo, em seus logotipos Ex:

 Além da cerimônia do fogo que se observa em 24 de junho, este dia é conhecido entre as tribos pagãs como o festival da água.

Acaso não havia sido João Batista conhecido especialmente como o que batizava com água? Assim é que esta pequena semelhança ajudou a disfarçar a continuação do dia pagão com seu novo nome.

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