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Robespierre Cardoso da Cunha

Robespierre Cardoso da Cunha

Shalom.

Grande paz, bondade, bênção, graça, gentileza e compaixão sobre nós. Abençoa-nos, nosso Pai, todos nós como um só, com a luz do Teu rosto, pois com a luz do teu rosto nos deste, Adonai, nosso Elohim, a Torá da vida e amor de bondade, justiça, bênção, compaixão, vida e paz. E isto pode ser bom diante de Teus olhos para abençoar Teu povo a cada momento e a cada hora com a Tua paz. Bendito és Tu, Elohim, que abençoa todo o teu povo com paz.

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MESCLAGEM DOS NOMES

Dom, 06 de Novembro de 2011 12:40 Publicado em Estudos

Somente no ano 314. d.C. Constantino introduz o paganismo no seio da Igreja, mesclando os costumes de Roma pagã com a karral (congregação) Pura. O primeiro passo que marcou essa mudança foi a substituição dos deuses de Roma para os nomes dos apóstolos (Fato confirmado tanto nas bibliotecas coma no Discovery channel). A estátua de Júpiter, por exemplo, foi substituída pelo apóstolo Pedro e assim sucessivamente.

Outro exemplo, de mudança terrível é o nome de YAKKOV traduzido por TIAGO, perceba aqui querido Leitor que não há aqui transliteração, mais transmutação, ou seja, mudança de nome; Shaul siginifica o alcançado por meio de orações (Diocionário de nomes de Bebês, EDT. Escala, pp. 174. Eles mudaram para Paulo que é igual o Pequeno, o fracassado(Idem, pp 160). Mirian eles mudaram para Maia que se transformou em Maria, Matytiahu eles Mudaram para  Mateus .Yohanam para João(Jano ou seja Júpiter)

Esse costume Babilônico é antigo. Veja querido Leitor, aos jovens Hebreus serem introduzidos na Presença do Rei Nabucodonosor em Babilônia imediatamente os nomes sagrados foram mudados e colocados nomes de demônios. Exemplo disso é o nome de Daniel: “O Senhor é o meu Juiz”, Eles mudaram para Belssazar, que é Bel te proteja. Quem é bel? Outro nome para Baal. Ananias, igual Senhor Misericordioso, eles mudaram para Sadraque, um nome de um demônio feminino Astarote. Misael: Quem é igual ao Eterno? Eles mudaram para Mesaque, igual à sombra do príncipe das trevas. Azariahu, O Senhor ajuda. Eles mudaram Abede-Nego: igual a servo do deus Nego.

Era costume de Roma adorar um deus a cada dia da semana, até hoje nos calendários tanto Americano como Hispânos esses nomes de deuses visivelmente aparecem Como:

MONDAY.................MOON=LUA; DAY=DIA

LUNES EM ESPANHOL.

TUESDAY............... TIW=MARTES

MARTES, EM ESPANHOL.

Mercúrio - quarta feira

Jupiter quintas feira

Vênus - sexta feira

Sábado saturno

Domingo-sol

Veja o que está Escrito No dicionário das Mitologias, livro ao lado, sobre Esus ou Jesus na paginas, 56.

ESUS\ que se pronuncia Ysus - O deus Esus chegou até nós através dos romanos;

O próprio nome já parece ser uma adaptação latina. Lucano, no seu poema Fars4lia refere-se ao "terrível Esus de ferozes altares” (l, 444 e seguintes). Era o deus do Trovão, dos Raios e das

Tempestades; equivalia, portanto, a Júpiter. O deus sanguinário de Lucano, segundo um comentador da Idade Média, exigia no seu culto, vitimas humanas, que eram suspensas de uma árvore.

Em Treves e em Paris encontraram-se monumentos onde Esus

aparece como derrubador de árvores; o monumento de Paris, de origem galo-romana, apresenta numa face "O Touro com os

“Três Graus”, e na outra o deus lenhado'r que corta os ramos

com seu machado; sabemos que se trata de Esus, mas ignoramos os mitos que simboliza. Os filólogos querem ver na palavra Esus a deturpação de erus, "senhor" ou "dono de casa", agora compare com Jeremias 11:19.

Veja Agora essa reportagem do Jornal da Globo sobre o nome Yeshua. Aqui está uma prova das pedras que clamam, pois enquanto pastores e Padres tentam justificar a aceitação do paganismo, envolvendo o nome, nessa matéria, o querido leitor poderá conferir o Jornalista dizendo claramente que foram os gregos que transformaram o nome Yeshua em Jesus...

“A olimpíada é uma oportunidade ‘de ver a Grécia com outros olhos”. Tende-se a ver país como algo do passado, quase morto, petrificado em seus monumentos. Essas pedras vivem nos nossos tempos, Você pensa que eu falo grego? Acertou. Para começar, o alfabeto vem de alfa e berta, letras gregas. Os primeiro trabalhos de literatura do ocidente são os poemas de Homero: A llíada e A Odisséia. De anônimo a zoológico, até a palavra televisão vem do grego. Álem da linguagem, a arquitetura ocidental nasceu das formas dos Tempos Gregos. O Paternon é o mais famoso deles; Mas se fossemos escolher apenas uma coisa, o que acabou sendo Mesmo um ótimo presente de grego, seria a noção de bom gosto, de refinamento. Isso veio da Grécia Antiga, de lá para cá, quase 80 gerações de pessoas concordam que isso é bonito. Filosofia, biologia, física e os sábios como Sócrates, Platão e Aristóteles desenvolveram o conhecimento da humanidade. Medicina na época se chamava higiene por causa da Higéia, filha de Asclépius o deus da cura.

. Quando você entrar em uma igreja, pense que foram os gregos que TRANSFORMARAM o nome Echua em Jesus. Os gregos que deram a ele o sobrenome de Cristo, que quer dizer aquele que é sagrado, ungido. Bíblia, profetas, anjos, apóstolos, bispos, Monastérios, rosários, cemitérios e paraíso são todas palavras gregas. O que a gente deve aos gregos? “Quase tudo.”

Matéria do Jornal HOJE da Globo, edição 18/05/2004.www.globo.com/jornalhoje.

A HISTÓRIA QUE NUNCA TE CONTARAM

Dom, 06 de Novembro de 2011 12:02 Publicado em Estudos

 

A HISTÓRIA QUE NUNCA TE CONTARAM
Sabemos que o Messias era judeu, nascido em Israel, e sabemos também que o Seu Nome não foi escolhido por nenhum ser humano. Conforme o relato escritural, o Nome do Messias foi revelado tanto a Mirian quanto a José, tamanha era a importância que o Altíssimo dava a este Nome. Contudo, o "evangelho paralelo" que hoje se apresenta e se proclama largamente, contém um outro nome, não de origem hebraica, mas sim de origem Latina, que é "Jesus".
É de conhecimento público, e inclusive divulgado em muitas versões das Bíblias existentes à venda, que "jesus" não é o verdadeiro nome do Messias. A origem deste nome é totalmente Latina, tendo inclusive um aspecto muito interessante, a facilidade de desmascarar a mentira:
NÃO EXISTE LETRA "J" NO ALFABETO HEBRAICO, NEM NENHUMA OUTRA LETRA QUE POSSUA ESTE SOM.
A letra "J" só apareceu na grafia a partir do século XIV, ou seja, 1400 anos após o Messias ter vindo.
A pronúncia sem o “J”, que se fazia nas missas até o dia de hoje é:
I E S U S
Nos dias do Messias, no primeiro século da era messiânica, Se você Perguntasse a um Romano, você conhece O Salvador Judeu que morreu num Madeiro?  Eles naturalmente diriam: “Não conheço!”, Mas se você perguntasse: Você conhece Esus ou Iesus ou Romanamente falando Ysus? Sim conheço muito bem é o nosso deus Celta, que nós Romanos adoramos como Mercúrio.
Nos dias de Constantino e nos primeiros séculos da era Natzri (Nazarena) Os Romanos odiavam os Judeus, eles jamais aceitariam um Salvador Judeu, o nome dele incomodava... Iesus, Esus ou Ysus, são figuras conhecidas naqueles dias, muito popular e familiar ao povo... Tentar fazer e dizer ao povo que na verdade o Salvador Judeu nada mais é que a ré-encarnação de Júpiter, Mercúrio ou Esus filho de Zeus foi uma explicação agradável e plausível aos Romanos e para todos os gentios; era mais cômodo e compreensível aos olhos do povo e do Imperador, figuras de deuses que eles amavam e acreditavam e sacrificavam tudo para estes deuses, até os seus filhos que eles tanto amavam, e, ao colocá-los sobre o altar, não choravam mesmo vendo-os morrer nestes altares.
יהוה YHWH
Lido da direita para esquerda:-
י(iud) ה(H(r)ê)ו(Vav)ה(H(r)ê).
Entre as divindades Romanas, Jeová (da esquerda) tinha o primeiro lugar, com o atributo de “Pai dos deuses e dos homens”. Foi considerado o Máximo Protetor da cidade de Roma.
(Tropico Enciclopédia Ilustrada) Um exemplo da deturpação do nome de Elohim para Jeová, está na enciclopédia em cores, Martins Vol –IX.
Jeová: deus Romano adorado em todo Império.
Tropico Enciclopédia Ilustrada Em Cores – Martins, Vol IX.
Entre Judeus e Hebraístas é comum mencionar e registrar “Há’Shem” diante da ocorrência do Tetragrama, ainda que muitos prefiram mencioná-lo como Eterno ou outro título de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e apreciadores. Entretanto, Há’Shem é mencionado há mais de cinco mil anos.
Já no que diz respeito ao uso dos Nomes: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J”, advertimos, que são deturpações abusivas dos sons originais. Cabe recordar aos interessados que “Je” e “Ja” não eram fonemas no hebraico original, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes. “Javé”, pelas respectivas razões literárias, fonéticas e morfo – lingüísticas, soa estranho ao mundo Hebraico.
Adjetivos usados nos respectivos idiomas como, por exemplo: Senhor, Eterno, Absoluto, é permitido usar, desde que não se choquem com a cultura hebraica e não se torne uma substituição definitiva para o Tetragrama.
Talvez, neste ponto, você já esteja se perguntando: Então qual é o Nome verdadeiro do Messias? Exercite um pouquinho mais a sua paciência para que possamos construir solidamente uma visão da verdade sobre este assunto.
O TRIGO E O JOIO COMO EXEMPLO
É simplesmente maravilhoso observar a sabedoria de palavras e escolhas de exemplos para parábolas, dando a elas um significado cheio, completo e imbatível. O Messias não pegou ao acaso duas plantas quaisquer para usar em sua parábola. Do mesmo modo que, quando Ele quis falar sobre algo muito pequeno e que crescia e ficava enorme, ele usou a semente de mostarda, a menor semente de planta existente, por igual sabedoria ele escolheu o joio e o trigo para esta parábola.
Joio e trigo são sementes e plantas extremamente parecidas. Somente com apurada observação se consegue distinguí-las.
O joio, resultado da semeadura inimiga, não é como muitos pensam as seitas declaradamente satânicas, que existem no mundo, nem as diversas religiões pagãs espalhadas pelos países.
Antes de tudo, o joio é resultante de uma semente parecidíssima com a semente do trigo, e resulta numa planta crescida parecidíssima com o trigo.
Não há entre o joio e o trigo uma diferença grotesca como a diferença que há entre as palavras das Sagradas Escrituras e as seitas satânicas ou religiões pagãs. Ao contrário disso, a semente de joio e o joio são de aparência extremamente semelhante à verdade escritural. É algo que possui uma mensagem de retidão e santidade do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Traz uma mensagem de salvação, do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Fala de oração, de fé, de milagres, de promessas, tudo exatamente conforme a BIBLIA.
Há, porém a parte mais importante de todas! O fruto do trigo é alimento que faz pão, enquanto o fruto do joio é venenoso!!!
Se alguém fizer pão usando o joio em vez do trigo, terá uma séria intoxicação!!! Nesta hora toda semelhança se desfaz e o joio mostra realmente quem é.
Mas, afinal, o que existe hoje em dia sobre a face da terra que seja tão extremamente parecido com a verdade das Sagradas Escrituras originais e que possamos, com firmeza, constatar que se trata do joio? Certamente não são as religiões pagãs como budismo, induismo, islamismo, e outras. Certamente também não são os cultos satânicos, os quais diferem dramaticamente da mensagem escritural.
O que existe, de fato, como algo extremamente parecido, é o assim chamado "evangelho de jesus cristo".
O "evangelho de jesus cristo" é o joio que tem durante séculos enganado e envenenado as pessoas sinceras de coração, para evitar que elas encontrem a verdade.
Este tão divulgado "evangelho de jesus cristo" nada mais é do que uma corrupção maligna da mensagem das Sagradas Escrituras originais, causada pela substituição, adulteração e corrupção dos nomes que protagonizam os fatos.
Ao mudarem os nomes e os títulos nas escrituras traduzidas, estas pessoas, de fato, transformaram todo um relato verdadeiro e fidedigno em um relato falsificado, criando o assim chamado "evangelho paralelo", que é muito parecido com o verdadeiro, idêntico, porém, envenena e afasta da verdade até os mais sinceros.
A verdade é simples: não foi nenhum "jesus cristo" que morreu pelos meus pecados, e não conheço ninguém com este nome!!!! Quem eu conheço e reconheço como meu verdadeiro, autêntico, legítimo e fiel Salvador chama-se Yeshua (pronunciado Filho Unigênito de YHWV. A mitologia grega pagã invadiu as Sagradas Escrituras por meio de suas traduções corrompidas, adulterando os Nomes e títulos mais sagrados. O principal ídolo da mitologia grega, chamado "zeus", foi dissimuladamente introduzido nas traduções tanto no título "deus" como na adulteração do Nome do Messias para "jesus". O nome "jesus" nada mais é do que a concatenação(seriação,entrosamento) dos nomes de dois ídolos pagãos grego e romano. Um deles era "io", um ídolo com características femininas. O outro, "zeus". Da concatenação surgiu "Iozeus" e depois "Iosous", de pronúncia praticamente idêntica. Deste nome "Iosous" se origina este nome "jesus", que apesar de falso é tão exaltado e cultuado entre o que chamamos de "cristandade" dos dias atuais.
Os milagres, as profecias, a salvação, a santidade, a justiça, a esperança, os relatos e tudo mais que as Sagradas Escrituras originais apresentam são a mais segura base de fé que alguém pode ter na vida; contudo eu me refiro às originais, não as que são corrompidas, onde os Nomes mais sagrados foram adulterados, corrompidos e manipulados maliciosamente para introduzir nomes de demônios mitológicos pagãos, com isso levando muitos a uma idolatria dissimulada.
Tenha sempre em mente que quando mudamos um nome, automaticamente mudamos a pessoa por trás deste nome.
Quem autorizou os tradutores a modificarem os nomes? Se o Nome do Messias, Yeshua, foi informado à Mirian e a Yosef (José), por um mensageiro celestial, e as escrituras dizem que ao Nome de Yeshua todo joelho se dobre nos céus, na terra e debaixo da terra, então com que autoridade estes tradutores substituiram o Nome de Yeshua pelo nome de um demônio de mitologia grega pagã? Para sua própria condenação é que o fizeram e para levar com eles a todos os incautos que se deixaram enganar por eles.
O fim do joio, segundo a parábola, é ser queimado no fogo, enquanto o trigo será reunido no celeiro.
As inúmeras denominações evangélicas de hoje combatem ferrenhamente o catolicismo romano pela idolatria de imagens de escultura, idolatria de Maria, idolatria de santos, e estão certas de alertar para este fato que é realmente sujo aos olhos do Criador.
Contudo, elas mesmas têm estado cegas para o fato de que, sem perceber, praticam séria idolatria ao invocarem o nome de um ídolo mitológico quando invocam "deus" ou "jesus".
Maria e os santos, com suas imagens, são tão arraigados nos corações católicos quanto "deus" e "jesus" o são nos corações dos assim chamados "evangélicos".
Hoje em dia temos experimentado uma resistência tão grande por parte dos evangélicos a abandonar a idolatria de "deus" e "jesus" quanto grande é a resistência dos católicos a abrir mão da idolatria de Maria e de santos.
Um pecado quer se perceba ou não, continua sendo pecado do mesmo jeito! Se a ignorância fosse uma boa justificativa diante do Altíssimo, então as escrituras não precisariam dizer "Por falta de conhecimento o Meu povo perece". Ignorância nunca justifica. Se ignorância justificasse, melhor seria jamais pregarmos as boas novas do Reino de YAHOO, pois melhor seria deixarmos o povo na ignorância e estariam justificados.
A mensagem escritural verdadeira, porém, é bem diferente disso. Ela diz claramente para pregarmos as boas novas do Reino do Eterno e da salvação em Yeshua, e diz: Aquele que crê será salvo e quem não crê será condenado.
O livro de Atos 4:12 diz: "Porque não há salvação em nenhum outro, pois debaixo dos céus NENHUM OUTRO NOME nos foi dado pelo qual importa que sejamos salvos". Este verso é bastante incisivo quanto à existência de UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Não deixa margem a dúvidas.
Seria este apenas um verso isolado nas escrituras que afirma a salvação num único Nome do Messias? Certamente que não. João 1:12 afirma a mesma coisa dizendo: "Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo; a saber, AOS QUE CRÊEM NO SEU NOME". João 3:18 volta a afirmar a mesma coisa, só que agora com o alerta acerca da perdição: "Aquele que crê não é julgado; o que não crê, já está julgado, PORQUANTO NÃO CRÊ NO NOME do unigênito Filho do Altíssimo".
Se hoje você tomasse um livro qualquer de um autor famoso, e trocasse todos os nomes dos personagens, certamente você seria acusado de plagiador, adulterador, corruptor e outros tantos adjetivos. Contudo, foi exatamente isso que fizeram com as Sagradas Escrituras, e a grande maioria dos assim-chamados "cristãos", está muito satisfeita com o plágio, a adulteração, a corrupção. Se fosse apenas um plágio de uma obra de ficção, apenas o abandonaríamos e o assunto não teria maiores conseqüências, o grande problema, contudo, no que se referem às Sagradas Escrituras, é que toda uma narrativa verdadeira sobre um fato real, foi transformado em um plágio maligno, com relato falso e mentiroso, a menos que possamos restituir todos os nomes originais ao mesmo.
Fato, porém, inegável escrituralmente, é que SÓ EXISTE UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Este Nome, não é "Jesus", como uma enorme massa pensa, também não é "Isa" como o outro "evangelho paralelo" que é pregado entre os árabes, também não é "Tupã", como é pregado entre os indígenas no Brasil, e muito menos "Olorum" como é pregado por muitos missionários evangélicos entre tribos africanas.
Ha-satan tem usado pessoas, em geral com muito boas intenções, para produzir mais e mais joio, por meio de cada tradução nova das escrituras que é produzida no mundo. Estas pessoas, cheias de "boas intenções", porém malignamente inspiradas, pensam que será mais fácil pregar para os povos se usarem um nome que seja já familiar a estes povos. Tal raciocínio é puramente carnal, numa vã tentativa de adaptar a verdade às exigências das culturas locais.
Tais missionários não conseguem, infelizmente, ter o discernimento de que os nomes usados pelos povos que eles querem "evangelizar", são nomes de demônios que dominam sobre estes povos desde o início de sua história. O mesmo "Olorum" que eles pregam entre tribos africanas é exorcisado aqui no Brasil, revelado como demônio que é. O "Isa" que eles pregam entre os árabes, nada mais é do que outro demônio, cultuado como o "deus lua" naquela nação.
Seria, então, "Jesus" o nome de algum ser maligno?

Sabemos que o Messias era judeu, nascido em Israel, e sabemos também que o Seu Nome não foi escolhido por nenhum ser humano. Conforme o relato escritural, o Nome do Messias foi revelado tanto a Mirian quanto a José, tamanha era a importância que o Altíssimo dava a este Nome. Contudo, o "evangelho paralelo" que hoje se apresenta e se proclama largamente, contém um outro nome, não de origem hebraica, mas sim de origem Latina, que é "Jesus".É de conhecimento público, e inclusive divulgado em muitas versões das Bíblias existentes à venda, que "jesus" não é o verdadeiro nome do Messias. A origem deste nome é totalmente Latina, tendo inclusive um aspecto muito interessante, a facilidade de desmascarar a mentira: NÃO EXISTE LETRA "J" NO ALFABETO HEBRAICO, NEM NENHUMA OUTRA LETRA QUE POSSUA ESTE SOM.A letra "J" só apareceu na grafia a partir do século XIV, ou seja, 1400 anos após o Messias ter vindo.




A pronúncia sem o “J”, que se fazia nas missas até o dia de hoje é:          I E S U SNos dias do Messias, no primeiro século da era messiânica, Se você Perguntasse a um Romano, você conhece O Salvador Judeu que morreu num Madeiro?  Eles naturalmente diriam: “Não conheço!”, Mas se você perguntasse: Você conhece Esus ou Iesus ou Romanamente falando Ysus? Sim conheço muito bem é o nosso deus Celta, que nós Romanos adoramos como Mercúrio.           Nos dias de Constantino e nos primeiros séculos da era Natzri (Nazarena) Os Romanos odiavam os Judeus, eles jamais aceitariam um Salvador Judeu, o nome dele incomodava... Iesus, Esus ou Ysus, são figuras conhecidas naqueles dias, muito popular e familiar ao povo... Tentar fazer e dizer ao povo que na verdade o Salvador Judeu nada mais é que a ré-encarnação de Júpiter, Mercúrio ou Esus filho de Zeus foi uma explicação agradável e plausível aos Romanos e para todos os gentios; era mais cômodo e compreensível aos olhos do povo e do Imperador, figuras de deuses que eles amavam e acreditavam e sacrificavam tudo para estes deuses, até os seus filhos que eles tanto amavam, e, ao colocá-los sobre o altar, não choravam mesmo vendo-os morrer nestes altares.יהוה YHWH Lido da direita para esquerda:-י(iud) ה(H(r)ê)ו(Vav)ה(H(r)ê).



Entre as divindades Romanas, Jeová (da esquerda) tinha o primeiro lugar, com o atributo de “Pai dos deuses e dos homens”. Foi considerado o Máximo Protetor da cidade de Roma.(Tropico Enciclopédia Ilustrada) Um exemplo da deturpação do nome de Elohim para Jeová, está na enciclopédia em cores, Martins Vol –IX.

Jeová: deus Romano adorado em todo Império.Tropico Enciclopédia Ilustrada Em Cores – Martins, Vol IX.
Entre Judeus e Hebraístas é comum mencionar e registrar “Há’Shem” diante da ocorrência do Tetragrama, ainda que muitos prefiram mencioná-lo como Eterno ou outro título de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e apreciadores. Entretanto, Há’Shem é mencionado há mais de cinco mil anos.                    Já no que diz respeito ao uso dos Nomes: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J”, advertimos, que são deturpações abusivas dos sons originais. Cabe recordar aos interessados que “Je” e “Ja” não eram fonemas no hebraico original, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes. “Javé”, pelas respectivas razões literárias, fonéticas e morfo – lingüísticas, soa estranho ao mundo Hebraico.                     Adjetivos usados nos respectivos idiomas como, por exemplo: Senhor, Eterno, Absoluto, é permitido usar, desde que não se choquem com a cultura hebraica e não se torne uma substituição definitiva para o Tetragrama.Talvez, neste ponto, você já esteja se perguntando: Então qual é o Nome verdadeiro do Messias? Exercite um pouquinho mais a sua paciência para que possamos construir solidamente uma visão da verdade sobre este assunto.O TRIGO E O JOIO COMO EXEMPLOÉ simplesmente maravilhoso observar a sabedoria de palavras e escolhas de exemplos para parábolas, dando a elas um significado cheio, completo e imbatível. O Messias não pegou ao acaso duas plantas quaisquer para usar em sua parábola. Do mesmo modo que, quando Ele quis falar sobre algo muito pequeno e que crescia e ficava enorme, ele usou a semente de mostarda, a menor semente de planta existente, por igual sabedoria ele escolheu o joio e o trigo para esta parábola.Joio e trigo são sementes e plantas extremamente parecidas. Somente com apurada observação se consegue distinguí-las. O joio, resultado da semeadura inimiga, não é como muitos pensam as seitas declaradamente satânicas, que existem no mundo, nem as diversas religiões pagãs espalhadas pelos países.Antes de tudo, o joio é resultante de uma semente parecidíssima com a semente do trigo, e resulta numa planta crescida parecidíssima com o trigo.Não há entre o joio e o trigo uma diferença grotesca como a diferença que há entre as palavras das Sagradas Escrituras e as seitas satânicas ou religiões pagãs. Ao contrário disso, a semente de joio e o joio são de aparência extremamente semelhante à verdade escritural. É algo que possui uma mensagem de retidão e santidade do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Traz uma mensagem de salvação, do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Fala de oração, de fé, de milagres, de promessas, tudo exatamente conforme a BIBLIA.Há, porém a parte mais importante de todas! O fruto do trigo é alimento que faz pão, enquanto o fruto do joio é venenoso!!!Se alguém fizer pão usando o joio em vez do trigo, terá uma séria intoxicação!!! Nesta hora toda semelhança se desfaz e o joio mostra realmente quem é.Mas, afinal, o que existe hoje em dia sobre a face da terra que seja tão extremamente parecido com a verdade das Sagradas Escrituras originais e que possamos, com firmeza, constatar que se trata do joio? Certamente não são as religiões pagãs como budismo, induismo, islamismo, e outras. Certamente também não são os cultos satânicos, os quais diferem dramaticamente da mensagem escritural.O que existe, de fato, como algo extremamente parecido, é o assim chamado "evangelho de jesus cristo".O "evangelho de jesus cristo" é o joio que tem durante séculos enganado e envenenado as pessoas sinceras de coração, para evitar que elas encontrem a verdade.Este tão divulgado "evangelho de jesus cristo" nada mais é do que uma corrupção maligna da mensagem das Sagradas Escrituras originais, causada pela substituição, adulteração e corrupção dos nomes que protagonizam os fatos.Ao mudarem os nomes e os títulos nas escrituras traduzidas, estas pessoas, de fato, transformaram todo um relato verdadeiro e fidedigno em um relato falsificado, criando o assim chamado "evangelho paralelo", que é muito parecido com o verdadeiro, idêntico, porém, envenena e afasta da verdade até os mais sinceros.A verdade é simples: não foi nenhum "jesus cristo" que morreu pelos meus pecados, e não conheço ninguém com este nome!!!! Quem eu conheço e reconheço como meu verdadeiro, autêntico, legítimo e fiel Salvador chama-se Yeshua (pronunciado Filho Unigênito de YHWV. A mitologia grega pagã invadiu as Sagradas Escrituras por meio de suas traduções corrompidas, adulterando os Nomes e títulos mais sagrados. O principal ídolo da mitologia grega, chamado "zeus", foi dissimuladamente introduzido nas traduções tanto no título "deus" como na adulteração do Nome do Messias para "jesus". O nome "jesus" nada mais é do que a concatenação(seriação,entrosamento) dos nomes de dois ídolos pagãos grego e romano. Um deles era "io", um ídolo com características femininas. O outro, "zeus". Da concatenação surgiu "Iozeus" e depois "Iosous", de pronúncia praticamente idêntica. Deste nome "Iosous" se origina este nome "jesus", que apesar de falso é tão exaltado e cultuado entre o que chamamos de "cristandade" dos dias atuais.Os milagres, as profecias, a salvação, a santidade, a justiça, a esperança, os relatos e tudo mais que as Sagradas Escrituras originais apresentam são a mais segura base de fé que alguém pode ter na vida; contudo eu me refiro às originais, não as que são corrompidas, onde os Nomes mais sagrados foram adulterados, corrompidos e manipulados maliciosamente para introduzir nomes de demônios mitológicos pagãos, com isso levando muitos a uma idolatria dissimulada.Tenha sempre em mente que quando mudamos um nome, automaticamente mudamos a pessoa por trás deste nome.Quem autorizou os tradutores a modificarem os nomes? Se o Nome do Messias, Yeshua, foi informado à Mirian e a Yosef (José), por um mensageiro celestial, e as escrituras dizem que ao Nome de Yeshua todo joelho se dobre nos céus, na terra e debaixo da terra, então com que autoridade estes tradutores substituiram o Nome de Yeshua pelo nome de um demônio de mitologia grega pagã? Para sua própria condenação é que o fizeram e para levar com eles a todos os incautos que se deixaram enganar por eles. O fim do joio, segundo a parábola, é ser queimado no fogo, enquanto o trigo será reunido no celeiro.As inúmeras denominações evangélicas de hoje combatem ferrenhamente o catolicismo romano pela idolatria de imagens de escultura, idolatria de Maria, idolatria de santos, e estão certas de alertar para este fato que é realmente sujo aos olhos do Criador.Contudo, elas mesmas têm estado cegas para o fato de que, sem perceber, praticam séria idolatria ao invocarem o nome de um ídolo mitológico quando invocam "deus" ou "jesus".Maria e os santos, com suas imagens, são tão arraigados nos corações católicos quanto "deus" e "jesus" o são nos corações dos assim chamados "evangélicos".Hoje em dia temos experimentado uma resistência tão grande por parte dos evangélicos a abandonar a idolatria de "deus" e "jesus" quanto grande é a resistência dos católicos a abrir mão da idolatria de Maria e de santos.Um pecado quer se perceba ou não, continua sendo pecado do mesmo jeito! Se a ignorância fosse uma boa justificativa diante do Altíssimo, então as escrituras não precisariam dizer "Por falta de conhecimento o Meu povo perece". Ignorância nunca justifica. Se ignorância justificasse, melhor seria jamais pregarmos as boas novas do Reino de YAHOO, pois melhor seria deixarmos o povo na ignorância e estariam justificados.A mensagem escritural verdadeira, porém, é bem diferente disso. Ela diz claramente para pregarmos as boas novas do Reino do Eterno e da salvação em Yeshua, e diz: Aquele que crê será salvo e quem não crê será condenado.O livro de Atos 4:12 diz: "Porque não há salvação em nenhum outro, pois debaixo dos céus NENHUM OUTRO NOME nos foi dado pelo qual importa que sejamos salvos". Este verso é bastante incisivo quanto à existência de UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Não deixa margem a dúvidas.Seria este apenas um verso isolado nas escrituras que afirma a salvação num único Nome do Messias? Certamente que não. João 1:12 afirma a mesma coisa dizendo: "Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo; a saber, AOS QUE CRÊEM NO SEU NOME". João 3:18 volta a afirmar a mesma coisa, só que agora com o alerta acerca da perdição: "Aquele que crê não é julgado; o que não crê, já está julgado, PORQUANTO NÃO CRÊ NO NOME do unigênito Filho do Altíssimo".Se hoje você tomasse um livro qualquer de um autor famoso, e trocasse todos os nomes dos personagens, certamente você seria acusado de plagiador, adulterador, corruptor e outros tantos adjetivos. Contudo, foi exatamente isso que fizeram com as Sagradas Escrituras, e a grande maioria dos assim-chamados "cristãos", está muito satisfeita com o plágio, a adulteração, a corrupção. Se fosse apenas um plágio de uma obra de ficção, apenas o abandonaríamos e o assunto não teria maiores conseqüências, o grande problema, contudo, no que se referem às Sagradas Escrituras, é que toda uma narrativa verdadeira sobre um fato real, foi transformado em um plágio maligno, com relato falso e mentiroso, a menos que possamos restituir todos os nomes originais ao mesmo. Fato, porém, inegável escrituralmente, é que SÓ EXISTE UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Este Nome, não é "Jesus", como uma enorme massa pensa, também não é "Isa" como o outro "evangelho paralelo" que é pregado entre os árabes, também não é "Tupã", como é pregado entre os indígenas no Brasil, e muito menos "Olorum" como é pregado por muitos missionários evangélicos entre tribos africanas.Ha-satan tem usado pessoas, em geral com muito boas intenções, para produzir mais e mais joio, por meio de cada tradução nova das escrituras que é produzida no mundo. Estas pessoas, cheias de "boas intenções", porém malignamente inspiradas, pensam que será mais fácil pregar para os povos se usarem um nome que seja já familiar a estes povos. Tal raciocínio é puramente carnal, numa vã tentativa de adaptar a verdade às exigências das culturas locais. Tais missionários não conseguem, infelizmente, ter o discernimento de que os nomes usados pelos povos que eles querem "evangelizar", são nomes de demônios que dominam sobre estes povos desde o início de sua história. O mesmo "Olorum" que eles pregam entre tribos africanas é exorcisado aqui no Brasil, revelado como demônio que é. O "Isa" que eles pregam entre os árabes, nada mais é do que outro demônio, cultuado como o "deus lua" naquela nação.Seria, então, "Jesus" o nome de algum ser maligno?

 

Yeshua não era cristão

Qua, 26 de Outubro de 2011 15:00 Publicado em Estudos

Yeshua não era cristão, não se tornaria cristão e não é cristão. Parece ser uma afirmação forte, mas é verdade, pois as bases do cristianismo estão totalmente ligadas ao paganismo.

Yeshua é o Messias de Israel. A teologia sistemática, na verdade não é um mérito de Constantino, isto seria atribuir a ele uma capacidade maior do que tinha. A teologia sistemática foi estabelecida para perpetuar os enganos da religião cristã estabelecida por Roma, a qual é mais antiga do que imaginamos.

A essência do pensamento da teologia sistemática, está estabelecido em conclusões destituídas da sabedoria do Eterno, Ou seja, tendo como recurso único a lógica, que na sua essência é dualista e foi expressa de maneira mais completa pelos gregos.

Assim, só através de uma teologia destituída da sabedoria Divina, era possível estabelecer uma religião híbrida, onde entre outras coisas, se obriga o impossível para liberar as pessoas da responsabilidade das obrigações estabelecidas pelo Eterno. Uma teologia de dogmas e de mistérios que precisam ser aceites por imposição.

Uma teologia fragmentada pois não entende a sabedoria de aparentes contradições, e cria uma mentalidade limitada e facilmente manipulável.

Existem muitos buscadores sinceros dentro do cristianismo, mas é necessário levar a verdade a eles, a fim de que sejam libertos e possam participar verdadeiramente da oliveira (Israel) que foi estabelecida pelo Eterno.

O que mais me impressiona é o natal, festa estabelecida a partir das concepções maligna de Ninrod, o neto de Canaã, que por sua vez era neto de Noé, e ainda hoje se comemora esta festa, que é uma flagrante adoração ao falso deus sol.

Baruch HaShem que o Eterno nos livrou disto e que façamos a nossa parte para libertar outras pessoas, sem negligenciar o nosso trabalho principal, que é anunciar o testemunho do Messias Yeshua, que promove a Teshuvá, o retorno a fé genuína do Eterno, o Elohim verdadeiro e Todo Poderoso.

Recebido de um crente em Yeshua, que repasso:

GUERRA DOS CALENDÁRIOS

Sáb, 17 de Setembro de 2011 22:28 Publicado em Estudos
Verdadeiramente estamos no fim do tempo do fim, os acontecimentos tomam um curso alto e os últimos momentos da historia deste mundo é rápido. Há‟Satan, Sh‟muel bem sabe disso e esta investindo alto para desviar o quanto poder o povo da profecia que esta fazendo Teshuvah, para transgredir a Torah do Eterno, Kadosh Hu.
Guerra dos calendários é realmente antiga, afinal o controle do calendário significava exercer um domínio sobre toda a vida religiosa do povo, por isso que encontramos no mundo oriental 6 calendarios
1) O calendário Samaritano
2) Calendário Fariseu
3) Calendário Essênio
4) O calendário Proto Hillel
5) O calendário de Hillel
6) O calendário Caraíta
Porem a questão esquenta ainda mais ao perguntar? Que calendário Yeshua usava?
Não temos duvida, que o Mashiach Yeshua seguiu o calendário dado pela Torah.
Sabemos que muitas foram as tentativas dos Gentios de paganizar o povo Judeu e fazer desviar o povo de guardar as festas e os Shabatot. Um desses, realmente foi Antioco Epifanio, que além de blasfemar a Beit Hamikidash introduzindo a estatua de “DEUS”(ZEUS é mesma coisa), tentou desviar o povo da guarda da Torah, inclusive impondo um calendário babilônio no intuito de grecizar o povo com o seu paganismo.
Como esta escrito em Macabim 6:6-7
“Não se permita mais a guarda do Shabat, a celebração das antigas festas, nem mesmo confessar-se Judeu. Em cada mês em dia Natalício do Rei, realizava-se um sacrifício; os judeus eram odiosamente forçados a tomar parte do banquete ritual e, por ocasião das festas em Honra a Dionísio , deviam acompanhar forçosamente o cortejo de Baco, coroados com hera.”
É verdadeiro afirmarmos que profecia tem duplicidade aplicativa, tanto literalmente, e ao longo da historia, qual chamamos profeticamente. No drashar lançado por Daniel 7:25
“Magoarás os Santos do Altíssimo e perseguirás os Santos do Altíssimo e cuidarás em mudar as festas(Hag calendário) e a Torah.”
A profecia ali teve seu cumprimento literal na pessoa desse ímpio: Antioco Epifânio.
De maneira profética teve sua aplicação ao longo dos anos. Também teve aplicação direta para a ponta pequena de Daniel, apontava diretamente para o papado, que implantou seu sistema babilônico mesclando o Judaísmo Natzri com o Cristianismo que nasceu na terra de Shinar em Bavel. Constantino foi o homem da profecia citado por Daniel. No concilio de Nicéia, a ponta pequena, Constantino, escreveu uma carta aos Judeus Natzri, onde ele cita o problema da Páscoa católica Romana em relação a Peseach Judaica. Na sua carta ele deixa bem claro, que a data da peseach Judaica, nunca deveria coincidir com a páscoa romana, que tinha seu ápice na sexta feira da paixão(dia em que as mulheres choravam a Thamuz
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Ezequiel 8:14) No trecho da sua carta que esta no museu do vaticano e publicada em muitos livros judaicos, ele diz:
“Se por acaso vós Judeus Natzirii, quiser se unir conosco, é necessário que essa peseach espúria de vocês seja mudada para o dia de nossa Páscoa verdadeira, se não aceitares a nossa proposta, não poderemos continuar convosco, que Deus vos ajude.”
Os padres católicos, e o vaticano cuidam capiciosamente que isto seja cumprido a risca, pois ao longo da história nunca a peseach caiu na páscoa católica, eles vigiavam muito essa questão, legado dado pelo próprio Constantino. Uma cópia dessa carta, esta nas minha mãos, são duas paginas do próprio punho do imperador e o problema ali exposto é a data da páscoa ou seja a imposição do seu calendário solar. A profecia teve ali seu cumprimento, pois todos sabem a história que eles impuseram esse calendário e mudaram O Shabatot e as festas santas, para as seis festas de Há‟Satan: Natal, carnaval, páscoa, são João, primeiro do ano e o domingo solar, dia de descanso pagão ate o dia de hoje.
Para entendermos melhor a situação e como o Eterno de Israel vigia sobre seu povo para cumprir seus mandamentos, estatutos e juízos, vamos mergulhar na historia e façamos um drashar profundo para saber e conhecer como era o processo real da contagem do tempo para sabermos exatamente em que dia cai a peseach. É importante adicionarmos aqui que se você erra a data da peseach, você erra todas as datas das outras 6 festas, com a primeira 7. Um exemplo de como se contava a peseach é o modelo até hoje dado por Elohim a Israel, vejamos a seguir no exemplo moderno, copiado desde a época de Moshé:
Início do 1º Mês Bíblico
A Lua Nova foi avistada em Israel a 4 de Abril de 2011 às 19h28 do Monte Ezequias por Nehemia Gordon e ás 19h29 por Yoel Halevi. A lua foi ainda avistada de Ashdod por Magdi Shamuel às 19h40.
Hoje é portanto o 1º dia do 1º mês bíblico.
Datas das Solenidades de YHWH para esta Primavera: Pesach (Páscoa) - na noite de 18 para 19 de Abril
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Chag HaMatzot (Pães Asmos) - do pôr-do-sol de 18 de Abril até ao pôr-do-sol de 25 de Abril Shavuot (Pentecostes) - do pôr-do-sol de 11 de Junho até ao pôr-do-sol de 12 de Junho
Chodesh Sameach! (Feliz Lua Nova)
É assim se conta a festa de Peseach a partir da data que ela é vista pela primeira vez, assim sendo as outras festas são datadas a partir deste marco inicial.
O que acontece é que tem um grupo por aí de pessoas mal informada criando doutrinas satânicas e errada para desviar as pessoas da caminho do Eterno...
Essas pessoas inventam:
1) O primeiro dia da criação era a quarta feira, e sendo assim contando sete dias, o sábado vai cair Na terça feira e eles guardam esse dia e ensinam um monte gente a guardar o dia errado, que coisa terrível.
2) Eles chamam isso de calendário lunar
3) Enganam a milhares de pessoas pegam o texto fora do contexto nos outros versos das Escrituras, e as trevas riem deles.
O grande problema é: eles considerarem quarta feira o primeiro dia da criação. Vejam querido leitor eles sempre se opõe ao Eterno, O próprio criador estabeleceu
O Yom H‟shom o primeiro dia da criação e a luz que foi estabelecida, era exatamente as 22 letras, que são fótons neutrinos(que foi e é a matéria prima da criação de todo nosso universomposto de muon, electrom, esterom e espectrom ) Eles se opõe ao próprio Elorrim no estabelecimento do seu primeiro dia da Criação, esquecendo que a palavra hebraica Barah, ( Beit=2 Resh=200 alef =1) some o numero final igual 5, isto é, Criar=5 é feito de uma guimatria que é igual a 5, pois a criação da natureza foi assim feita em 5 dias no sexto criou o homem e no sétimo descansou.
Existem na Torah quatro níveis de interpretação das Escrituras que são a base e o fundamento central de sua compreensão, que se harmoniza como todo, o primeiro fundamento é chamado de P‟shat, significa simples, é o nível de compreensão direta da leitura das Sagradas Escrituras. Ex: “E disse: Tu és Keifá e sobre esta pedra...” (Mt. 16:18).
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Remez: É o segundo nível que significa: se aprofunde mais. Ex: de remez é as parábolas, comparações metáforas etc... Ex: Bereshit (Gn. 3:15).
Drash: Pesquise (Profecias)
Sod: Significa oculto, se refere aos códigos bíblicos secretos, colocados pelo Eterno na Sua palavra; entre os códigos estão a guimátria, que era e é muito empregada pelos profetas.
Por conseguinte, vamos considerar a aplicação destes quatro níveis de interpretação, para entender melhor sobre o assunto.
Os primeiro Rabinos a pesquisar esse assunto e a se interessar pelo mesmo foi Bachya e Weissmandl, esse último, escreveu seu primeiro livro 23 anos antes sobre o assunto. A codificação que esta dentro da Torah no nível sod(Oculto) comentada por Bachya parecia bastante simples à superfície, mas tinha extraordinárias implicações quanto ao tipo de detalhes que poderiam ser encontrada na Torah através do códigos ali colocados pelo Eterno, através do “Salto de Letras”.O código descrito por Bachya era composto de quatro letras, separadas por um intervalo de 42 duas letras, começando com a primeira letra da passagem da abertura do Gênesis: “1Bereshit bará „Elo(rr)hím(i) et há shamaym v‟et há aretz.[ No princípio criou „Elo(rr)hím(i) os céus e a terra ]”
A antiga tradição Judaica sustentava que essas passagens não só descrevia a criação em geral, mas, guando adequadamente “deCodificadas”, revelam detalhes explícitos da criação, em particular a exata duração dos acontecimentos e ciclos astronômicos críticos. Dizia-se que nessa passagem continha o nome de Elohim com 42 letras codificadas, e a tradição afirmava que nome se referia as atividades de Elohim Adonai durante a criação e mesmo antes dela, estabelecendo as épocas e as estações.
O código especifico citado por Bachya tinha quatro letras (B)Beith,(H) Hei, (R)resh (D)dalet fרהב cada uma delas em intervalos de 42 letras.
Essas quatro letras representavam um numero e a partir desse numero podia-se calcular a duração do mês lunar. A duração do mês lunar, que é compatível com essa decifração, e tem sido usada a milênios pelos judeus, difere dos cálculos de culturas vizinhas, baseados na astronomia, que remontam à época do exílio na babilônia. Assim sendo onde os Judeus obtiveram seu numero e por que se mantiveram fieis a ele?
A Torah oral sustenta que guando Elohim criou a escrita, Ele também deu a Moshé informações adicionais, que não deveriam ser escritas e que seriam necessárias para adequar o cumprimento dos mandamentos. Essas informações adicionais formam o núcleo da tradição oral. Elohim também teriam explicados que dentro da Torah escrita sempre poderiam ser encontradas pistas para todas as coisas reveladas oralmente. A duração do ciclo lunar era parte dessas informções.
Veja o Midrash Sod H‟Ibbur: O Mistério da lua nova
“O senhor disse a Moshé e a Aarão: “...este Mês será para vós o começo dos meses...” e no momento em que Moshé, nosso mestre, recebeu esta ordem, o Eterno, Abençoado seja
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Ele, transmitiu-lhe as regras exatas para intercalação da Lua Nova. Assim Ele deu a conhecer a Moshé o método para estabelecer as épocas e as estações.”
No século IV Hillel deu um passo extraordinário para preservar a unidade de Israel. Para impedir que os judeus espalhados por toda superfície da terra celebrassem suas luas novas, festas, shabatot diferentes das datas que o Eterno Deu a Moshé etc..Hillel tornou público o sistema de calculo do calendário, que até então foi mantido no mais alto sigilo.(Arthur Spier, The comprehensive hebrew calendar, twentieth second century 5860)
Nechunnya ben-HaKanah , que viveu na Judéia no século I, logo após a destruição de Israel pelos Romanos. Além de ser um especialista em diversos assuntos, afirmava especificamente se uma pessoa soubesse usar corretamente o nome com 42 letras encontraria a chave para a “ épocas e estações”. Contudo, a visão judaica tradicional atribui um profundo respeito à capacidade de calcular as estações e os meses, detectando e qualificando com precisão as relações entre o fluxo e o refluxo da lua (Tempos e as estações). Esse calculo racional, não mágico, é chave que liberta a mente para a contemplação do Eterno em sua beleza.
Verdadeiramente a duração do ciclo lunar “sinódico” de uma conjunção sol-lua até a seguinte é extremamente difícil de medir e calcular. Isso ocorre porque toda a revolução mensal da lua sobre a terra difere ligeiramente da anterior. Como diz o Talmude: o sol sabe o momento de descer, mas a lua não. A variabilidade lunar há muito tem desnorteado os astrônomos, temos que levar isso em conta.
Com o desenvolvimento das técnicas modernas de aproximação numérica que exigem computadores de alta velocidade, podemos agora gerar uma equação orbital boa e suficiente. Em 1923 antes do advento da computação mecânica, as equações calculadas a mão usavam 1500 termos para chegar uma aproximação. As aproximações atuais usam 6000 termos. Por causa dessas complicações, as estimativas cientificas para o mês lunar médio sofrem variações inevitáveis. Apesar disso, através de uma serie de cálculos complexos, a tradição oral judaica já sustentava que a duração média de um ciclo lunar era de: 29,53059 dias que corresponde ao que o Rambam descobriu, o grande Rabino. Em seu texto sobre o assunto, Maimônides(Rambam), deu-se o trabalho de enfatizar que o método produz uma média para o ciclo lunar.
Se esse numero 29,53059 dias para o mês lunar, não resulta na teoria e observação planetária, então de onde ele veio? Sabe-se sem sombras de duvidas que esse valor exato remonta muito antes do primeiro século, as evidências indicam que ele é muito mais antigo.
Tanto os babilônicos como os gregos daquela época tinham sistema de calendários, que compartilham muitas características com o calendário judaico. O problema com as sugestões dos estudiosos é que, embora próximos, nem o valor grego e nem o valor babilônico são exatamente o mesmo usado pelos os judeus. Isso prova que os judeus de fato não tomaram seus números dos gregos e dos babilônicos. Durante milênios o judeus se
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mantiveram fies aos primeiros números. Agora Quanto valor exato do mês Lunar em que bases se apegava o Rambam ao valor transmitido pela Torah oral?
A antiga resposta todas as essas perguntas é simplesmente não obtiveram de ninguém a duração do mês lunar. Pelo contrario, dizia-se que guando Elohim deu a Moshé a sequencia de letras da Torah, Ele lhe deu também todas as explicações necessárias quanto ao que havia nela e como deveriam ser usadas. Maimônides em sua maior obra
A Mishne Torah, que estabeleceu os 613 mandamentos, poder-se-ia esperar que o valor ordenado do mês lunar no estabelecimento do calendário, tivesse alguma confirmação na Torah ocultamente codificada, e foi isso que aconteceu. O Rabino Weissmandl descobriu essa codificação e tomou como base o livro da Bachya.
Conclusão I (Baseado no livro a verdade por detrás do código da bíblia, Dr Jeffrey Santinover)
A data critica, e como usá-la, estava contida no midrash Sod HaIbbur(mistério da lua nova) durante muito tempo foi mantida em segredo dos babilônicos e dos gregos e dos romanos, todos estes suspeitavam que ele pudessem ser misteriosamente exata.
Por volta de 1582 tornou-se necessária uma segunda serie de reforma no calendário, a fim de eliminar dez dias acumulado desde a reforma do anterior calendário Juliano. O papa Gregório XIII ordenou que aqueles dez dias fossem eliminados e assim se fez. Contudo, o ciclo semanal não foi rompido. Porem Constantino, ao calcular o calendário Juliano cuidou que nunca a Peseach Judaica caísse no mesmo dia que a páscoa cristã paganizada. Até hoje esse ditado é dito entre eles:
“É melhor errar com a lua do que acertar com os Judeus”
Assim sendo, o SOD HaIbbur identifica certos momentos críticos do relato da criação, que vai se desenrolando até o instante especial, segundo a tradição oral, em que Elohim criou o tempo. A maior parte dos ensinamentos de Gamaliel, refere-se aos detalhes usados para calcular os tempos e as estações, e para lidar com aqueles que erram no calculo, com brandura, pois é muito fácil errar. Shaul foi aluno de Gamaliel e conhecia perfeitamente esse calculo que era passado aos alunos.
A Bri‟t Hadshá contem muitas alusões aos tempos e as estações, especialmente nas passagens proféticas, mas nada diz sobre métodos para calculá-los.
Se existe algo como data de partida original, ela seria muito útil. Mas onde poderíamos encontrar essa data de partida, o ano, mês, o dia da semana(sábado do sétimo dia) minuto e segundo da primeira lua nova? Do ponto de vista cientifico a pergunta em se é absurda. Porem, a tradição oral sabe que essa data existe e esta no relato bíblico da criação. E afirma: Que a primeira lua nova ocorreu, num momento especifico da sexta manhã da criação, quando o homem foi criado, e não quando o sol e a lua foram colocados no firmamento, no quarto dia. E afirma quando isso aconteceu, exatamente no fim da sétima hora da manhã do sexto dia da criação(quatorze horas depois do pôr do sol do quinto dia). Em hebraico é escrito como vid : CI¦E¡
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Que significa 6/14.
Esse é o instante exato que o relógio lunar começou a tiquetaquear tem sido transmitido de sábio para sábio através de milênios e foi registrados em inúmeros lugares. Desse ponto em diante, o tempo de qualquer lua nova pode ser calculado tomando-se o numero total de meses decorridos e multiplicando por 29,53059.
Temos portanto a seguir o seguinte calculo. Se 29,53059 é o numero correto dias na média de longo prazo para o mês lunar e se 6/14(sexto dia décima quarta hora) é o tempo correto da primeira lua nova depois da criação, então a primeira lua nova ocorreu
354,04308. que data e tempos são estes? O Rambam explica:
“A primeira conjunção com que começas, contudo, é a conjunção do primeiro ano primordial da criação, que ocorreu na quinta hora e ducentésima quarta parte de uma hora da noite de segunda feira em numerais 2d 5h 204pem hebraicoC‟‟XD A
É o ponto de partida partida para o calculo.”
Uma vez que o calendário judaico trata o sexto da criação, quando Elohim fez o homem como o primeiro dia do começo do mundo, esse calculo tem a vantagem pratica de fazer os cálculos lunares subseqüentes se alinharem uniformemente com os anos.
Nessa primeira conclusão, queremos deixar claro, que com o advento das modernas técnicas cientificas e por fim dos satélites a duração do mês lunar é calculada com precisão cada vez maior, como indica a NASA no livro supra citado, pag280.
Muitos estudiosos do assunto estão se pegando Matytyahu 26 e cita o momento em que Yeshua disse aos talmidins: “Daqui a dois dias é Peseah....”Essas pessoas desconhecem que as fontes Almeidas oriunda de Jerônimo e da Septuginta é extremamente adulterada e contraditora, prova disso temos:
Mateus 26:17 E, no primeiro [dia da festa] dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Aonde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?
18 E ele disse: Ide à cidade a [um] certo homem e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está perto; em tua casa celebrarei <farei> a Páscoa (pessach) com os meus discípulos.
19 E os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara <mandara> e prepararam a Páscoa.
20 E, chegada a tarde, assentou-se à [mesa] com os doze.
João 13:1 Ora, antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que [já] era chegada a sua hora de passar deste mundo para o pai, como havia amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.
29 porque, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa ou que desse alguma coisa aos pobres.
João 19:14 E era a preparação da Páscoa e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei.
15 Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César.
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Comentário: A festa de pesseach é comemorada no 15º dia do primeiro mês. O primeiro dia é chamado de Pães Ázimos, onde todo o fermento era removido dos lares durante sete dias, a contar do 15º dia do primeiro mês. O cordeiro era morto um dia antes, que era o dia 14º do primeiro mês e representava o Mashiach. Uma pergunta!! como o Mashiach morreria no dia 14, e comeria com os discípulos o Kidush de peseach no dia 15, se Ele mesmo disse que ressuscitaria ao terceiro dia. João 19:14 E era a preparação da Pesseach e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei. Perceba, que neste texto o tradutor está em plena harmonia com o mandamento da Torah. Agora observe Mateus 26:17 E, no primeiro [dia da festa] dos pães Ázimos, chegaram os discípulos junto de Yeshua, dizendo: Aonde queres que façamos os preparativos para comer a Pesseach?
Que contradição! Se o dia dos pães azimos é exatamente o dia 15 do primeiro mês, conforme Êxodo 12, e o cordeiro(Yeshua) morria um dia antes que é o dia 14, exatamente o dia que Ele foi morto, e próprio texto de João 19:14 confirma este fato, veja “ E era a preparação da Pesseach e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso rei.”
Conclusão Final:
Os calendários realmente foram mudados, nisso não discordamos e vivemos sob ditadura de um calendário extremamente paganizado, isto é, o calendario solar.
É verdade que nesse nosso calendário, as datas das festas mudam de acordo com os cálculos da lua nova, agora dizer que as datas, estão erradas na atualidades, e que os judeus por ter um calendário luni-solar esta com as datas erradas com toda a precisão tecnológica atual e os argumento da transmissão dos cálculos dado pelo Eterno a Moshé é muita presunção, estas pessoas então terão que responder algo intrigante, como aconteceu exatamente a peseach esse ano num mesmo dia de um Bircat Hamain, coisa que história só aconteceu três vezes vejas a reportagem em espanhol e me responda:
________________________________________ Grandes rabanim en todo el mundo, en especial aquí en Israel, dicen que la guerra de Gog y Magog es inminente, que Mashiaj ya está entre nosotros, y que los judíos de la diáspora tienen que empezar a prepararse porque la diáspora estaría por terminar en un plazo de uno a dos años. "Por cuanto tú has dicho: estas dos naciones, y estos dos países serán míos, y los poseeremos, aunque el Eterno haya estado allí" (Yejezkel 35:10). 1. Según el Raavad, comentarista medieval del Rambam, en su libro Imrei Bina, la llegada del Mashiaj se producirá en el año del Yovel Rabati, que cae exactamente este año (5769).
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2. La bendición del sol (Birkat Hajama) se realiza cada 28 años. A lo largo de toda la historia de la humanidad, en dos oportunidades cayó el 14 de Nisan, Erev Pesaj. La primera vez, cuando los judíos tuvimos la geulá de Egipto. La segunda vez, el año del milagro de Purim y la salvación del decreto de exterminio de Haman. La tercera vez será este año en Erev Pesaj, el miércoles 8 de abril. Nuestros sabios remarcan que observando los calendarios, esta será la última vez en la historia que esta bendición se realizará en Erev Pesaj. Cuando el Rav Ovadia Yosef shlita se enteró de que Birkat Hajamá, este año cae en Erev Pesaj, se puso a llorar como un niño. 3. Acorde al Zohar hakadosh, en los días previos a la redención, 5 tzadikim van a ser asesinados en una sinagoga y 32 días luego de ello comenzaría una guerra que desencadenaría la guerra de Gog y Magog. Este año, 32 días después del asesinato en el Beit Jabad de Bombay, durante Januca, comenzó la guerra de Gaza, con un resurgimiento voraz e inusual del antisemitismo internacional. Cientos de miles de personas manifestando por las calles de todo el mundo no solo contra
Outra coisa importante, esses indivíduos que inventam doutrinas desconhecem que o sábado de lua nova, nada tem haver com o sétimo dia que cai na terça feira como eles querem. O sábado de lua, significa:
1) Sábado descanço solene ou seja, existem dois tipos de sábado o sábado fixo sétimo dia e o sábado de festas que são as seis outras festas estabelecidas pelo Eterno, a partir da contagem da primeira Lua nova como supra citado acima.
2) Assim fica estabelecido o sábado do sétimo dia é sábado fixo, tem sua fixação desde a criação...
3) Sábado das festa são mutáveis, variando de acordo com a lua nova.
Eles especulam, contudo, especular é bom provar é difícil...
Shalom

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