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Estudos (77)

Dom, 06 de Novembro de 2011 13:25

Costumes, Jóias e Cultura...

Publicado em Estudos Escrito pelo Robespierre Cardoso da Cunha

Estamos no limiar do tempo do fim, realmente estamos vivendo uma contagem regressiva para o fim do fim do tempo do fim.

Há uma promessa para o povo de Elorrim, isto é, o povo de Israel nos últimos dias, um povo que nasceu dentro das profecias do Eterno, pois o senhor o Há’Shem  espalhou o Seu povo na diáspora, espalhando pelas nações pagãs, os gentios. Contudo, o Eterno promete trazer de volta Israel e plantar de novo o Seu povo em sua própria terra.

Zac 10:6 “ fortalecerei a casa de Yerrudá,  e a salvarei, a casa de Yosef, e far-los-ei voltar, porque me compadeci deles; e serão como se Eu não tivesse rejeitado, porque, Eu Sou o Há’Shem Seu Elorrim, Eu os ouvirei.”

Este milagre aconteceu e a plenitude dos gentios entrou Luc 21:24.

“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Yerushalayim será pisada pelos goiym, até que os tempos dos goiym se completem.”

Israel voltou a Ser o povo do Eterno novamente e este povo nasceu em só dia pelo poder de Adonai em 1948.Um povo de uma cultura milenar, costumes e tradições voltado para bíblia Sagrada. O fardo e as mentiras que babilônia criou e escravizou o povo através do cristianismo, esta caindo. Muitos dos que foram enganados, estão voltando para casa, para verdadeira Igreja(karral), num processo de teshuváh. Contudo, tenho observado entre muitos que estão voltando para casa trazem ainda o ranço, costumes e idéias de Roma e  seu peso, costumes peculiar do cristianismo, cujo fardo é uma loucura.

Entre estes fardos e doutrinas e regras criada por Roma, quando quebrada, eles chamam de pecado. O conjunto de suas regras, eles dão o nome de doutrinas. Algumas vezes observei alguns pastores destas Igrejas pagãs dizerem: “Sua Igreja tem doutrina?” doutrina? Que doutrina? Da torah(bíblia) ou doutrinas de homens?

Para entender melhor esta questão, analisemos juntos a palavra “pecado” na verdade biblicamente falando pecado é a transgressão da torah, em outras palavras se não for transgressão da torah, não é pecado. Yeshua disse claramente: Mat 5:17-18.:

“ Não cuideis que vim destruir a toráh ou os navys: não vim ab-rogar, mas cumprir.

Porque em êmeth vos digo que, até que o céu e a terra passem, nenhum Yud ou qualquer traço se omitirá da toráh, sem que tudo seja cumprido.

Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.”

Por exemplo, o uso de jóias pelo povo Israel, a palavra jóias em hebraico é exatamente “Tzivi” pergunto: quem criou a prata, ouro e as pedras preciosas? Certamente o Eterno! Assim o fez para deleite, alegria e beleza em todos os aspectos. O primeiro relato de ouro de boa qualidade, está no livro de Gen 2:12 “ E, o ouro dessa terra é bom, ali há o obdélio, e a pedra sardônica.” O primeiro relato bíblico que não é transgressão o uso de jóias, está em Gen 21:21-22.:

“E o homem estava admirado de vê-la, calando-se, para saber se o HA’SHEMהרהי havia prosperado a sua jornada ou não. E aconteceu que, acabando os camelos de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as suas mãos, do peso de dez siclos de ouro.”

No verso 35 deste mesmo capitulo, é percepitível que entre ouro e jóias que o Eterno abençoou Abraão, estava as jóias dada por ele mesmo ao servo para presentear a Rebeca a futura esposa do seu filho Isaque. Isso era um costume hebreu. Gen 24:53.: “E tirou o servo jóias de prata e jóias de ouro, e vestidos, e deu-os a Rivkah; também deu coisas preciosas a seu irmão e à sua mãe.”

Yosef, josé no Egito no momento que subiu ao trono  Pharaó lhe presenteou, com um colar de ouro no pescoço “Gen 41:42.: “ E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pôs na mão de Yosef, e o fez vestir de roupas de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço.”

O próprio Eterno o Criador disse com sua boca aos filhos de Israel: Exo3:22 “Porque cada mulher pedirá à sua vizinha e à sua hóspeda jóias de prata, e jóias de ouro, e vestes, as quais poreis sobre vossos filhos e sobre vossas filhas; e despojareis os egípcios.”

Como vemos jóias nada tem haver com transgressão do mandamento(mtisvot), fazia parte de sua cultura. Exo 11:2  “ Fala agora aos ouvidos do povo, que cada homem peça ao seu vizinho, e cada mulher à sua vizinha, jóias de prata e jóias de ouro.”

“Assim vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, todos os objetos de ouro; e todo o homem fazia oferta de ouro ao HA’SHEMהרהי.” Exo 35:22

Nos casamentos realizados no tempo de Yeshua o uso de jóias era comum. Entre muitos, a bíblia relata o casamento de Caná da Galileia, no qual, Yeshua estava presente. A mulher adornada com ouro e jóias subia ao altar. Por isso, João(Yohanam) na ilha de Patmos ele viu a santa cidade a nova Jerusalém adornada e enfeitada como uma noiva para o Seu marido.

O problema consiste, que alguns não usam jóias e condenam outros como se fosse pecado ou transgressão da torah. Se você não usa faz bem, se porem usar, não há problema, pois o seu uso não é pecado. Contudo, se você  insiste em condenar com expressões como é vaidade, não é correto! E assim sucessivamente, então a primeira pessoa que terás de condenar é o próprio Yeshua, pois Ele usava Tefilim pendurada na base das orelhas e uma pulseira, contendo o “Shemá”, pois era mandamento do Senhor.

Alguns para justificar suas atitudes farisaicas usam o texto  I Timotéo 2:9.:

“Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos,

Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a ‘Elo(rr)hím(i)) com boas obras.”

Uma exegese rebuscada deste texto, mostra claramente que o apostolo aconselha as mulheres, não chamar atenção para se mesmo, não usar cabelos frisados com ouro ou vestidos com fios de ouro, querendo chamar atenção para se mesmo,  em outras palavras o apostolo queria dizer, se você quiser usar alguma coisa, não chame atenção para se mesmo, mas se vista com pudor, decência e ordem e isto é agradável ao o Senhor.Outros usam o texto de Apocalipse 17  a mulher prostituta, cheia de ouro e pedras preciosas, para dizer que ouro e jóias é pecado. Aqui temos, uma mulher vestida desta maneira, que pratica o mal e embriaga as nações com suas prostituições. Porem, temos uma mulher vestida de branco, que pratica o bem, adornada de jóias e ouro. A descrição feita por Yohanam em Apocalipse 21:1-2.

“E eu, Yohanam, vi a santa cidade, a nova Yerushalayim, que de ‘Elo(rr)hím(i) descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.”

Na mente do profeta, a lembrança dos casamentos que ele mesmo esteve presente, onde  a noiva Judia, se ataviava com Jóias e braceletes no seu casamento, isto mostra claramente que não há nada errado com o uso de jóias.

Na idade média, a perseguição e morte aos Judeus era constante, e muitas vezes não dava tempo de voltar a sua casa para pegar alguma coisa, pois se a Inquisição católica pegasse algum Judeu, eram mortos na fogueira imediatamente. Por conseguinte, os Judeus levavam sempre jóias em seu corpo e era a única coisa de valor que o salvavam financeiramente, permitindo um novo começo em outro lugar. Agora leia Ezequiel 16:10 todo Capitulo e sua duvida cairá por terra!!!

Outra situação trazida daqueles que saíram das Igrejas caídas, é questão da calça comprida. Pergunto? É a calça pecado? A calça comprida é veste de homem ou de mulher? Bem! Se você responder é de homem, certamente você desconhece como a calça comprida surgiu, vejamos a seguir. No começo do século 19 na França, um estilista Francês, queria criar uma roupa que distinguisse as vestes do homossexual do  homem  e da mulher, foi então que ele criou a calça, que era especificamente para destacar o homossexual dos demais sexos. A moda pegou, agora todos usam calça, tanto homens como mulheres. Nenhum homem ou igreja, poderá criar regras em relação a esse assunto, pois se o fizer o primeiro que tem de tirar as calças é o acusador, o homem. Porem, existe a calça do homem e da mulher e ambos devem se trajar com decência e ordem, pois esta é a vontade do Eterno.

O mesmo acontece com as danças. Muitos alegam, que isso é de babilônia, porem o pouco conhecimento que estas pessoas tem em relação a isso, se transformam em inquisidores dos dias atuais. As danças foram criadas para louvar ao Senhor, era uma forma de expressar, gratidão e amor ao Eterno. Na liturgia de adoração ao Eterno, no momento do culto em pleno Shabbat(Sábado), as danças ao Eterno tinha seu lugar especial, e isto a 3700 anos atrás. As danças modernas nem existia, nem mesmo havia vestígio de rock, lambada etc... Bem vamos para a bíblia. A dança de Mirian, após ter saído do Mar de Juncos era uma forma de expressar gratidão ao Eterno pelo o livramento operado por Ele. Êxodo 15:20

“Então Miriã, a profetiza, a irmã de Aaron, tomou o tamboril na sua mão, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris e com danças.

21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao HA’SHEMהרהי, porque gloriosamente triunfou; e lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.”

Juizes 11:34 “Vindo, pois, Yefté a Mizpá, à sua casa, eis que a sua filha lhe saiu ao encontro com adufes e com danças; e era ela a única filha; não tinha ele outro filho nem filha.”

I Samuel 21:11  “Porém os criados de Aquis lhe disseram: Não é este Davidi, o rei da terra? Não se cantava deste nas danças, dizendo: Shaul feriu os seus milhares, porém Davidi os seus dez milhares?”

Salmos 149:3 “ Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e harpa.”

Jeremias 31:4 “Ainda te edificarei, e serás edificada, ó virgem de Ysrael! Ainda serás adornada com os teus tamboris, e sairás nas danças dos que se alegram.”

Veja querido leitor, aqui é próprio Eterno falando!!!

Mateus 11:17. “E dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não chorastes.”

LucaS 15:25 “ E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.”

Aqui o próprio Yeshua cita as danças, com Sua própria boca, nunca houve pecado ou transgressão nestas coisas. A autoridade da Torah e das Escrituras é Suprema e nenhuma idéia pessoal de qualquer que seja mudará isso. O que realmente aconteceu é que Há’Satan transformou o objeto de adoração a Elorrim em profanação, porem isso não invalida a minha atitude de louva-lo com danças pela abominação criada pelo o inimigo. Ele sabe que as danças, promove alegria, satisfação, paz, amor, e isso desencadeia no corpo humano, uma alta descarga de endorfina e dopamina, que são hormônios que promove a cura e paz na alma. Ao contrario da musica rock’roll  que libera adrenalina. Nas festas de Sucot e nos casamentos os Judeus dançavam e se alegravam e o próprio Yeshua, o Messias, participou destas festividades que promove alegria e a paz. Muitos dizem: “ Ah! A palavra dança no Salmo 149:3, era o nome de um instrumento musical, que ridículo, isso é loucura e mentira.

Por isso somos conhecidos como restauradores de brechas como expressa o profeta em Isaias 58. Os remidos na eternidade alegre cantarão e dançarão ao Senhor com Alegria, pois a boca do Senhor o disse. Por favor meu irmão, minha irmã, deixe o ranço de babilônia. Disse Yeshua o meu jugo é suave o meu fardo é leve, o jugo de jesus em babilônia é pesado recheado de doutrinas de homens.

Shalom Alechem!

Dom, 06 de Novembro de 2011 12:47

A PRIMEIRA BABILÔNIA

Publicado em Estudos Escrito pelo Robespierre Cardoso da Cunha

A TERRA DE SHINAR!!!

A rainha de Babilônia, Sâmiramis, engravidou e disse ao mundo ser virgem. Deu a luz a um filho ilegítimo e o chamou de Tamuz. Afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode.

Consultou seus astrólogos e lhe disseram que 25 de dezembro era o solstício de inverno, dia em que o sol está em seu ponto mais distante da terra. Sâmiramis ordenou ao mundo que comemorassem o aniversário de seu filho Tamuz é claro era o deus do Sol (Baal Thamuz) representante de Satanás no dia 25 de dezembro.

Declaram que o dia 21 de dezembro o sol, ou Baal Thamuz, morre. Então no dia 24 de dezembro, começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário.

SÂMIRAMIS ordenou aos seus sacerdotes que atuassem... Eram professores da mentira, da magia e da ilusão. Por toda a parte começaram a aparecer estátuas ou ídolos de Sâmiramis carregando o pequeno deus solar.

Dizia ser o espírito de Deus, encarnado em uma mãe humana. Era a mãe virgem e dizia que ele era seu salvador. Seu símbolo era a lua.

As histórias de Ninrode, Sâmiramis e Tamuz circularam por todo o mundo. Suas fábulas se fizeram popular na mitologia. Conceberam-se deuses e deusas, todos baseados nesta trindade babilônica. Chegaram a ser conhecidos como a família santa ou sagrada família. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Sâmiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, etc.

Este sistema de idolatria se espalhou de Babilônia para todas as nações, pois foi deste lugar de onde se dispersaram os homens sobre toda a face da terra. Com suas línguas divididas, formaram as nações e levaram consigo seus deuses (Ninrode, Sâmiramis e Thamuz), porém com diferentes nomes e seus respectivos e misteriosos símbolos idolatras.

 

Natal (Nascimento do Sol)

Provas Bíblicas

Natal, 25 de dezembro, dia designado em nosso calendário como o dia do nascimento do Salvador. Mais é verdadeiramente o dia em que o Messias nasceu? São os costumes desta temporada de origem Judaica? Ou é o resultado de outra mesclagem entre o paganismo e o cristianismo?

Fixemo-nos na palavra em inglês Cristhmas, notemos que é uma mesclagem de duas palavras. Ao mesmo tempo em que inclui o nome Cristo, também menciona a missa. Temos conosco estudos que mostram que a missa com seus ritos e cerimônias elaboradas, orações pagãs pelos mortos, transubstanciação etc nada mais são que a sua continuação dos ritos pagãos vindos da Babilônia, ver mais detalhes a seguir.

Em Espanhol natal é conhecido como Navidad e se encontra na bíblia, (nati-vita ou nascimento que dá vida) como veremos, 25 de dezembro não é data em que o Salvador nasceu! É evidente que nosso salvador não nasceu durante o inverno, pois quando Ele nasceu os pastores cuidavam de seus rebanhos no campo. Havia também pastores que na mesma terra guardavam ou cuidavam do seu gado nas vigílias da noite (Lucas 2:8). Como é conhecido de todos, os pastores na palestina não fazem este trabalho durante o inverno; Sempre trazem seus rebanhos das montanhas aos redis (cercados) antes de 15 de outubro.

Com isto esta claro que o Salvador não nasceu na metade do inverno. Não dizem as escrituras em que época do ano nasceu O Salvador? Sim! As escrituras indicam que nasceu no outono. O ministério de nosso senhor na terra durou 3,5 anos (três anos e meio) Daniel-9:27. Sua morte ocorreu no final da peseach (Passagem) Yohanam (João 18:39),a qual era na primavera. De forma que três anos e meio antes desta época foi o começo de seu ministério terrenal, ou seja, no outono.

Portanto, quando o Salvador começou seu ministério teria trinta anos (Lucas 3:23) esta era a idade aceitável para que um sacerdote pudesse começar seu ministério segundo o Tanak(Primeira aliança)  (Números 4:3) De maneira que como o Messias começou seu ministério na idade de trinta anos e no outono, trinta anos atrás marcaria também seu nascimento no outono e não no inverno.

Apesar de as escrituras não indicarem a data exata do nascimento do Messias, há meios, e um deles, é se averiguar a data aproximada do nascimento de (Yohanam) João Batista e como João (Yohanam) nasceu seis meses antes do Messias, ao compararmos ambas as datas podemos concluir a data aproximada em que nasceu o Messias. Zacarias, pai de João, era sacerdote no templo de Jerusalém. Naquela época, cada sacerdote tinha um templo. Havia 24 divisões ou períodos dos serviços durante o ano. Os nomes são dados em crônicas 24:7-19.De acordo com Joséfo, cada um desses períodos duravam um semana, a primeira semana começava no primeiro mês (nissan)no principio da primavera(1a.Crônica 27:1-2).depois de seis meses esta ordem de períodos era repetida para que cada sacerdote pudesse servir duas vezes ao ano durante uma semana.Ver em (antiguidades dos judeus .v.7.p.7.14.)Então,três semanas do ano todos os sacerdotes serviam juntamente durante  o período da peseach, pentecostes e a festa dos tabernáculos.

Com estes dados como fundamentos, vemos então qual o período que serviu Zekarraryahu (Zacarias): ‘Houve nos dias de Herodes, Rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e aconteceu que exercendo Zacarias o sacerdócio diante do Eterno pela ordem de sua vez lhe apareceu um anjo do Senhor’’O anjo lhe revelou que sua esposa Isabel, apesar de ser avançada em idade, daria a luz a um filho (Lucas 1:5-13). Em que época do ano exercia Zacarias a ordem do seu turno? De acordo com I crônicas 24:10, ordem de Abias era a oitava ordem.Quer dizer,a data era 27 de Sivam ,ou seja, 8 à 10 de junho.Depois do seu serviço semanal no templo, Zacarias foi obrigado a permanecer no templo outra semana porque a seguinte era Shavuót (pentecostes). Ao regressar para sua casa nos montes da Judéia, aproximadamente a trinta milhas ao sul de Jerusalém, a sua esposa concebeu (Lucas 23: 24). Isto foi aproximadamente em meados de junho, se acrescentamos mais 9 meses, chegamos a uma data aproximada do nascimento de Yohanam, (João) de acordo a este cálculo, Ieshua nasceu no principio da primavera.

Por ser o Messias mais jovem que Yohanam, simplesmente acrescentaremos este tempo à época em que João nasceu, e teremos o resultado: Que o Messias nasceu em meados de setembro. Como podemos ver nosso senhor nasceu no outono e não em 25 de dezembro.

 

Outra prova desta conclusão, é que, no dia que o Salvador nasceu Yossef (José) e Mirian estavam em Beith´lehem (Belém) para se alistarem (Lucas 2:1-50). Não há registro que indique que este período fosse inverno, nem motivo algum para crermos como temos lido muitas vezes em comentários de natal, que o alistamento houvesse causado uma aglomeração de forasteiros que não permitiu a Yossef (José) e Mirian (Maria) Encontrarem lugar nas hospedarias. Não há nenhuma razão para crer que fossem tantos os judeus vindos á Beith`lehem (Belém) oriundos desses povoados, pois todos os judeus se encontravam inseridos às terras de seus antepassados. José e Mirian tiveram que fazer isto por causa da perseguição de Herodes contra o menino Sagrado, o que causaria então, tanta aglomeração? O mais provável é que fosse a festa anual de outono, (Sucót), e que Yossef (José) e Mírian participassem como bons Judeus; porém desta vez, estavam no direito de abster-se devido ao estado de Mirian, entretanto, tiveram que fazer devido à coincidência do decreto real para o alistamento, cada qual na cidade onde nasceu (Lucas 2:2) Yerushalayim (Jerusalém) tinha, normalmente, uma população de 120.000 habitantes, porém segundo Joséfo, durante as festas, algumas vezes, se reuniam ali até dois milhões de Judeus. Com tão grande multidão que vinham a estas festas. Não somente enchia Jerusalém como também a aldeia de Belém situada a cinco milhas ao sul. Isto acontecia ao final da plantação, festa de (Sucót) evidências dadas anteriormente, indicam que o nascimento do Salvador aconteceu no outono e não no inverno 25 de dezembro.

Que dizem as enciclopédias

Enciclopédia Britânica edição 1946 diz: Natal não estava entre as festas primitivas da igreja... Isto não foi instituído pelo Messias ou os apóstolos, ou pela autoridade da Bíblia, mas foi copiada do paganismo.

Enciclopédia Americana edição 1944 diz: de acordo com varias autoridades o Natal não era celebrado nos primeiros séculos da igreja cristã, pois o costume cristão, em geral, era celebrar a ‘‘morte ”das pessoas celebres e não o seu “nascimento”. A comunhão da santa ceia que é instituída pela autoridade do novo testamento é um memorial da morte do Salvador. A festa do natal, foi estabelecida em memorial do nascimento do Messias no século IV. No século V a igreja ocidental ordenou ser celebrada pra sempre o dia da velha festa romana do nascimento do sol, pois não havia conhecimento certo do dia do nascimento do  Messias.

Assim resolveram juntar a comemoração do nascimento do salvador ao paganismo romano. E isto se comemora até os dias de hoje, mesmo nas igrejas de confissão evangélica.

Muitas enciclopédias e outras autoridades afirmam que O Salvador não nasceu em 25 de dezembro. Mesmo a enciclopédia católica confirma este fato.

Visita a Belém

Próximo ao final de dezembro de cada ano, milhares de turistas afluem à pequena cidade de Beith´lehem (Belém), nas colinas de Yehudá (Judá) ao sul de Yerushalayim (Jerusalém) para participarem das celebrações anuais de natal.

Alguns fazem a jornada de seis milhas de Yerushalayim (Jerusalém) a pé. Após chegarem aglomeram-se em silêncio na extensão pavimentada da praça da mangedoura em frente da respeitada igreja da Natividade (construída sobre o lugar tradicional do nascimento do Salvador) como fez a organização romana em muitos lugares sagrados.

 

Inevitavelmente, alguns desses turistas chegam a Israel. Não estudam completamente seus roteiros turísticos e lá chegando saem do avião e recebem uma noticia desagradável.

De novembro até março é inverno em Israel, O tempo fica frio, especialmente à noite. Freqüentemente chove ou neva!Muitos chegam a Israel carregando bagagens com roupas de verão, pensando que é sempre quente e árido no oriente médio. Assim compram urgentemente casacos ou blusas de frio em Telaviv ou Yerushalayim (Jerusalém) para sua peregrinação em Beith´lehem (Belém).

Apesar disso, a maioria que permanece na praça da mangedoura em 25 de dezembro de cada ano preparado ou não, não sentem a mensagem sobre o tempo ao redor deles.

Observe este claro testemunho da Bíblia: no dia do nascimento do Messias“havia na mesma região pastores morando no campo,cuidando de seus rebanhos.

Pergunte a qualquer estudante da Bíblia, ou Israelence moderno: isto nunca poderia ocorrer na Judéia no mês de dezembro, nem mesmo em novembro. Temos visto as provas de que o Senhor nasceu no principio do outono, não no inverno, mas, alguns perguntaram: que diferença faz isto? Não é a intenção o que vale? O que há de errado em escolher um dia qualquer para celebrar o nascimento do Messias? Outros dizem: escolhemos este tempo para comemorar o nascimento de nosso salvador, e dizem mais: Esta é uma comemoração do povo cristão. Outro querendo enganar ao Eterno diz: eu sei que o natal é pagão. Mas nós vamos comemorar diferente. Todos são costumes tradições do homem, proibidos pelo Altíssimo na Bíblia.

Amados irmãos no Senhor, crentes na Bíblia Todas estas desculpas e tantas quantas quiserem dar algumas pronunciadas até por supostos ministros do Senhor através dos meios de comunicação de massa!Carecem de fundamento Bíblico.

Por toda parte, começaram a aparecer estátuas e ídolos de Sâmiramis, carregando o pequeno deus solar. Ela disse: A cada dia 25 de dezembro um tronco verde nasce dentro de um tronco velho, simbolizando a ré-encarnação de Baal gerando Thamus, então a arvore de pinheiro era enfeitada com prata e ouro Yirmeyahu (Jeremias 10:3) e Yeshaiahu (Isaias 44:14), e este poste ídolo era enfeitado com as cabeças dos recém nascidos em sacrifício ao deus solar. O Eterno recomendou que nunca uma  árvore desta, fosse colocada diante do altar do Senhor, (Deuteronômio 16:21). “Não levantarás árvore ídolo ou árvore de asserá (expressão hebraica p/ pinheiro), junto ao altar que levantares para o Senhor”.

Tertuliano mencionava a prática de trocas de presentes nesta época como parte da saturnália romana. Quando este festival foi adotado pela igreja romana, também se adotou este costume. Deste modo trataram de encontrar alguma similaridade entre paganismo e cristianismo. Os líderes da igreja apóstata. (Disseram então que era em recordação aos reis magos), na verdade, não eram magos, mas sábios trazendo presentes ao menino, não fazendo troca de presentes! Não foi assim. Os sábios não trocaram presentes entre eles, mas,  deram seus presentes ao Salvador, o nascido rei dos judeus.

Era um costume oriental dar presentes ao vir à presença de um rei. Porém estes presentes não eram presentes de nascimento. Quando os sábios chegaram, foi muito depois do nascimento do Salvador. Nesta época o menino já estava em sua casa (Mat. 2:9-11), e não na mangedoura. Obviamente os presentes dos sábios não eram presentes de natal

Não teríamos espaço suficiente para tratar sobre todos os costumes natalinos como Santa Claus (Papai Noel que é o mesmo Ninrode, ou seja, Deus) e o comercialismo que se opera nesta temporada. Porém, vemos que todos estes festejos estão carentes de fundamento bíblico e claramente identificam nossos costumes de hoje com a saturnália da Roma pagã.

Finalmente, com os costumes natalinos, mencionaremos a árvore de natal. Uma fábula babilônica dizia que Samiramis, a mãe de Tamuz, afirmava que durante a noite, uma árvore verde se desenvolvia de um tronco morto. O tronco morto supostamente representava seu esposo morto, Ninrode, e a árvore de pinho chegou a ser o símbolo de que Ninrode havia revivido na pessoa de Tamuz!

A idéia se propagou e se desenvolveu tanto que muitas Nações tem suas próprias lendas de árvores sagradas. Entre os Druídas, os egípcios e os romanos (os quais adornavam suas árvores com cerejas vermelhas durante a Saturnália ou Carnavalia, os Escandinavos e muitos outros povos. E assim, como outros ritos pagãos também foram absorvidos pelo cristianismo. Assim também foi o uso da árvore de natal. A árvore de natal recapitula a idéia de culto com suas bolas brilhantes, simbolizando o sol... e todas as festividades de inverno pagão foram incorporadas no dia de natal. Nada menos que 10 referências bíblicas sobre a árvore verde que é associada como idolatria e culto falso. Confiram algumas delas em Isaías 44:14,15/Jeremias2:20;10/3. Principalmente Deuteronômio 16:21,22. Esta passagem é um tiro mortal contra aqueles que apesar de tantas provas ainda insiste no paganismo, confira: “Não estabelecerás arvore junto ao altar que levantares para o Senhor.”

Naturalmente o povo da época de Jeremias, como indica o conteúdo desta passagem, estava realmente fazendo um ídolo de lenha.. O que estamos dizendo é que uma árvore é claramente algo trazido do paganismo em uma forma modificada. Porém, qualquer que seja a diferença entre o velho uso da árvore, os costumes são coisas do homem, e o Eterno diz:

Por que os costumes dos homens são vaidades sem valor, vazias – e não acrescentam poder ao verdadeiro culto.

As festas natalinas foram adaptadas pela igreja romana durante o século V. No século VI foram enviados missionários ao norte da Europa para atrair pagãos sob o jugo romano. Estes acharam que 24 de junho era uma data muito popular entre aquele povo. Para poder atraí-lo à igreja, como era o costume depois da apostasia, os líderes da igreja apostata lhes permitiam que continuassem celebrando suas festas pagãs, só que tinham que encontrar algum acontecimento cristão ao qual poderiam associá-lo, Porém, que evento poderiam associar ao dia 24 de junho? Já haviam adaptado um dia para comemorarem o nascimento do Messias, (25 de dezembro). De modo que este erro foi propagado até os dias de hoje. Como dissemos anteriormente, 25 de dezembro, apartir de Babilônia, espalhou-se pelo mundo como dia do nascimento de vários deuses como: Tamuz, Horus, Osíris, Sol, etc. Era tempo de orgias, sacrifícios de crianças a Baal, bebedeiras e regozijo. Sâmiramis ordenou que as árvores fossem decoradas com bolinhas que representassem o sol.

Quando fizeram o culto chamado “MISSA” pela primeira vez na meia noite do dia 24 de dezembro, por volta do ano 394 d.C, era a missa de Cristo. Os pagãos se maravilharam. Converteram-se no dia maior para a igreja universal. É um tempo alegre de luzes, canções, árvores de natal, presentes, mas também de suicídios e angústias para os que não tem casa nem lar. Vemos o natal por todos os lados, festas e crianças que esperam que Santa Claus e os reis magos lhe tragam presentes. Vemos a virgem Maria e uma criança, ambos com o sol detrás de suas cabeças.

Manda-nos a Bíblia celebrar natal? Não! Nem o Senhor nem seus discípulos jamais nos ensinaram. Não há registro dos primeiros apóstolos celebrarem o nascimento do Messias. Esta prática não é bíblica e foi instituída pelo Vaticano para ligar Cristo com a missa. Hoje, os chamados crentes da Bíblia, se vêem forçados a observarem esta festividade católica.

HÓSTIA E SEUS MITOS

A missa é uma imitação da Santa Ceia. A chamam de Sacramento da Santa Eucaristia ou “Hóstia”. Foi, com certeza, roubado dos egípcios que convertiam uma galeta ao deus sol Osíris. Por isso que a hóstia tem a forma de sol. Como sabemos as três letras que aparecem dentro da hóstia católica, são as mesmas que da hóstia egípcia, IHS, que representavam a trindade egípcia: Ísis, Horus e Seb. A prostituta de apocalipse trocou as três primeiras letras do Santo nome do Senhor em grego. Mais tarde este símbolo passou a ser usado pelos jesuítas como sua insígnia.

Por tanto, a missa é usada para converter a hóstia em corpo de Cristo em toda a sua divindade. A essa conversão chamam de transubstanciação. No momento em que o sacerdote católico levanta a hóstia apresentando-a ao seu deus, recebe poderes sobrenaturais e a mesma deixa o pão com gosto de farinha e açúcar transformando-o em carne de verdade com toda a santidade de deus o sol invictus. A isso chamaram transubstanciação.

No passado muitos mártires foram queimados em praça pública por negarem esta transformação. Todavia esta lei continua até nossos dias, colocando seus fiéis em situação de hereje se lhes for perguntado: Que gosto tem? E a resposta tem de ser apenas: “carne”.

Esta doutrina não é bíblica, ao que o Senhor não pronunciou aos seus discípulos; e tendo dado graças tomou o pão e partiu e deu a seus discípulos dizendo: Tomai e comei. Este é meu corpo que por vós foi partido, fazei isto em memória de mim.

Como podemos ver este ato foi simbólico, por que o pão continuou sendo pão. De acordo com a lei católica, não participar no sacramento da santa eucaristia significa ser condenado por toda a eternidade. Aqueles que comerem este “outro Salvador” (2 Cor. 11/4) com a forma de sol, não estão comendo simbolicamente O salvador da Bíblia, mas sim a Baal’Zibul das moscas, deus do sol.

 

“Entretanto, eles consagraram o primeiro dia de cada ano ao sol (Baal’Zibul Deus das moscas).”

O primeiro dia de cada Mês e o primeiro dia de cada semana (Domingo). Semanalmente eles cultuavam e adoravam neste dia, por isso que em várias línguas de nosso mundo atual ainda prevalece domingo como dia do sol, ex: Sunday em Inglês= sun, sol day dia. Na arqueologia moderna encontramos evidências de adoração ao sol entre a civilização Inca e os Maias no México, onde no altar do sol, eram sacrificadas as suas vítimas, geralmente crianças. O fogo em que eram mortas, o fogo símbolo do sol, se a criança morresse, Deus(Baal’Zibul ) queria para si, a carne, que era cozida nas brasas, e os sacerdotes no interior da caverna comiam a carne em louvor a thamuz. Se a Criança não morresse, era um sinal de que Deus (Baal’zibul) a queria viva para seus diabólicos planos; os primogênitos eram os escolhidos, sempre o primeiro de tudo. Praticavam este ritual nos dias de Eliyahu (Elias) e Yerrezekél (Ezequiel). O Senhor, em visão mostra ao profeta a situação do seu povo “Ele então me levou ao átrio interior da casa do Senhor, e vi a entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte cinco homens de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente, eles se prostravam diante do sol... ”Ezequiel 8:16.

Ao se espalharem sobre a terra, após as línguas serem confundidas, Satanás temeu que esse culto desaparecesse, então ele aparecia em diversos lugares da mesopotâmia, hoje a região do Iraque, por onde haviam se espalhado, em forma de Rainha dos Céus. “Os filhos apanham lenha, os pais acendem fogo e as mulheres amassam a farinha, para fazerem bolos à Rainha dos Céus”. Yirmeyáhu (Jeremias) 7:18. Ela se vestia  de  purpura e sua cor predileta era o azul. “Trazem prata batida de Tarsis e ouro de  Ufaz, trabalho do artífice e das mãos do fundidor; fazem suas vestes de Azul e Púrpura, obra de homens hábeis são eles...” Yirmeyàhu( Jeremias) 10:9.

O aparecimento da Rainha dos céus e o oferecimento dos bolinhos (Hóstia moderna). Eram conhecidos no tempo de Eliahu. Antigos relatos demonstram, ao aparecer em forma de virgem mãe, nascia-se uma fonte, as pessoas ao se lavarem na mesma, suas doenças eram curadas. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Sâmiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, Heia, Shingmoo etc; dessa forma Satanás impressionava a pessoas de diversas línguas, para continuar a ser adorado. Os seus nomes variavam conforme a língua: Disa, Vênus, Ceres, Diana, Afrodite, Cibele, Iaroni, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima etc... Na china foi achado uma estátua da Sagrada família com seu filho solar, seu nome era Shingmoo. Entre os Germanos (Alemães) Hertha, No Egito: Isis com seu filho solar nos braços Isus ou Ysus. Aos domingos em Heliopólis, os sacerdotes Ofereciam os bolinhos dos céus aos adoradores (hóstia), interessante é dentro da hóstia haviam três letras IHS, referindo-se a Isis, Horus, Seb ou seja a Sagrada Família.

O medalhão que ostentava, havia a imagem do sol, atrás uma numeração mistério de 1 a 36 no seu verso, formando quadrados cuja soma tanto na vertical como na horizontal o total era de 111, que somado dá o número 666. Para eles, o número 6, estava intimamente ligado à astrologia, especialmente a adoração do deus sol. O número 6 representa o deus menor (Thamuz) 60 o deus maior (Rainha dos Céus), 600 simbolizava o Panteão dos deuses babilônicos (Baal’Zibul Deus) Todo esse sistema sagrado ocultista foi transferido para matemática e, até hoje utilizamos o sistema sexagesimal de base 60, que divide o grau e a hora em 60 minutos, o minuto em 60 segundos e a circunferência em 360 graus.

FESTA DO FOGO

Em Vaticínia, os Druídas comemoravam o dia 23 de Junho, nascimento de Ninrode (Baal), fazendo os seus filhos passarem pelo fogo, como descreve Yiremiahu Jeremias 32:35; 7:31. Essa data foi substituída posteriormente para São João e suas tradições continuadas, como expressões que existem até hoje “Vamos pular a fogueira” Os sacerdotes de moloque, ficavam no interior da caverna, logo acima, estava a estatua de moloque com as mãos estendidas com brasas dentro, para receber o sacrifício de crianças, que se chamava:

Moleque. O moleque queimava nas brasas, e os sacerdotes acionavam um mecanismo na época igual aos automáticos modernos; e o moleque caia no interior da caverna, os sacerdotes comiam a carne cozida, como parte do ritual da adoração a moloque. Eles adoravam num lugar, cuja origem vem de um deus chamado Vaticanus.

Ao dar-se conta que 24 de junho era aproximadamente seis meses antes de 25 de dezembro, e como João Batista havia nascido seis meses antes do Messias, então, por que não estabelecer o dia 24 de junho como o dia do nascimento de João Batista?

Isso foi o que fizeram. Até hoje em dia 24 de junho é conhecido no calendário papal como o nascimento de São João! Porém esta idéia foi baseada em um fundamento falso, por que João Batista não nasceu no dia 24 de junho, ao associar este nome com este dia não foi mais que um outro intento para cobrir uma festa pagã e permitir sua continuação, porém agora na igreja.

Tempos atrás, este dia era associado ao culto a Baal moloque. Na Grã-Bretanha antes da entrada do cristianismo, 24 de junho era celebrado pelos Druidas com chamas de fogo em honra a Baal (deus sol, Ninrode em forma divina). Os Druidas eram feiticeiros que faziam seus cultos também no lugar de adorações divinas (Vaticínia). Dizem que este nome provém de uma cidade chamada Vaticanus, que tinha seu lugar proeminente nesta colina.

Os trabalhos de notáveis historiadores como Heródoto, Wilkison, Layarde e outros falavam desses fogos cerimoniais em diferentes países. Quando 24 de junho foi adaptado pela igreja apóstata e trocaram seu nome para o dia de São João, também adoravam os fogos e chamaram “fogos de São João”. “Eu vi gente correr e saltar através dos fogos de São João na Irlanda” – disse um escritor do século passado – “orgulhosos passando através dos fogos, pensando que fossem abençoados de uma forma especial durante a cerimônia”. Ao ler estes ritos nos recordamos de práticas similares nas quais caíram os filhos de Israel quando estes “passaram pelo fogo de Moloch” (Jer. 32/31 e Ez. 20/31). Obviamente nenhuma dessas práticas tinha conexão com João Batista.

Até hoje as igrejas de um modo geral conservam o símbolo do fogo, em seus logotipos Ex:

 Além da cerimônia do fogo que se observa em 24 de junho, este dia é conhecido entre as tribos pagãs como o festival da água.

Acaso não havia sido João Batista conhecido especialmente como o que batizava com água? Assim é que esta pequena semelhança ajudou a disfarçar a continuação do dia pagão com seu novo nome.

Dom, 06 de Novembro de 2011 12:40

MESCLAGEM DOS NOMES

Publicado em Estudos Escrito pelo Robespierre Cardoso da Cunha

Somente no ano 314. d.C. Constantino introduz o paganismo no seio da Igreja, mesclando os costumes de Roma pagã com a karral (congregação) Pura. O primeiro passo que marcou essa mudança foi a substituição dos deuses de Roma para os nomes dos apóstolos (Fato confirmado tanto nas bibliotecas coma no Discovery channel). A estátua de Júpiter, por exemplo, foi substituída pelo apóstolo Pedro e assim sucessivamente.

Outro exemplo, de mudança terrível é o nome de YAKKOV traduzido por TIAGO, perceba aqui querido Leitor que não há aqui transliteração, mais transmutação, ou seja, mudança de nome; Shaul siginifica o alcançado por meio de orações (Diocionário de nomes de Bebês, EDT. Escala, pp. 174. Eles mudaram para Paulo que é igual o Pequeno, o fracassado(Idem, pp 160). Mirian eles mudaram para Maia que se transformou em Maria, Matytiahu eles Mudaram para  Mateus .Yohanam para João(Jano ou seja Júpiter)

Esse costume Babilônico é antigo. Veja querido Leitor, aos jovens Hebreus serem introduzidos na Presença do Rei Nabucodonosor em Babilônia imediatamente os nomes sagrados foram mudados e colocados nomes de demônios. Exemplo disso é o nome de Daniel: “O Senhor é o meu Juiz”, Eles mudaram para Belssazar, que é Bel te proteja. Quem é bel? Outro nome para Baal. Ananias, igual Senhor Misericordioso, eles mudaram para Sadraque, um nome de um demônio feminino Astarote. Misael: Quem é igual ao Eterno? Eles mudaram para Mesaque, igual à sombra do príncipe das trevas. Azariahu, O Senhor ajuda. Eles mudaram Abede-Nego: igual a servo do deus Nego.

Era costume de Roma adorar um deus a cada dia da semana, até hoje nos calendários tanto Americano como Hispânos esses nomes de deuses visivelmente aparecem Como:

MONDAY.................MOON=LUA; DAY=DIA

LUNES EM ESPANHOL.

TUESDAY............... TIW=MARTES

MARTES, EM ESPANHOL.

Mercúrio - quarta feira

Jupiter quintas feira

Vênus - sexta feira

Sábado saturno

Domingo-sol

Veja o que está Escrito No dicionário das Mitologias, livro ao lado, sobre Esus ou Jesus na paginas, 56.

ESUS\ que se pronuncia Ysus - O deus Esus chegou até nós através dos romanos;

O próprio nome já parece ser uma adaptação latina. Lucano, no seu poema Fars4lia refere-se ao "terrível Esus de ferozes altares” (l, 444 e seguintes). Era o deus do Trovão, dos Raios e das

Tempestades; equivalia, portanto, a Júpiter. O deus sanguinário de Lucano, segundo um comentador da Idade Média, exigia no seu culto, vitimas humanas, que eram suspensas de uma árvore.

Em Treves e em Paris encontraram-se monumentos onde Esus

aparece como derrubador de árvores; o monumento de Paris, de origem galo-romana, apresenta numa face "O Touro com os

“Três Graus”, e na outra o deus lenhado'r que corta os ramos

com seu machado; sabemos que se trata de Esus, mas ignoramos os mitos que simboliza. Os filólogos querem ver na palavra Esus a deturpação de erus, "senhor" ou "dono de casa", agora compare com Jeremias 11:19.

Veja Agora essa reportagem do Jornal da Globo sobre o nome Yeshua. Aqui está uma prova das pedras que clamam, pois enquanto pastores e Padres tentam justificar a aceitação do paganismo, envolvendo o nome, nessa matéria, o querido leitor poderá conferir o Jornalista dizendo claramente que foram os gregos que transformaram o nome Yeshua em Jesus...

“A olimpíada é uma oportunidade ‘de ver a Grécia com outros olhos”. Tende-se a ver país como algo do passado, quase morto, petrificado em seus monumentos. Essas pedras vivem nos nossos tempos, Você pensa que eu falo grego? Acertou. Para começar, o alfabeto vem de alfa e berta, letras gregas. Os primeiro trabalhos de literatura do ocidente são os poemas de Homero: A llíada e A Odisséia. De anônimo a zoológico, até a palavra televisão vem do grego. Álem da linguagem, a arquitetura ocidental nasceu das formas dos Tempos Gregos. O Paternon é o mais famoso deles; Mas se fossemos escolher apenas uma coisa, o que acabou sendo Mesmo um ótimo presente de grego, seria a noção de bom gosto, de refinamento. Isso veio da Grécia Antiga, de lá para cá, quase 80 gerações de pessoas concordam que isso é bonito. Filosofia, biologia, física e os sábios como Sócrates, Platão e Aristóteles desenvolveram o conhecimento da humanidade. Medicina na época se chamava higiene por causa da Higéia, filha de Asclépius o deus da cura.

. Quando você entrar em uma igreja, pense que foram os gregos que TRANSFORMARAM o nome Echua em Jesus. Os gregos que deram a ele o sobrenome de Cristo, que quer dizer aquele que é sagrado, ungido. Bíblia, profetas, anjos, apóstolos, bispos, Monastérios, rosários, cemitérios e paraíso são todas palavras gregas. O que a gente deve aos gregos? “Quase tudo.”

Matéria do Jornal HOJE da Globo, edição 18/05/2004.www.globo.com/jornalhoje.

Dom, 06 de Novembro de 2011 12:02

A HISTÓRIA QUE NUNCA TE CONTARAM

Publicado em Estudos Escrito pelo Robespierre Cardoso da Cunha

 

A HISTÓRIA QUE NUNCA TE CONTARAM
Sabemos que o Messias era judeu, nascido em Israel, e sabemos também que o Seu Nome não foi escolhido por nenhum ser humano. Conforme o relato escritural, o Nome do Messias foi revelado tanto a Mirian quanto a José, tamanha era a importância que o Altíssimo dava a este Nome. Contudo, o "evangelho paralelo" que hoje se apresenta e se proclama largamente, contém um outro nome, não de origem hebraica, mas sim de origem Latina, que é "Jesus".
É de conhecimento público, e inclusive divulgado em muitas versões das Bíblias existentes à venda, que "jesus" não é o verdadeiro nome do Messias. A origem deste nome é totalmente Latina, tendo inclusive um aspecto muito interessante, a facilidade de desmascarar a mentira:
NÃO EXISTE LETRA "J" NO ALFABETO HEBRAICO, NEM NENHUMA OUTRA LETRA QUE POSSUA ESTE SOM.
A letra "J" só apareceu na grafia a partir do século XIV, ou seja, 1400 anos após o Messias ter vindo.
A pronúncia sem o “J”, que se fazia nas missas até o dia de hoje é:
I E S U S
Nos dias do Messias, no primeiro século da era messiânica, Se você Perguntasse a um Romano, você conhece O Salvador Judeu que morreu num Madeiro?  Eles naturalmente diriam: “Não conheço!”, Mas se você perguntasse: Você conhece Esus ou Iesus ou Romanamente falando Ysus? Sim conheço muito bem é o nosso deus Celta, que nós Romanos adoramos como Mercúrio.
Nos dias de Constantino e nos primeiros séculos da era Natzri (Nazarena) Os Romanos odiavam os Judeus, eles jamais aceitariam um Salvador Judeu, o nome dele incomodava... Iesus, Esus ou Ysus, são figuras conhecidas naqueles dias, muito popular e familiar ao povo... Tentar fazer e dizer ao povo que na verdade o Salvador Judeu nada mais é que a ré-encarnação de Júpiter, Mercúrio ou Esus filho de Zeus foi uma explicação agradável e plausível aos Romanos e para todos os gentios; era mais cômodo e compreensível aos olhos do povo e do Imperador, figuras de deuses que eles amavam e acreditavam e sacrificavam tudo para estes deuses, até os seus filhos que eles tanto amavam, e, ao colocá-los sobre o altar, não choravam mesmo vendo-os morrer nestes altares.
יהוה YHWH
Lido da direita para esquerda:-
י(iud) ה(H(r)ê)ו(Vav)ה(H(r)ê).
Entre as divindades Romanas, Jeová (da esquerda) tinha o primeiro lugar, com o atributo de “Pai dos deuses e dos homens”. Foi considerado o Máximo Protetor da cidade de Roma.
(Tropico Enciclopédia Ilustrada) Um exemplo da deturpação do nome de Elohim para Jeová, está na enciclopédia em cores, Martins Vol –IX.
Jeová: deus Romano adorado em todo Império.
Tropico Enciclopédia Ilustrada Em Cores – Martins, Vol IX.
Entre Judeus e Hebraístas é comum mencionar e registrar “Há’Shem” diante da ocorrência do Tetragrama, ainda que muitos prefiram mencioná-lo como Eterno ou outro título de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e apreciadores. Entretanto, Há’Shem é mencionado há mais de cinco mil anos.
Já no que diz respeito ao uso dos Nomes: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J”, advertimos, que são deturpações abusivas dos sons originais. Cabe recordar aos interessados que “Je” e “Ja” não eram fonemas no hebraico original, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes. “Javé”, pelas respectivas razões literárias, fonéticas e morfo – lingüísticas, soa estranho ao mundo Hebraico.
Adjetivos usados nos respectivos idiomas como, por exemplo: Senhor, Eterno, Absoluto, é permitido usar, desde que não se choquem com a cultura hebraica e não se torne uma substituição definitiva para o Tetragrama.
Talvez, neste ponto, você já esteja se perguntando: Então qual é o Nome verdadeiro do Messias? Exercite um pouquinho mais a sua paciência para que possamos construir solidamente uma visão da verdade sobre este assunto.
O TRIGO E O JOIO COMO EXEMPLO
É simplesmente maravilhoso observar a sabedoria de palavras e escolhas de exemplos para parábolas, dando a elas um significado cheio, completo e imbatível. O Messias não pegou ao acaso duas plantas quaisquer para usar em sua parábola. Do mesmo modo que, quando Ele quis falar sobre algo muito pequeno e que crescia e ficava enorme, ele usou a semente de mostarda, a menor semente de planta existente, por igual sabedoria ele escolheu o joio e o trigo para esta parábola.
Joio e trigo são sementes e plantas extremamente parecidas. Somente com apurada observação se consegue distinguí-las.
O joio, resultado da semeadura inimiga, não é como muitos pensam as seitas declaradamente satânicas, que existem no mundo, nem as diversas religiões pagãs espalhadas pelos países.
Antes de tudo, o joio é resultante de uma semente parecidíssima com a semente do trigo, e resulta numa planta crescida parecidíssima com o trigo.
Não há entre o joio e o trigo uma diferença grotesca como a diferença que há entre as palavras das Sagradas Escrituras e as seitas satânicas ou religiões pagãs. Ao contrário disso, a semente de joio e o joio são de aparência extremamente semelhante à verdade escritural. É algo que possui uma mensagem de retidão e santidade do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Traz uma mensagem de salvação, do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Fala de oração, de fé, de milagres, de promessas, tudo exatamente conforme a BIBLIA.
Há, porém a parte mais importante de todas! O fruto do trigo é alimento que faz pão, enquanto o fruto do joio é venenoso!!!
Se alguém fizer pão usando o joio em vez do trigo, terá uma séria intoxicação!!! Nesta hora toda semelhança se desfaz e o joio mostra realmente quem é.
Mas, afinal, o que existe hoje em dia sobre a face da terra que seja tão extremamente parecido com a verdade das Sagradas Escrituras originais e que possamos, com firmeza, constatar que se trata do joio? Certamente não são as religiões pagãs como budismo, induismo, islamismo, e outras. Certamente também não são os cultos satânicos, os quais diferem dramaticamente da mensagem escritural.
O que existe, de fato, como algo extremamente parecido, é o assim chamado "evangelho de jesus cristo".
O "evangelho de jesus cristo" é o joio que tem durante séculos enganado e envenenado as pessoas sinceras de coração, para evitar que elas encontrem a verdade.
Este tão divulgado "evangelho de jesus cristo" nada mais é do que uma corrupção maligna da mensagem das Sagradas Escrituras originais, causada pela substituição, adulteração e corrupção dos nomes que protagonizam os fatos.
Ao mudarem os nomes e os títulos nas escrituras traduzidas, estas pessoas, de fato, transformaram todo um relato verdadeiro e fidedigno em um relato falsificado, criando o assim chamado "evangelho paralelo", que é muito parecido com o verdadeiro, idêntico, porém, envenena e afasta da verdade até os mais sinceros.
A verdade é simples: não foi nenhum "jesus cristo" que morreu pelos meus pecados, e não conheço ninguém com este nome!!!! Quem eu conheço e reconheço como meu verdadeiro, autêntico, legítimo e fiel Salvador chama-se Yeshua (pronunciado Filho Unigênito de YHWV. A mitologia grega pagã invadiu as Sagradas Escrituras por meio de suas traduções corrompidas, adulterando os Nomes e títulos mais sagrados. O principal ídolo da mitologia grega, chamado "zeus", foi dissimuladamente introduzido nas traduções tanto no título "deus" como na adulteração do Nome do Messias para "jesus". O nome "jesus" nada mais é do que a concatenação(seriação,entrosamento) dos nomes de dois ídolos pagãos grego e romano. Um deles era "io", um ídolo com características femininas. O outro, "zeus". Da concatenação surgiu "Iozeus" e depois "Iosous", de pronúncia praticamente idêntica. Deste nome "Iosous" se origina este nome "jesus", que apesar de falso é tão exaltado e cultuado entre o que chamamos de "cristandade" dos dias atuais.
Os milagres, as profecias, a salvação, a santidade, a justiça, a esperança, os relatos e tudo mais que as Sagradas Escrituras originais apresentam são a mais segura base de fé que alguém pode ter na vida; contudo eu me refiro às originais, não as que são corrompidas, onde os Nomes mais sagrados foram adulterados, corrompidos e manipulados maliciosamente para introduzir nomes de demônios mitológicos pagãos, com isso levando muitos a uma idolatria dissimulada.
Tenha sempre em mente que quando mudamos um nome, automaticamente mudamos a pessoa por trás deste nome.
Quem autorizou os tradutores a modificarem os nomes? Se o Nome do Messias, Yeshua, foi informado à Mirian e a Yosef (José), por um mensageiro celestial, e as escrituras dizem que ao Nome de Yeshua todo joelho se dobre nos céus, na terra e debaixo da terra, então com que autoridade estes tradutores substituiram o Nome de Yeshua pelo nome de um demônio de mitologia grega pagã? Para sua própria condenação é que o fizeram e para levar com eles a todos os incautos que se deixaram enganar por eles.
O fim do joio, segundo a parábola, é ser queimado no fogo, enquanto o trigo será reunido no celeiro.
As inúmeras denominações evangélicas de hoje combatem ferrenhamente o catolicismo romano pela idolatria de imagens de escultura, idolatria de Maria, idolatria de santos, e estão certas de alertar para este fato que é realmente sujo aos olhos do Criador.
Contudo, elas mesmas têm estado cegas para o fato de que, sem perceber, praticam séria idolatria ao invocarem o nome de um ídolo mitológico quando invocam "deus" ou "jesus".
Maria e os santos, com suas imagens, são tão arraigados nos corações católicos quanto "deus" e "jesus" o são nos corações dos assim chamados "evangélicos".
Hoje em dia temos experimentado uma resistência tão grande por parte dos evangélicos a abandonar a idolatria de "deus" e "jesus" quanto grande é a resistência dos católicos a abrir mão da idolatria de Maria e de santos.
Um pecado quer se perceba ou não, continua sendo pecado do mesmo jeito! Se a ignorância fosse uma boa justificativa diante do Altíssimo, então as escrituras não precisariam dizer "Por falta de conhecimento o Meu povo perece". Ignorância nunca justifica. Se ignorância justificasse, melhor seria jamais pregarmos as boas novas do Reino de YAHOO, pois melhor seria deixarmos o povo na ignorância e estariam justificados.
A mensagem escritural verdadeira, porém, é bem diferente disso. Ela diz claramente para pregarmos as boas novas do Reino do Eterno e da salvação em Yeshua, e diz: Aquele que crê será salvo e quem não crê será condenado.
O livro de Atos 4:12 diz: "Porque não há salvação em nenhum outro, pois debaixo dos céus NENHUM OUTRO NOME nos foi dado pelo qual importa que sejamos salvos". Este verso é bastante incisivo quanto à existência de UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Não deixa margem a dúvidas.
Seria este apenas um verso isolado nas escrituras que afirma a salvação num único Nome do Messias? Certamente que não. João 1:12 afirma a mesma coisa dizendo: "Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo; a saber, AOS QUE CRÊEM NO SEU NOME". João 3:18 volta a afirmar a mesma coisa, só que agora com o alerta acerca da perdição: "Aquele que crê não é julgado; o que não crê, já está julgado, PORQUANTO NÃO CRÊ NO NOME do unigênito Filho do Altíssimo".
Se hoje você tomasse um livro qualquer de um autor famoso, e trocasse todos os nomes dos personagens, certamente você seria acusado de plagiador, adulterador, corruptor e outros tantos adjetivos. Contudo, foi exatamente isso que fizeram com as Sagradas Escrituras, e a grande maioria dos assim-chamados "cristãos", está muito satisfeita com o plágio, a adulteração, a corrupção. Se fosse apenas um plágio de uma obra de ficção, apenas o abandonaríamos e o assunto não teria maiores conseqüências, o grande problema, contudo, no que se referem às Sagradas Escrituras, é que toda uma narrativa verdadeira sobre um fato real, foi transformado em um plágio maligno, com relato falso e mentiroso, a menos que possamos restituir todos os nomes originais ao mesmo.
Fato, porém, inegável escrituralmente, é que SÓ EXISTE UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Este Nome, não é "Jesus", como uma enorme massa pensa, também não é "Isa" como o outro "evangelho paralelo" que é pregado entre os árabes, também não é "Tupã", como é pregado entre os indígenas no Brasil, e muito menos "Olorum" como é pregado por muitos missionários evangélicos entre tribos africanas.
Ha-satan tem usado pessoas, em geral com muito boas intenções, para produzir mais e mais joio, por meio de cada tradução nova das escrituras que é produzida no mundo. Estas pessoas, cheias de "boas intenções", porém malignamente inspiradas, pensam que será mais fácil pregar para os povos se usarem um nome que seja já familiar a estes povos. Tal raciocínio é puramente carnal, numa vã tentativa de adaptar a verdade às exigências das culturas locais.
Tais missionários não conseguem, infelizmente, ter o discernimento de que os nomes usados pelos povos que eles querem "evangelizar", são nomes de demônios que dominam sobre estes povos desde o início de sua história. O mesmo "Olorum" que eles pregam entre tribos africanas é exorcisado aqui no Brasil, revelado como demônio que é. O "Isa" que eles pregam entre os árabes, nada mais é do que outro demônio, cultuado como o "deus lua" naquela nação.
Seria, então, "Jesus" o nome de algum ser maligno?

Sabemos que o Messias era judeu, nascido em Israel, e sabemos também que o Seu Nome não foi escolhido por nenhum ser humano. Conforme o relato escritural, o Nome do Messias foi revelado tanto a Mirian quanto a José, tamanha era a importância que o Altíssimo dava a este Nome. Contudo, o "evangelho paralelo" que hoje se apresenta e se proclama largamente, contém um outro nome, não de origem hebraica, mas sim de origem Latina, que é "Jesus".É de conhecimento público, e inclusive divulgado em muitas versões das Bíblias existentes à venda, que "jesus" não é o verdadeiro nome do Messias. A origem deste nome é totalmente Latina, tendo inclusive um aspecto muito interessante, a facilidade de desmascarar a mentira: NÃO EXISTE LETRA "J" NO ALFABETO HEBRAICO, NEM NENHUMA OUTRA LETRA QUE POSSUA ESTE SOM.A letra "J" só apareceu na grafia a partir do século XIV, ou seja, 1400 anos após o Messias ter vindo.




A pronúncia sem o “J”, que se fazia nas missas até o dia de hoje é:          I E S U SNos dias do Messias, no primeiro século da era messiânica, Se você Perguntasse a um Romano, você conhece O Salvador Judeu que morreu num Madeiro?  Eles naturalmente diriam: “Não conheço!”, Mas se você perguntasse: Você conhece Esus ou Iesus ou Romanamente falando Ysus? Sim conheço muito bem é o nosso deus Celta, que nós Romanos adoramos como Mercúrio.           Nos dias de Constantino e nos primeiros séculos da era Natzri (Nazarena) Os Romanos odiavam os Judeus, eles jamais aceitariam um Salvador Judeu, o nome dele incomodava... Iesus, Esus ou Ysus, são figuras conhecidas naqueles dias, muito popular e familiar ao povo... Tentar fazer e dizer ao povo que na verdade o Salvador Judeu nada mais é que a ré-encarnação de Júpiter, Mercúrio ou Esus filho de Zeus foi uma explicação agradável e plausível aos Romanos e para todos os gentios; era mais cômodo e compreensível aos olhos do povo e do Imperador, figuras de deuses que eles amavam e acreditavam e sacrificavam tudo para estes deuses, até os seus filhos que eles tanto amavam, e, ao colocá-los sobre o altar, não choravam mesmo vendo-os morrer nestes altares.יהוה YHWH Lido da direita para esquerda:-י(iud) ה(H(r)ê)ו(Vav)ה(H(r)ê).



Entre as divindades Romanas, Jeová (da esquerda) tinha o primeiro lugar, com o atributo de “Pai dos deuses e dos homens”. Foi considerado o Máximo Protetor da cidade de Roma.(Tropico Enciclopédia Ilustrada) Um exemplo da deturpação do nome de Elohim para Jeová, está na enciclopédia em cores, Martins Vol –IX.

Jeová: deus Romano adorado em todo Império.Tropico Enciclopédia Ilustrada Em Cores – Martins, Vol IX.
Entre Judeus e Hebraístas é comum mencionar e registrar “Há’Shem” diante da ocorrência do Tetragrama, ainda que muitos prefiram mencioná-lo como Eterno ou outro título de grandeza. Nisto, elogiamos e concordamos com nossos conterrâneos mestres, estudantes e apreciadores. Entretanto, Há’Shem é mencionado há mais de cinco mil anos.                    Já no que diz respeito ao uso dos Nomes: Javé, Jeová ou outros iniciados com a consoante “J”, advertimos, que são deturpações abusivas dos sons originais. Cabe recordar aos interessados que “Je” e “Ja” não eram fonemas no hebraico original, inclusive em todos os nomes citados na bíblia ou outras fontes. “Javé”, pelas respectivas razões literárias, fonéticas e morfo – lingüísticas, soa estranho ao mundo Hebraico.                     Adjetivos usados nos respectivos idiomas como, por exemplo: Senhor, Eterno, Absoluto, é permitido usar, desde que não se choquem com a cultura hebraica e não se torne uma substituição definitiva para o Tetragrama.Talvez, neste ponto, você já esteja se perguntando: Então qual é o Nome verdadeiro do Messias? Exercite um pouquinho mais a sua paciência para que possamos construir solidamente uma visão da verdade sobre este assunto.O TRIGO E O JOIO COMO EXEMPLOÉ simplesmente maravilhoso observar a sabedoria de palavras e escolhas de exemplos para parábolas, dando a elas um significado cheio, completo e imbatível. O Messias não pegou ao acaso duas plantas quaisquer para usar em sua parábola. Do mesmo modo que, quando Ele quis falar sobre algo muito pequeno e que crescia e ficava enorme, ele usou a semente de mostarda, a menor semente de planta existente, por igual sabedoria ele escolheu o joio e o trigo para esta parábola.Joio e trigo são sementes e plantas extremamente parecidas. Somente com apurada observação se consegue distinguí-las. O joio, resultado da semeadura inimiga, não é como muitos pensam as seitas declaradamente satânicas, que existem no mundo, nem as diversas religiões pagãs espalhadas pelos países.Antes de tudo, o joio é resultante de uma semente parecidíssima com a semente do trigo, e resulta numa planta crescida parecidíssima com o trigo.Não há entre o joio e o trigo uma diferença grotesca como a diferença que há entre as palavras das Sagradas Escrituras e as seitas satânicas ou religiões pagãs. Ao contrário disso, a semente de joio e o joio são de aparência extremamente semelhante à verdade escritural. É algo que possui uma mensagem de retidão e santidade do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Traz uma mensagem de salvação, do mesmo modo que as Sagradas Escrituras. Fala de oração, de fé, de milagres, de promessas, tudo exatamente conforme a BIBLIA.Há, porém a parte mais importante de todas! O fruto do trigo é alimento que faz pão, enquanto o fruto do joio é venenoso!!!Se alguém fizer pão usando o joio em vez do trigo, terá uma séria intoxicação!!! Nesta hora toda semelhança se desfaz e o joio mostra realmente quem é.Mas, afinal, o que existe hoje em dia sobre a face da terra que seja tão extremamente parecido com a verdade das Sagradas Escrituras originais e que possamos, com firmeza, constatar que se trata do joio? Certamente não são as religiões pagãs como budismo, induismo, islamismo, e outras. Certamente também não são os cultos satânicos, os quais diferem dramaticamente da mensagem escritural.O que existe, de fato, como algo extremamente parecido, é o assim chamado "evangelho de jesus cristo".O "evangelho de jesus cristo" é o joio que tem durante séculos enganado e envenenado as pessoas sinceras de coração, para evitar que elas encontrem a verdade.Este tão divulgado "evangelho de jesus cristo" nada mais é do que uma corrupção maligna da mensagem das Sagradas Escrituras originais, causada pela substituição, adulteração e corrupção dos nomes que protagonizam os fatos.Ao mudarem os nomes e os títulos nas escrituras traduzidas, estas pessoas, de fato, transformaram todo um relato verdadeiro e fidedigno em um relato falsificado, criando o assim chamado "evangelho paralelo", que é muito parecido com o verdadeiro, idêntico, porém, envenena e afasta da verdade até os mais sinceros.A verdade é simples: não foi nenhum "jesus cristo" que morreu pelos meus pecados, e não conheço ninguém com este nome!!!! Quem eu conheço e reconheço como meu verdadeiro, autêntico, legítimo e fiel Salvador chama-se Yeshua (pronunciado Filho Unigênito de YHWV. A mitologia grega pagã invadiu as Sagradas Escrituras por meio de suas traduções corrompidas, adulterando os Nomes e títulos mais sagrados. O principal ídolo da mitologia grega, chamado "zeus", foi dissimuladamente introduzido nas traduções tanto no título "deus" como na adulteração do Nome do Messias para "jesus". O nome "jesus" nada mais é do que a concatenação(seriação,entrosamento) dos nomes de dois ídolos pagãos grego e romano. Um deles era "io", um ídolo com características femininas. O outro, "zeus". Da concatenação surgiu "Iozeus" e depois "Iosous", de pronúncia praticamente idêntica. Deste nome "Iosous" se origina este nome "jesus", que apesar de falso é tão exaltado e cultuado entre o que chamamos de "cristandade" dos dias atuais.Os milagres, as profecias, a salvação, a santidade, a justiça, a esperança, os relatos e tudo mais que as Sagradas Escrituras originais apresentam são a mais segura base de fé que alguém pode ter na vida; contudo eu me refiro às originais, não as que são corrompidas, onde os Nomes mais sagrados foram adulterados, corrompidos e manipulados maliciosamente para introduzir nomes de demônios mitológicos pagãos, com isso levando muitos a uma idolatria dissimulada.Tenha sempre em mente que quando mudamos um nome, automaticamente mudamos a pessoa por trás deste nome.Quem autorizou os tradutores a modificarem os nomes? Se o Nome do Messias, Yeshua, foi informado à Mirian e a Yosef (José), por um mensageiro celestial, e as escrituras dizem que ao Nome de Yeshua todo joelho se dobre nos céus, na terra e debaixo da terra, então com que autoridade estes tradutores substituiram o Nome de Yeshua pelo nome de um demônio de mitologia grega pagã? Para sua própria condenação é que o fizeram e para levar com eles a todos os incautos que se deixaram enganar por eles. O fim do joio, segundo a parábola, é ser queimado no fogo, enquanto o trigo será reunido no celeiro.As inúmeras denominações evangélicas de hoje combatem ferrenhamente o catolicismo romano pela idolatria de imagens de escultura, idolatria de Maria, idolatria de santos, e estão certas de alertar para este fato que é realmente sujo aos olhos do Criador.Contudo, elas mesmas têm estado cegas para o fato de que, sem perceber, praticam séria idolatria ao invocarem o nome de um ídolo mitológico quando invocam "deus" ou "jesus".Maria e os santos, com suas imagens, são tão arraigados nos corações católicos quanto "deus" e "jesus" o são nos corações dos assim chamados "evangélicos".Hoje em dia temos experimentado uma resistência tão grande por parte dos evangélicos a abandonar a idolatria de "deus" e "jesus" quanto grande é a resistência dos católicos a abrir mão da idolatria de Maria e de santos.Um pecado quer se perceba ou não, continua sendo pecado do mesmo jeito! Se a ignorância fosse uma boa justificativa diante do Altíssimo, então as escrituras não precisariam dizer "Por falta de conhecimento o Meu povo perece". Ignorância nunca justifica. Se ignorância justificasse, melhor seria jamais pregarmos as boas novas do Reino de YAHOO, pois melhor seria deixarmos o povo na ignorância e estariam justificados.A mensagem escritural verdadeira, porém, é bem diferente disso. Ela diz claramente para pregarmos as boas novas do Reino do Eterno e da salvação em Yeshua, e diz: Aquele que crê será salvo e quem não crê será condenado.O livro de Atos 4:12 diz: "Porque não há salvação em nenhum outro, pois debaixo dos céus NENHUM OUTRO NOME nos foi dado pelo qual importa que sejamos salvos". Este verso é bastante incisivo quanto à existência de UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Não deixa margem a dúvidas.Seria este apenas um verso isolado nas escrituras que afirma a salvação num único Nome do Messias? Certamente que não. João 1:12 afirma a mesma coisa dizendo: "Mas a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo; a saber, AOS QUE CRÊEM NO SEU NOME". João 3:18 volta a afirmar a mesma coisa, só que agora com o alerta acerca da perdição: "Aquele que crê não é julgado; o que não crê, já está julgado, PORQUANTO NÃO CRÊ NO NOME do unigênito Filho do Altíssimo".Se hoje você tomasse um livro qualquer de um autor famoso, e trocasse todos os nomes dos personagens, certamente você seria acusado de plagiador, adulterador, corruptor e outros tantos adjetivos. Contudo, foi exatamente isso que fizeram com as Sagradas Escrituras, e a grande maioria dos assim-chamados "cristãos", está muito satisfeita com o plágio, a adulteração, a corrupção. Se fosse apenas um plágio de uma obra de ficção, apenas o abandonaríamos e o assunto não teria maiores conseqüências, o grande problema, contudo, no que se referem às Sagradas Escrituras, é que toda uma narrativa verdadeira sobre um fato real, foi transformado em um plágio maligno, com relato falso e mentiroso, a menos que possamos restituir todos os nomes originais ao mesmo. Fato, porém, inegável escrituralmente, é que SÓ EXISTE UM ÚNICO NOME para a nossa salvação. Este Nome, não é "Jesus", como uma enorme massa pensa, também não é "Isa" como o outro "evangelho paralelo" que é pregado entre os árabes, também não é "Tupã", como é pregado entre os indígenas no Brasil, e muito menos "Olorum" como é pregado por muitos missionários evangélicos entre tribos africanas.Ha-satan tem usado pessoas, em geral com muito boas intenções, para produzir mais e mais joio, por meio de cada tradução nova das escrituras que é produzida no mundo. Estas pessoas, cheias de "boas intenções", porém malignamente inspiradas, pensam que será mais fácil pregar para os povos se usarem um nome que seja já familiar a estes povos. Tal raciocínio é puramente carnal, numa vã tentativa de adaptar a verdade às exigências das culturas locais. Tais missionários não conseguem, infelizmente, ter o discernimento de que os nomes usados pelos povos que eles querem "evangelizar", são nomes de demônios que dominam sobre estes povos desde o início de sua história. O mesmo "Olorum" que eles pregam entre tribos africanas é exorcisado aqui no Brasil, revelado como demônio que é. O "Isa" que eles pregam entre os árabes, nada mais é do que outro demônio, cultuado como o "deus lua" naquela nação.Seria, então, "Jesus" o nome de algum ser maligno?

 

Qua, 26 de Outubro de 2011 15:00

Yeshua não era cristão

Publicado em Estudos Escrito pelo Robespierre Cardoso da Cunha

Yeshua não era cristão, não se tornaria cristão e não é cristão. Parece ser uma afirmação forte, mas é verdade, pois as bases do cristianismo estão totalmente ligadas ao paganismo.

Yeshua é o Messias de Israel. A teologia sistemática, na verdade não é um mérito de Constantino, isto seria atribuir a ele uma capacidade maior do que tinha. A teologia sistemática foi estabelecida para perpetuar os enganos da religião cristã estabelecida por Roma, a qual é mais antiga do que imaginamos.

A essência do pensamento da teologia sistemática, está estabelecido em conclusões destituídas da sabedoria do Eterno, Ou seja, tendo como recurso único a lógica, que na sua essência é dualista e foi expressa de maneira mais completa pelos gregos.

Assim, só através de uma teologia destituída da sabedoria Divina, era possível estabelecer uma religião híbrida, onde entre outras coisas, se obriga o impossível para liberar as pessoas da responsabilidade das obrigações estabelecidas pelo Eterno. Uma teologia de dogmas e de mistérios que precisam ser aceites por imposição.

Uma teologia fragmentada pois não entende a sabedoria de aparentes contradições, e cria uma mentalidade limitada e facilmente manipulável.

Existem muitos buscadores sinceros dentro do cristianismo, mas é necessário levar a verdade a eles, a fim de que sejam libertos e possam participar verdadeiramente da oliveira (Israel) que foi estabelecida pelo Eterno.

O que mais me impressiona é o natal, festa estabelecida a partir das concepções maligna de Ninrod, o neto de Canaã, que por sua vez era neto de Noé, e ainda hoje se comemora esta festa, que é uma flagrante adoração ao falso deus sol.

Baruch HaShem que o Eterno nos livrou disto e que façamos a nossa parte para libertar outras pessoas, sem negligenciar o nosso trabalho principal, que é anunciar o testemunho do Messias Yeshua, que promove a Teshuvá, o retorno a fé genuína do Eterno, o Elohim verdadeiro e Todo Poderoso.

Recebido de um crente em Yeshua, que repasso:

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